icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Ele não é meu irmão

Capítulo 2 01

Palavras: 1854    |    Lançado em: 27/01/2026

i

com um turbilhão de pe

, minha mãe falando demais - e, no segundo seguinte, tudo se misturava ao barulho do impacto, ao vidro estilhaçando, ao

ria o v

tido preto, simples, que ia um pouco abaixo dos joelhos. Não pensei muito. Nada parecia certo de qualquer form

que o normal, tentando afastar a confusão que insistia em se agarrar aos meus pensamentos.

nterrados ali mesm

o, eu sabia que minha mãe teria concordad

o. Deixei as coisas sobre a cama, peguei o celular -

vinham

nto? - ouvi a voz do

Si

e - Ana comentou. - Tem que

upa é a mais confortável possível - ele respondeu, n

spirou. - Só estou dizendo que v

último

para mim quase

a. Nada exagerado. Ainda assim, havia algo nele que chamava atenção - tal

inda, querida

mostrar os dentes,

um scarpin pret

de Deus... - Leo

pensar. - Estou indo para um fun

caiu rápi

se involuntária, e levou a mão à

Ana me re

sse, já caminhando em dir

amente contrariada

rguntou, antes que saíssem

ada - r

leve, sem most

-

o cemitério

io vazias naquela manhã. Eu observava a cidade pela janela: as cas

r fixo à frente. Não parecia desconfortável

sse, depois de um temp

ada - r

ais fo

os, o lugar j

as que eu mal conhecia. Serra Clara tinha esse jeito

ai estava ao lado

i como levar um go

pernas

não ouvi direito. Eu apenas caminhei, pas

re

pir

udo veio

tro. Senti braços ao meu redor - da minha tia, de alguém que eu não identifiquei -

roximavam, diziam palavra

em um lug

ssoas in

a f

nas as

m menino em algum momento, os dois sérios demais para o normal. O men

enterro, senti o chão

xões sere

nalmente,

ão vol

minou, restava

ara casa e

fui com min

r quando entramos. Vazia

e me sentei na cama

das leves so

rar? - era

se

trou d

se. - Vamos pra um lual na praia, sei que

nsei em recusar,

uns segundos, como se não sou

de alguma cois

terrompi, com

asse

star lá

fechou, me permi

enas pelos

da que eu t

e que, a partir daquele mo

a não era

o que eu ainda não

-

A

s um dia comum de férias. A TV ligada em volume baixo, passando qualquer co

ue Lia est

casa tinha mudado desde o acidente. O ar parecia mais denso, como se

smo? - Theo perguntou

Acho que hoje qualquer

a vez. A única coisa que eu podia fazer era estar disponível.

tidas n

hos azuis claros e expressão completamente assustada estava ali, segur

- perguntou,

mesmo de perguntar quem e

z de Lia ecoou

se abraçaram com uma força que não combinava com a fragilidade daquele momento

Me desculpa por não ter chegado a tempo. O voo atrasou

ndeu, a voz baixa, tr

do que se ela tivess

o de Lia entre as mãos. - Meus pais compraram uma cas

Lia tentou sorrir, mas não

da pode espe

um sorriso involuntário. Era exatamente como eu e Theo.

ou, enfim reparando na roupa

com ele e o Theo - Lia respondeu

a sobrancel

a mim. - Se puder, claro... - disse

pido demais. Rápido o suficiente pra

se interessad

alei, pegando a c

meu lado, as meninas atrás. Dei par

o cheiro de maresia entrava pelas janelas abertas. O som baixo de uma mú

elo ret

açada aos próprios joelhos, enquant

mos a

ndo, o som das ondas quebrando logo ali. Vida acontecendo.

alquer momento, é só me av

asse

aram quase imediatamente, rindo de alguma coisa boba. Fiq

istir - ela disse,

ecisa ag

a. Bonita. Muito. Mas cansada

rir - ela confessou. - Como

i em

rer isso - respondi. - Acho q

olhou,

la como s

Mas... é o que eu gosta

silêncio

Alguém cantava desafinado. Pessoas d

spirou

ra é bonita

Às vezes dói fica

imeiro sorriso real que

nto, eu ente

cisava con

m ela, só escutar e ajudar el

.

Reclame seu bônus no App

Abrir