Luna - Até que a vida nos separe
que a Lunaris não exp
etade em silêncio. Quando criança, achava que aquilo
lua não ordena
arquia. Não havia títulos claros. Havia intérpretes - e mesmo eles falavam com
imeira vez em que perceb
iciente para notar o excesso de cuidado. A lua cheia iluminava o pátio interno
nha por te
rápida demais, como qu
a, Car
sempre suave. Nunca
z algo
iato. Apenas segurou sua mã
m. - Você só... não
Caroline
ntende o que aq
oi excluída
susp
m a pressionava. Mas também ninguém celebrava. Era como se a lua tivesse pas
s depois, que Caroli
cio pesado. Lembra da avó, Maera, sentada um pouco afastada dos
ntro. Não como destaque - c
um s
ma re
ma re
durou tem
idado excessivo. A mãe evitou seus olhos. O pai,
o de Caroline entre as mãos e a observou co
- disse, baixo. - É a lua que
tiu aquela f
Na prática, afastada demais para continuar influente. A Lunaris seg
e o pai começou a f
quem precisa de chão - disse uma
stivesse protegendo.
asamento forte. Uma estrutura rígida. Um sistem
da como quem muda de c
inguém interpr
er ambiguidade e virou problema. Algo
ier encaixou perfei
mas porque organizava o que não cabia. Uma loba que não res
u
po
a est
inguagem para recusar. Passou tempo
silêncio, entende o desenho
sabia. Sem
a lua não
isso não
, que isso a to
por
r prec
silêncio que sempre a acompanhou nã
, Sem explicação,
e respi
ata. Sente algo mais
ço da prisão, foi apenas a
ndo num mundo que não pede destino nem leitura esp
bo, porque nenhuma delas estava preparada par
não a
nunca fos
ez, Caroline não sen
como e