vista d
edor, expirei profundamente, o meu sorriso desapar
stivo. Eu havia dominado a arte do charme natural naquela noite, sorrindo quando necessário, acenando co
im eu
u. Fiquei paralisada por meio segundo antes de recuperar o controlo, alisando cuidadosamente o tecido do meu v
a que e
esar de as lanternas fracas projetarem sombras tremeluzentes nas
que fez o meu coração disparar. A sua figura alta erguia-se, os ombros largos estavam tensos e os seus olhos es
o silêncio prolon
como se a presença dele fosse apenas um inconvenien
inocente, embora pudesse praticamente
ente, com voz baixa. Soo
ueixo. Esperei demasiado tempo por este momento, em
tenso e demorado, de uma forma que c
sso à minha frente. A possessividade que emanava dele era sufocan
ntamente. «Agora lembro-me de ti. Alfa Dylan, certo?» Fiz uma pausa, deixando
ainda mais, como uma tempe
com voz cortante. «Não sei que jogo estás a jog
mudava o peso do corpo. «Achas que queres a verdade, Dylan, mas g
ndíbula contraiu-se
, com a voz agora mais dura. «É disso que se trata?
ltei uma risada fria e indiferente, porque, desta vez, eu detinha o poder. «Se
momento, algo brilhou na sua expressão: ch
o era dirigida tanto a mim, mas a ele mesmo - a sua própria d
a a tua sabedoria, tenho a certeza. Devo sentir-me lisonjeada p
e-me que
rrei os punhos ao lado do corpo. «Diz. Diz a palavra, Dylan. Chama-me aquilo que a Serene p
mas o fogo no meu olhar calou-o
tocou, que deixou a sua alcateia chamar-me de estéril... o Alfa que deu o seu coração a
por um momento. Foi tão fugaz q
dentes novamente.
aixasse para quase um sussurro. «Poupa-me ao esforço de fingir que te im
mportei. Cada palavra que saía da minha
sentia por dentro. «Eu achava que tu eras o meu mundo. O meu Alfa. O meu companheiro. Eu destruí-me tentando a
presa, apenas por um i
novamente. «A perseguir-me pelo corredor c
u-se para agarrar o meu pulso, impedindo-me de seguir em frente. O contacto envio
le, com a voz agora mais baixa,
os escuros procuravam os meus - desesperados por algo, embora eu não tivesse a certeza do que
avemente, com uma vo
le não me soltasse. «É realmente tudo o que
, sem pestanejar.
po, como se as minhas palavras lhe tivessem tirado o fôlego. Vi
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