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A Luna Preciosa do Rei Licantropo

A Luna Preciosa do Rei Licantropo

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Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1305    |    Lançado em: 27/01/2026

prio silêncio, desejando que alguém, qualquer pessoa, pudesse ouvi-lo. Contudo, no meu mundo, a única

cer a lugar algum, nem a esta matilha, mu

seguiu pouco tempo depois, me deixando órfã antes mesmo que eu pudesse guardar qualquer lembrança, ao menos foi assim que me contaram. C

or algum tempo, um período ao mesmo tempo doce e cruel, eles me trataram como se eu fosse filha deles. Is

m tornaram-se frios. Os olhares que antes me buscavam na multidão pa

calor e afeto. Aprendi a cuidar de mim mesma, vivendo das sobras da geladeira e queimando minhas p

o quarto dele e jogaram minhas coisas no depósito de tralhas, co

nos me congelavam até os ossos. Dormia sobre uma pilha das minhas pró

em algo mais melancólico. Afinal, não se pode perder aquilo que nunca foi realmente seu. À

gor

o meu décimo oit

a diferente. Nesta noite, sob a luz do luar, meu gene de lobo adormec

e Ema, me mudar para a casa da matilha, arranjar um emprego na cidade humana vi

ou meus lábios. Esperei por esse m

ou as paredes do depósito de tralhas. "Já

, murmurando para mim mesma: "Se control

Lá estava ela, apoiada no corrimão como um

eu estava certa ou errada, pedir desculpas

o. Vivendo da nossa bondade todos esses anos, o mínimo

eria ser acrescentado ao peso q

amarga que subi

ou começar as tar

ria suficiente. Para Ema,

dos tremerem. "Respire fundo, Nari

çando a cada passo. Ela era uma mulher bonita, sem dúvida, com o rosto em formato de c

do corredor. Bati de leve na porta, ciente de que não deveria acordá-lo abrupt

u. Levon surgiu ali, com os cabelos r

s. O que você qu

Vim pegar suas r

pas contra meus braços e batendo a porta na minha cara. Cerrei os dentes. Fazia apenas seis dias des

air. A porta se abriu novamente e senti algo pesado atingir minha nuc

a abaixo. Ema estava, convenientemente, tomando sua dose diária de café e

a de lava

ei. "O

r, da casa da matilha, pode consertá-la... depois. Por enqu

ormar minha existência em um tormento. Sem pronunciar uma palavra, mordi o interior da bochecha com força suficiente pa

u pai e as minhas", acrescentou el

e apanhei dois sacos de lixo grandes, cap

ara não cair. Um suspiro de alívio escapou dos meus lábios, mas durou pouco pois ouvi um es

stou pensando", ouvi a voz d

havia che

, sua mão atingiu meu rosto, arremessando-me para trás contra a geladeira. Uma dor lancinante explodiu em

nvoluntariamente, fru

pida", ela gritou. "

ulpe", m

ulpe! Me desculpe! Desculpas não consertam a sua estupid

im até que ela, por fim, se afastasse. Com as mãos trêmulas, enxu

e saí cambaleando, seguindo o longo caminho até a margem do r

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