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Ele não é meu irmão

Ele não é meu irmão

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Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1924    |    Lançado em: 27/01/2026

i

parecia in

va no banco de trás, com a cabeça apoiada no vidro da janela, observando as luzes dos postes passarem rápido demais. São Paulo ia fi

rguntei, sem tirar

, mantendo as duas m

pelo retrovisor. - Serra C

virando no banco do passageiro para me encar

a conversa tranquila dos meus pais criavam uma espécie de bo

o. - A praia é linda. Água clara, areia fofa... e

u, fingindo indignação. - Eu

era ótimo. Só parou porque res

nvelheci - el

inteiros. Tão vivos. Era difícil imaginar que aqu

u o olhar p

o no segund

UID

para entender.

controle, girando. Meu corpo foi lançado de um lado para o outro, o ci

se esti

ro ca

duas

tudo

gundos, só ho

s pelo chiado distante do motor e

çada. O carro estava de lado, o teto esmagado. Meu cor

ha voz saiu

ma re

nsegui soltá-lo. Meu corpo caiu contra a lateral d

e e me arrastei para fora, sent

tei o rosto,

outro lado da

. - sus

inda estava presa, o corpo inclinado de um jeito qu

estrada, havia um an

entei gritar. -

direito. Minha visão

tudo fic

-

ei co

parecia vi

branco, iluminado demais. O cheiro fort

pit

ação di

rmurei. - Não

, Deus. P

ível. Que meus pais estivessem bem. Que estivessem m

dia,

era co

rosto le

mãos cruzadas sobre o colo. Usava roupas claras e

m nó se formar

estav

erguntei, a voz

omo se ensaiasse aque

você precis

começou a do

cabeça. - Não fal

tou e seguro

o houve o que os mé

ram sobre mim c

ssurrei. - Nã

ha tia me puxou para um abraço e eu deixei, porque naquele

ssaram, sobrava apena

ra? - p

isse rapidamente. - Você tem a mim.

estranho aos

Ia

plicou. - Você vai co

a Cl

ai cresceu. O lugar que dev

m forças pa

entro, alg

mpre amei. Mas nunca c

em tom de brincadeir

a. Faria qualquer cois

ado da minha cama, ela par

sab

boa vontade não e

eus avós tinham ficou para ela. Meu pai construiu uma

ça era

de d

falava sobre recomeços, eu senti u

indo para

simples dal

-

a

edo naque

o quando abri os olhos, encarando o teto do quarto, ouvindo apenas o som distante do mar misturado ao

significavam três

an

a

ênc

de cobranças, nada de

para o banheiro. A água fria me despertou de vez. Vesti uma bermuda qu

da perto da porta, como

o na maçaneta, a por

ai en

o. Quando acordava, era porq

como se não tivesse dormido ou como se tivess

? - perguntei, apoia

fundo antes

nhada da Ana sof

em si

reviveu - ele co

oou na mi

i

inha d

ava vagamente de uma menina pequena, de cabelos escuros, sempre atrás da

. o quê? Dez an

ntas rápidas na

. Ou dezoit

e - meu pa

sentindo um peso

i, sem pensar. -

mas sem muita força. - A Ana está no hosp

i a t

Aq

morar co

caiu pesado

tou. - A garota perdeu os

o ar

er que

nçou um o

ue ser huma

de o

Vou cuidar

prancha

ou pra mi

disse. - E vê s

e saí

honete e dirigi em silêncio pelas ruas ainda vazias de Serra Clara. As casas pa

perto da ar

estava

adas, o tipo de dia que

á esta

meninas que eu reconhecia de vista. Cumprimentei

oje - ele provocou,

a - respondi, sem

re - e

a lado, deixando o re

água fria, o esforço do braço, o equilíbrio precá

s ondas. T

utra, a imagem da garota

i

vindo morar

escon

ém ligada dir

s alto. Sentamos na areia, ofegantes, obs

e - Theo comentou

ssoa nova em c

Qu

do irmão

eou a so

Aquela fa

sa m

tou um assobio. - E

Va

sorte,

resp

epois, com o corpo cans

Ana estava esta

inham

casa em

stava...

naquele momento. Subi para o quarto, tomei um banho rá

fa

hamou ao me v

i fundo

ão eu

mples demais para alguém que, eu sabia, vinha de uma vida confortável. O

me chamou atenç

ecia...

- Ana disse.

tou o olh

hos se en

... não fe

disse, a

- res

i

eber que nada naquela casa seria

ecia uma me

alguém q

que coisas quebradas

aziam p

eu senti que aquele

.

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