eal, com risos, aplausos e música a ecoar pelas paredes do paláci
uma graça etérea que fazia tudo ao seu redor desaparecer em irrelevância. Ela era intocável, como uma ra
zia se
uma sombra discreta à beira do meu mundo, enquanto eu deixava que ele g
ag
o olhar, e isso deixava-me inquieto - fazia os meus dentes cerra
eu peito - ciúme, possessividade - uma emoção que eu não estava pronto para nomear. O meu coração deu u
quanto eu olhava para o outro lado da sala. Ela sempre fora essa mulher - u
iral. Ele estava ao meu lado, com o seu sorriso habitual, mas o tom de voz
quanto ela cumprimentava cada nobre com um aceno educado, um sorriso fugaz
peito
na vida, senti-me i
via calor ali, nenhuma vulnerabilidade à qual eu pudesse agarrar-me, nenhum traço da mulher que um dia me amou. Apenas uma distância
m uma risada baixa. «Não estás aco
nho, embora a frustraçã
«Vê-la com outros homens, ouvi-los fa
com quem quiser.» A ment
?» Seth sorriu. Eu olhei para ele com raiva,
meu lado, passando o braço pelo meu. O seu perfume - aquel
que o cabelo dourado lhe caísse sobre o ombro. Ela estava a sorrir, mas eu c
cansado», resp
eus olhos pousaram em Chloe, zombou. «Nã
eneno. «Essa encenação que ela está a fazer? É ridícula. A Chloe n
um soco no estômago. Virei-me par
A Chloe não é a verdadeira princesa. Ela está apenas a s
uscamente, mas o meu olhar voltou-
» Tocou algumas vezes no ecrã e depois mostrou-mo. «O
s cabelos, usando uma pulseira ornamentada, uma relíquia real.
lseir
rei trouxe a Chloe para salvar as aparências quando a sua filha não pôde comparecer. Achas que ela» - apontou
garganta. Voltei a minha atenção para Chloe,
odas as vozes na sala. Virou-se, com o orgulho a brilhar nos olhos, enquanto olh
xplodiu e
sereno deslumbrante sob as luzes douradas. O rei segurou-lhe a mão, e tod
ão consegu
u lado, embora eu mal o conseguisse ouv
, disse in
rmentavam-me, provocando-me, sussurrando
. Podiam?» Eu estava cético
quase sangrarem. Chloe sorriu ao entrar na pista de dança, ofere
am dela, girando-a sem esforço enquanto a música fluía ao redor deles, as mãos deles na sua cintura, os s
ela. Odiava como o riso dela soava tão suave e livre s
segurar-me o braço com força. «Mas tu não acreditas nisso, acreditas? Que ela va
s eu já não e
ra o seu parceiro antes de passar por uma porta na ext
oi instintiva. Eu não pens
stás a fazer?»,
ra a frente, o sangue a pulsar-me nos ouvid
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