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sco sempre foi o meu porto seguro, mas,
ã batia em seu rosto, mas sem trazer cor. Ele tentava esconder o tremor nas mãos enquanto
ada detalhe d
após dia, como uma árvo
lado. A voz vinha cansada, carregada de noites mal dormidas. - Disse qu
senti o nó aperta
cidade grande, levando Ana Paula pela mão, eu escolhi ficar. Escolhi o barro,
ação se dividia entre o ressentimento e a compreensão pela busca dela por algo maior, al
e as raízes que nos prendiam àquele lugar não se perdessem. Assim, cada decisão mi
cesso a livros, bons professores e valores, mas meus diplomas não se
ortado cortou o silêncio,
eluzente estacionar perto do celeiro, levan
a
gesto era preciso. O cabelo estava impecável, usava óculos escuros de marca, um ves
recida
dist
meu avô Geraldo, surgindo atrás
tirar os
ecisa daqui. Mesmo
s, retirando os óculos e observando tud
ual - comentou, sem saber
respondi, me
l. Tínhamos o mesmo rosto, os mesmos olhos, mas hi
a, após um abraço apertado. - Int
ica - devolvi, sorrindo.
u os olhos
briu os braços. - Deixei o quarto prep
completou, rindo. - Não quero ser acordado de madrugada de
porque não foi o senhor que acordou com um sapo n
o avô quando meu pa
ciava o que ele insistia em esconder. Ai
nina. O Godofredo n
. Seus olhos se arregalaram, mas ela logo disfarçou. Ela nunc
nião não conta. Seu gosto por
nós
ha - ele abriu os braço
rágil. Mas meu pai a puxou para um abraço for
é quente, pão fresco, risadas tímidas. Ana Paula
cio, como se quisesse guar
s, e um futuro que tal
avessou sua mente. Então me lembrei da conversa de dias
e ano, Ana Paula não vier
planos que poderiam muda
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