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Ele não é meu irmão

Capítulo 5 04

Palavras: 2042    |    Lançado em: 27/01/2026

i

luta que gozei umas quatro vezes em

odia está a

le homem, que bem, tinha tudo para me dar probl

parando na frente e Iam saindo dele, acabamos nós trombando e ele me segurou pela cintura, o roupão estava frouxo e a manga do braço desceu um pouco deixando meu ombro a amostra e consequentem

o limite que sua tia impôs, porém fica impossível. - Ele disse me puxan

e estou tentando te expulsar dos meus sonho

se afastou em uma distân

dias. Theo e Mila já estão esperando a gente na praia, te espero n

a m

joguei de baixo do chuveiro e deixe

eu já estava completamente caidin

-

a

porra de

xatamente três dias e ela já dominava meus pensa

se

não a

tem um

que pudesse colocar meus pensamen

Lia, com um biquíni preto minúsculo, chinelo no pé, cabel

do. - Você vai assim, Ian? - Ela per

a sua. A água da p

que vejo ela sorrir maliciosa. - Pelo m

a, não me

z dando uma voltinha e eu fecho os olhos b

e provo

não o

a encurralando ela na parede, juntando ao máximo noss

nãoe provoca, por favor, Lia. - Supli

a disse segurando na minha ereção por cima do calçã

colocando minha mão entre seus cabelos e puxando l

r tanto quanto eu. -

egando a prancha e descendo as escadas corr

. Essa menina com certeza vai me enlouquecer, eu tenho me

-

i

entender d

ue ele teve tant

o diabos eu

per tímida, tive coragem de dar em cim

verg

a né? Segundos atrás eu

colo tentando esconder o que só nos dois sabíamos o que tinha acabado de acontecer, séri

rece que os dois meio que se tornaram ficantes Premium pro Max,

fim de um cara que ho

abraçando Mila e log

elhor? - Th

dos, Theo. - Ian di

do possível, Theo. O

o até o mar e Theo vai logo atrás m

? Maior climã

e não rolou. Só faltei me jog

inca. El

e quer, mas não pode. Creio que por eu aind

o terá mais

estou aqui há três dias e est

essão que misturava deboche,

- Você não está caidinha. Você está emocionalmente desamparada, em luto, lo

assim, sem anestesia - mur

. Seu corpo e sua cabeça estão procurando apoio, prote

iu automaticam

suas costas largas, a pele morena brilhando levemente. Ele gesticulava enquanto falav

i em

El

ima é bonito, educado, te trata bem, te

juda -

aproxima mais de mim. - Agora me conta

iro

pido. - Aperto os dedos um no outro. - Ele me segurou pra eu não cair. E... ficou aqu

Mila sorr

movimento. - Fecho os olhos por um segundo. - E depois disse que estava tenta

regala

ícil

- Dou uma risada sem humor. - Aí ele se afastou.

controle. Coisa rara. - Ela me encar

ração

cê a

oge. Não se afasta. Não cria regra. - E

servando o mar. O som das ondas ajudava a a

que pra ela. - Eu devia estar focada em... sobreviver. Em organizar

ia. - Mila fala com suavidade. - Se

novo p

ilidade, como se o corpo soubesse exatamente o que faz

lha pra trá

a aponta discreta

a ve

ol

sfarçado.

se encontraram

tenso, carregado de coisas não ditas. Depois disso, ele vo

ti

e mim, t

iz, como se lesse meus pensamento

sma? - perg

mento. Da sua tia. Da cidade. De dec

sp

igo. - Preferia ser inconse

la

do. - Ela se levanta. - Vou dar uma volta. Preciso

influenc

eijo no ar e sai

soz

o mar. Abraço meus joelhos, sentindo a areia qu

anejei na

nejei morar naquela casa. Não planejei

ente, não pla

eio. Forte. Co

ou até onde eu estava, pingando água, o ca

ergunta, parando a uma

- Mint

perc

água? Ou prefe

ui t

na areia. Não encosta em mim. Não invade meu espaço.

u? - ele pergunta,

mo s

um riso baixo. - Ela

uma risada pequena.

zes até

novo, mas agora não é des

le começa, e

O

elos, claramente lutando

e sinta... pressionada. O

is - penso,

oisa. E eu... - ele suspira. - E

pra

é um prob

encara,

nte isso qu

ração

faz? - pergunto, a v

a o mar, dep

calma. - diz. -

si

posta que meu

ue minha vida precis

o ele se levantava para

ava longe

.

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