Ele não é meu irmão
I
De
egui deixar
s na madeira fria. Meu coração batia rápido demais, como se eu tivesse acabado
verg
do no corredor, tão surpreso quanto eu, virando o rosto no mesmo instante, rígido, respeitos
hos e enca
era só cons
s próximos demais, mesmo quando ninguém dizia nada. E eu podia tentar me convenc
mú
nte. Talvez não as
rto estava silencioso demais, abafado, quente. Serra Clara tinha esse
vibrou sob
se qualquer distração foss
i
o viemos pra casa. Não dava pr
r de um sorriso involun
xiste. Por qu
toalha cair na frente do Ian
o rápida demai
isso explica
maginando o qu
Mil
mbinar? A tensão entre vocês
i os
está exa
do sincera.
lábio, i
Mila. Vou te
E para de fingir q
s que ela pudesse di
s, ainda de toalha mesmo. Estava quente demais para pensar e
ranco, tentando organizar
s p
cid
a que ficou
uele olhar contro
Ia
pre
ão nenhuma comigo. Ele não perguntava o que eu sentia, não tentava me arrancar
vez f
, abraçando o
stava em luto. Ainda doía respirar em alguns momentos. Ainda tinh
sso, meu corpo reagia à simples
o acelerava quando
, sentindo os
osse só
fosse c
ndo se agarrar a qualquer
. O som distante do mar chegava suave, constante, como um lembrete de que
a casa estav
u no quarto. Evitando cruza
adecia p
e, naquele momento, eu não confiava em mi
tei de lado outra vez, puxa
i os
fosse apenas um lugar
oucos, que sentir não era uma traição à dor. Q
ram na nossa vida não par
esmente p
sono finalmente começava a me
ue eu tinha forç
-
A
sas estava
o como se ele pudesse me dar alguma resposta. A casa estava silenciosa demais,
i
. Eu tentava pensar em qualquer outra coisa. Na faculdade. No mar. Em surf. Em Theo falando besteira. Em
og
, como se algo tivesse sido despertado sem permissão, minha ereção era ní
. Era aquela vontade perigosa de proteger, d
o que mais
únic
d
se ultrapassado uma linha invisível. Não em atitude - ainda
era
a na minha cabeça c
no
ág
l
e meu pai disse que Lia viria morar conosco. Desde o instante em qu
significa
eu não estava pensando em
ais simples. Desejo passa. Corpo
que eu queria m
ela confi
seguro quando o m
quando ela re
uando todo mun
uerer não tinha
ra tantos pensamentos. Lembrei da conversa com Ana no corredor. Do jeito como ela s
ssas garotas
sse algum tip
s olhos
ca a t
a fa
da que a coloc
ão em uma coisa,
ava mac
conf
sas. Eu já tinha visto isso antes, em outras pessoas, em outros context
ra tão difícil
. Passei a mão pelos cabel
e estivesse tentando entender o próprio mundo; correndo em direção ao mar, rindo por a
era
s do que
e isso que me
idade - mas
ar entrar. O som distante do mar me alcançou, constante, quase
u
erd
onte
oi simples pra mim.
ia ch
parecia for
mites. Claros. Firmes. Inquebráveis. Precisava lembrar quem eu era naquela hi
mocional de uma
a e me joguei de
ação ao caos. Uma tensão passage
de algo que eu não tinh
finalmente sentin
soluta certeza, era que Lia não po
eu seria o primeiro
asse mais do que eu es
.