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O amor de um viúvo

O amor de um viúvo

Autor: Baustian
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Capítulo 1 Reunião no laboratório

Palavras: 1741    |    Lançado em: 29/01/2026

boratório da facul

rio noturno e go

gócio, tendo fundado uma empresa há alg

automotivo, assim como

oficina e, em um ano, tive

ma PME que estava c

a que ele controlasse sua própri

to de poder ir e vir livremente garantiu

amente ele tinha seu futuro resolvido, eles estavam exportando parte do que

tava fechada há anos e conseguiram, com seu s

precisavam, considerando q

m quarteirão inteiro em uma

as se encontraram várias vezes no ônibus, na saída da faculdade, depois estudaram uma ma

timo ano de seus estudos, começaram a moldar s

pontando para a

de ensino e ainda estava no depa

na entrou, uma garota que estava p

compartilharam um projeto de pesquisa juntos

mentou e ten

e se perdesse neles quando a olhava, era magra, embora tivesse uma bela cauda, segundo Mateo, a mais perfeita que el

onseguia entender, gostava de mulheres com uma frente marcante,

era um dia muito quente, ela estava usando uma camiseta de musculação, nada fora desse mundo, Mateo, mesmo depois de alguns meses, não conseguia tirar aquela imagem da cabeça, ele não entendi

o peito ou na boca e tinha que usar toda a sua força de vontad

arde,

a t

se ater ao

nferno, no laboratório, o ar c

de verão, seus mamilos estavam à mostra, eretos, duros, ela estava usando um sutiã branco, ele achou que era de

ue via a cada mês ou dois meses, um amigo com direitos,

do achava que ele er

sério com alguém, mas porque não podia, pois tinha

curar informações

ela esbarro

to m

z com

a ele e agar

você

de tê-la por perto, não sabia se era o perfume

Eu gosto

dos pés e procur

desconhecida para ele, agarrou a boca dela, quase desesperadamente, e sua mão, sem per

pensou em ond

eguia parar

respiração dela o i

tido nada parecido

ra um homem movi

rir, eles se separaram e ele pe

atendo muito mais rá

to m

a ver quem havia entrado - poucas pessoas tinham acess

ê está faz

irmão, que tinha acabado

investig

nada, Mateo qua

rar o sorriso do rosto, pois finalmente

, li

sse a

Lea

respondeu

pelo tom da chamada, Leandro sabia que era o celular d

ndeu a

Ambar,

e deixar de ou

ui a pouco, espero que v

indo em busca de

guns anos para terminar o curso, mas ele havia se inscrito como pe

personalidade também era bem diferente da do irmão, ele era mulherengo, já tinha saído com metade das garotas da faculdade, apesar de ser uma carreira em que

porque trabalhava muito e não porque era irmão de um dos donos, ele não era um chanta, pelo contrário, estava em muitos detalhes, aci

garotas, por isso todos pensava

oucas garotas na administração, nem mesmo 10, e a que não era casada era grande, mais do que ele

odia proibi-la de sa

mulheres se jog

desenfreado com todas as mulheres que encontrava. Ele abandonou o álcool quando sofreu um acidente de moto, não grave, mas quando viu a dor e o choro de seu pai,

ro golpe p

a nem pensar

para não aturar a namorada, foi para o litoral por alguns dias, por insistên

sando em sua con

sua mãe, assim

il superar

ficou

mb

do encontrou seu irmão,

á,

, quando

u a c

amo

mbém,

tá indo

guntou

pensando em ir a

a muita

r o cu

sua bicicleta e partiu

dia em que ele pudesse comprar uma moto BMW, ela permitiria que ele comprasse uma, era uma moto de preço alto,

a, pois já havia comprado seu

irmão o imitou, com uma Honda, bem menor, claro que depois ele mudou de model

nstante, de modo que muitas vezes Mateo e Gustavo estavam em carro

eram usadas em carros e inúmeras outras máquina

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