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A Luna Preciosa do Rei Licantropo

Capítulo 4 O coração e a coroa

Palavras: 1725    |    Lançado em: 27/01/2026

vista d

smunguei, tenso, passa

a respondeu, em um tom firme

anos! E ainda não tem uma rainha ao seu lado. Isso é inaceitáve

i com

e eu organizasse um baile de acasalamento, uma encenação absurda em que todas as licantropas, lobas ou quaisquer criaturas femini

é minha por ainda não ter encontrado minha verdadeir

u, mas permanec

ma companheira", continuei

m dia, nossos caminhos vão se cruzar, cedo ou tarde. E quando isso acontecer, não estare

aceitar a possibilidade de que algo possa ter acontecido com ela. Ela pode estar morta ou pior. Você precisa colocar o reino acima de tudo, meu filho. Seu povo precisa de

do cansaço e tristeza. Mas o peso daquelas pal

cantes. Minha mãe deu um passo instintivo para trás, sua fer

evar outra mulher, alguém que não me pertencia, para minha cama e marcá-la com um vínculo que precisaria ser renovado à força, semana após semana. Um

vezes acontecia... A mulher escolhida teria de matar minha verdadeira companheira para ma

o do corpo, "você já parou para pensar em quem seria

hesi

sofre por você. Eu entendo sua dor. Todos os dias me entristeço ao vê-lo sair do palácio em busca da sua companheira, viaja

o lado do corpo ant

da sua Luna Suprema. Não é apenas tradição, meu filho, é estabilidade.

a guerra dentro de mim se intensificar. No fim, tudo se re

rando para ser encontrada. Comecei a andar de um lado para o outro sobre o piso de pedra do quarto. Eu era uma fera enjaulada entre duas escolhas impossíveis: o coração e a coroa.

ha mãe tinha razão. Eu governava um reino. Um reino que precisava de uma Luna, uma rainha, algué

o, mãe. Organize o baile e e

o lampejo de vitória, como se tive

até o fim desta semana. Se até lá eu ainda não a

dade. "Você não a encontrou em cinco

idade capaz de queimar a

quero", reafirmei. "E é a única condição para

ho. Desejo apenas

assos ecoando pelo corredor

tes, o peso das palavras dela me pre

do chão ao teto que emolduravam o pôr do sol. A luz dourada

Khragnir. Um predador alfa. A fera que desperta temor em

amarga. Mesmo com todo o meu poder, riqueza e influê

pior ainda, um de sangue puro. Diferente dos lobisomens, os licantropos estavam fadados a apenas uma pessoa. O equilíbrio do mundo dependia desse vínc

ntas outras. Eles tinham escolhas. Podiam amar quem quisessem, de qualq

entamente pela minha espinha. Se isso fosse verdade, eu não sabia se minha fera poderia ser contida. A necessidade de possuí-la e a raiva me consumiriam por completo. Eu já sentia

outro. Só de imaginar já era insuportável. Ainda assim, nos recantos mais profundos da minha alma, o medo se insinuava: o med

ergulhei nos jogos da política e, ainda assim, não havia qualquer sinal dela. Mesmo assim, eu não podia desistir. Não agora. Não antes d

al executor. Ele era muito mais do que isso, era meu braço direito, meu homem de maior conf

as vezes antes que sua

Altez

. Seja o mais discreto possível. Não quero causar t

erá cumprida,

de me troquei rapidamente, escolhendo uma calça de moletom e um moletom com capuz do fundo do armário. Não havia necessidade de usar trajes reais hoje. Peguei um par

reverência. Seus olhos permaneceram atentos enquanto ele abria a porta do carro. Sem dizer uma palavra, entrei

deu partida com habilidade. O ronronar suave do motor preen

ecífica que deseja vis

eça no couro frio. Eu não visitava o

como as coisas estão agora, ter uma noção do que meu povo anda fazendo... e, com um pouco de sorte

percebi seus olhos me observarem brevemente pelo retroviso

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