Ele não é meu irmão
i
luta que gozei umas quatro vezes em
odia está a
le homem, que bem, tinha tudo para me dar probl
parando na frente e Iam saindo dele, acabamos nós trombando e ele me segurou pela cintura, o roupão estava frouxo e a manga do braço desceu um pouco deixando meu ombro a amostra e consequentem
o limite que sua tia impôs, porém fica impossível. - Ele disse me puxan
e estou tentando te expulsar dos meus sonho
se afastou em uma distân
dias. Theo e Mila já estão esperando a gente na praia, te espero n
a m
joguei de baixo do chuveiro e deixe
eu já estava completamente caidin
-
a
porra de
xatamente três dias e ela já dominava meus pensa
se
não a
tem um
que pudesse colocar meus pensamen
Lia, com um biquíni preto minúsculo, chinelo no pé, cabel
do. - Você vai assim, Ian? - Ela per
a sua. A água da p
que vejo ela sorrir maliciosa. - Pelo m
a, não me
z dando uma voltinha e eu fecho os olhos b
e provo
não o
a encurralando ela na parede, juntando ao máximo noss
nãoe provoca, por favor, Lia. - Supli
a disse segurando na minha ereção por cima do calçã
colocando minha mão entre seus cabelos e puxando l
r tanto quanto eu. -
egando a prancha e descendo as escadas corr
. Essa menina com certeza vai me enlouquecer, eu tenho me
-
i
entender d
ue ele teve tant
o diabos eu
per tímida, tive coragem de dar em cim
verg
a né? Segundos atrás eu
colo tentando esconder o que só nos dois sabíamos o que tinha acabado de acontecer, séri
rece que os dois meio que se tornaram ficantes Premium pro Max,
fim de um cara que ho
abraçando Mila e log
elhor? - Th
dos, Theo. - Ian di
do possível, Theo. O
o até o mar e Theo vai logo atrás m
? Maior climã
e não rolou. Só faltei me jog
inca. El
e quer, mas não pode. Creio que por eu aind
o terá mais
estou aqui há três dias e est
essão que misturava deboche,
- Você não está caidinha. Você está emocionalmente desamparada, em luto, lo
assim, sem anestesia - mur
. Seu corpo e sua cabeça estão procurando apoio, prote
iu automaticam
suas costas largas, a pele morena brilhando levemente. Ele gesticulava enquanto falav
i em
El
ima é bonito, educado, te trata bem, te
juda -
aproxima mais de mim. - Agora me conta
iro
pido. - Aperto os dedos um no outro. - Ele me segurou pra eu não cair. E... ficou aqu
Mila sorr
movimento. - Fecho os olhos por um segundo. - E depois disse que estava tenta
regala
ícil
- Dou uma risada sem humor. - Aí ele se afastou.
controle. Coisa rara. - Ela me encar
ração
cê a
oge. Não se afasta. Não cria regra. - E
servando o mar. O som das ondas ajudava a a
que pra ela. - Eu devia estar focada em... sobreviver. Em organizar
ia. - Mila fala com suavidade. - Se
novo p
ilidade, como se o corpo soubesse exatamente o que faz
lha pra trá
a aponta discreta
a ve
ol
sfarçado.
se encontraram
tenso, carregado de coisas não ditas. Depois disso, ele vo
ti
e mim, t
iz, como se lesse meus pensamento
sma? - perg
mento. Da sua tia. Da cidade. De dec
sp
igo. - Preferia ser inconse
la
do. - Ela se levanta. - Vou dar uma volta. Preciso
influenc
eijo no ar e sai
soz
o mar. Abraço meus joelhos, sentindo a areia qu
anejei na
nejei morar naquela casa. Não planejei
ente, não pla
eio. Forte. Co
ou até onde eu estava, pingando água, o ca
ergunta, parando a uma
- Mint
perc
água? Ou prefe
ui t
na areia. Não encosta em mim. Não invade meu espaço.
u? - ele pergunta,
mo s
um riso baixo. - Ela
uma risada pequena.
zes até
novo, mas agora não é des
le começa, e
O
elos, claramente lutando
e sinta... pressionada. O
is - penso,
oisa. E eu... - ele suspira. - E
pra
é um prob
encara,
nte isso qu
ração
faz? - pergunto, a v
a o mar, dep
calma. - diz. -
si
posta que meu
ue minha vida precis
o ele se levantava para
ava longe
.