Ele não é meu irmão
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i
parecia in
va no banco de trás, com a cabeça apoiada no vidro da janela, observando as luzes dos postes passarem rápido demais. São Paulo ia fi
rguntei, sem tirar
, mantendo as duas m
pelo retrovisor. - Serra C
virando no banco do passageiro para me encar
a conversa tranquila dos meus pais criavam uma espécie de bo
o. - A praia é linda. Água clara, areia fofa... e
u, fingindo indignação. - Eu
era ótimo. Só parou porque res
nvelheci - el
inteiros. Tão vivos. Era difícil imaginar que aqu
u o olhar p
o no segund
UID
para entender.
controle, girando. Meu corpo foi lançado de um lado para o outro, o cise esti
ro ca
duas
tudo
gundos, só ho
s pelo chiado distante do motor e
çada. O carro estava de lado, o teto esmagado. Meu cor
ha voz saiu
ma re
nsegui soltá-lo. Meu corpo caiu contra a lateral d
e e me arrastei para fora, sent
tei o rosto,
outro lado da
. - sus
inda estava presa, o corpo inclinado de um jeito qu
estrada, havia um an
entei gritar. -
direito. Minha visão
tudo fic
-
ei co
parecia vi
branco, iluminado demais. O cheiro fort
pit
ação di
rmurei. - Não
, Deus. P
ível. Que meus pais estivessem bem. Que estivessem m
dia,
era co
rosto le
mãos cruzadas sobre o colo. Usava roupas claras e
m nó se formar
estav
erguntei, a voz
omo se ensaiasse aque
você precis
começou a do
cabeça. - Não fal
tou e seguro
o houve o que os mé
ram sobre mim c
ssurrei. - Nã
ha tia me puxou para um abraço e eu deixei, porque naquele
ssaram, sobrava apena
ra? - p
isse rapidamente. - Você tem a mim.
estranho aos
Ia
plicou. - Você vai co
a Cl
ai cresceu. O lugar que dev
m forças pa
entro, alg
mpre amei. Mas nunca c
em tom de brincadeir
a. Faria qualquer cois
ado da minha cama, ela par
sab
boa vontade não e
eus avós tinham ficou para ela. Meu pai construiu uma
ça era
de d
falava sobre recomeços, eu senti u
indo para
simples dal
-
a
edo naque
o quando abri os olhos, encarando o teto do quarto, ouvindo apenas o som distante do mar misturado ao
significavam três
an
a
ênc
de cobranças, nada de
para o banheiro. A água fria me despertou de vez. Vesti uma bermuda qu
da perto da porta, como
o na maçaneta, a por
ai en
o. Quando acordava, era porq
como se não tivesse dormido ou como se tivess
? - perguntei, apoia
fundo antes
nhada da Ana sof
em si
reviveu - ele co
oou na mi
i
inha d
ava vagamente de uma menina pequena, de cabelos escuros, sempre atrás da
. o quê? Dez an
ntas rápidas na
. Ou dezoit
e - meu pa
sentindo um peso
i, sem pensar. -
mas sem muita força. - A Ana está no hosp
i a t
Aq
morar co
caiu pesado
tou. - A garota perdeu os
o ar
er que
nçou um o
ue ser huma
de o
Vou cuidar
prancha
ou pra mi
disse. - E vê s
e saí
honete e dirigi em silêncio pelas ruas ainda vazias de Serra Clara. As casas pa
perto da ar
estava
adas, o tipo de dia que
á esta
meninas que eu reconhecia de vista. Cumprimentei
oje - ele provocou,
a - respondi, sem
re - e
a lado, deixando o re
água fria, o esforço do braço, o equilíbrio precá
s ondas. T
utra, a imagem da garota
i
vindo morar
escon
ém ligada dir
s alto. Sentamos na areia, ofegantes, obs
e - Theo comentou
ssoa nova em c
Qu
do irmão
eou a so
Aquela fa
sa m
tou um assobio. - E
Va
sorte,
resp
epois, com o corpo cans
Ana estava esta
inham
casa em
stava...
naquele momento. Subi para o quarto, tomei um banho rá
fa
hamou ao me v
i fundo
ão eu
mples demais para alguém que, eu sabia, vinha de uma vida confortável. O
me chamou atenç
ecia...
- Ana disse.
tou o olh
hos se en
... não fe
disse, a
- res
i
eber que nada naquela casa seria
ecia uma me
alguém q
que coisas quebradas
aziam p
eu senti que aquele
.