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MEU CUNHADO

MEU CUNHADO

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Capítulo 1 01

Palavras: 1454    |    Lançado em: 05/10/2021

nar

mãe, Dona Betty, já ter sido Bibliotecária quando jovem, então ela sempre trazia um livro ou outro para casa. Quando se casou, e Ceci nasceu, ela largou o emprego e dedicou-se a ser dona de casa. Mas a essa altura, a casa já estava recheada de livros; distribuídos por estantes, prateleiras na parede e em caixas de papelão, seu único bem verdadeiramente valioso. E eu amava os

am nem cantigas infantis, eram musiquinhas atuais, irritantes, que grudava feito cola na nossa cabeça. Karol era minha irmã mais nova, de cinco anos. Era bem pequena para a idade e sua voz era extremamente fina e irritante. Os cabe

itei, perdend

Si

o vai assis

eitura. Infelizmente ela mudou o foco de sua atenção para mim. Agora estava praticame

eta. – gemi, odiava ler c

sse, despreocupadamente. Sim, eram férias. E infeli

você nã

sso

o irritante? Eu morava com meu pai até um ano atrás, então depois dele se casar novamente eu decidi vir morar com a minha mãe. Sim, o motivo era aquele velho clichê: A

favor,

mã em paz! – Minha m

a ninguém saiba meu nome, todos me conhecem por Malu. E a pior das Marias, a Maria Karolina. Fala sério! Todas as filhas possuindo um Maria no meio, isso sim que é originalidade e criatividade. Para o azar da minha mãe, que amava os nomes, nenhuma das filhas deixava que a chamassem de Maria. Éramos conhecidas pelos apelidos: Ceci, Malu e Karol. Eu odiava meu nome princ

dado,

ando para nós e nos analisando. Procurei me esconder pelas páginas do livro, já prevendo algum

pergunta. Procurei ignorá-la, tenta

se arrumou? Vocês só

tei tediosamente, ainda tent

er meu namora

m? Era isso que eu queri

ossuía só de olhá-la. Já estava no seu segundo casamento e nem mesmo o tempo diminuíra sua aparência e seus atrativos, tornando-a mais madura e atraente. Mas ao conhecê-la as coisas mudavam. Ao conhecê-la viam o quão mãe

mãe começar a rir, naquele seu riso alto e fácil. Na verdade

ha irmã se estressava fácil de mais.

dele é Ig

tinha que se chamar Igor? -Afastei algumas lembranç

o nome dele fosse Igor! Que pergu

a mais imbecil, Malu. –

bufou cruzando os braços.– Espero que esse garoto

Ter que sorrir, ser bem educadinha, aguentar as piadas sem graça, fingir ser simpática e claro, sentir compaixão ao ver o olhar apaix

Ma

ai se a

a são

tada. Ela juntou as mãos, num gesto de 'por favor'. Fechei o livr

tada e minha mãe voltou para cozinha. Caminhe

Ma

e é de

Eu gosto mesmo de

que eu não

alia tanto esforço. Principalmente quando eu sabia que o meu relacionamento de 'queridos cunhados' com o namorado da Ceci duraria no máximo uns dois meses, e olha que estou pensando positivo. Ou seja, namorados sendo apresentados a minha mãe; por parte de Ceci, era a coisa mais comu

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MEU CUNHADO
MEU CUNHADO
“Malu era só uma garota. Uma garota que há alguns meses teve seu coração partido e isola-se no seu próprio mundo apenas por comodidade, e também por causa de uma coisa que ela não admite: Passou a ter medo das pessoas. Medo do que elas são capazes de fazer, do quanto podem magoar. Mas tudo muda quando sua irmã surge com o novo namorado em casa, um namorado que pelo que ela dizia, seria diferente, daria certo. Ao se deparar com seu novo cunhadinho, Malu vê suas dores serem desenterradas, e acaba resgatando mais do que dores, mas também momentos e sentimentos há muito tempo adormecidos. E Igor, seu cunhado, vê agora uma oportunidade de fazer dar certo, só que de forma errada. Será que os dois serão capazes de criar um laço de, apenas, amizade?”