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O pai do meu companheiro me quer

Capítulo 3 Uma noite na matilha do meu pai

Palavras: 1678    |    Lançado em: 03/06/2026

A PE

uando verifiquei o identificador de chamadas, meu cora

os. Com certeza eu estava sob o efeito do álcool qu

s. Nunca pensei que faria algo tão baixo como dormir com outro homem que não fo

com ele. Porém, alguns dias depois, esse ódio s

le não me ligou e nem nos vimos mais, o que me deixou ainda mais inquieta, Pensei que ele estava me ig

al, nada mais, e embora eu devesse estar feliz c

e fez prometer que não fingiríamos que nada ac

elas palavras? Elas foram ditas apenas para apimentar

m não deveria significar nada para mim, mas meu cor

beça, decidida a não ligar. Então, enxuguei minh

endo no celular, mas o guardo

ontá-lo sobre isso, então acabei não fazendo, principalmente sabe

beijar meus lábios, mas desviei sutilmente,

comigo. Seu toque me repelia agora. E saber que ele estava enfia

za não iria dividir um pau com minha irmã, o que acab

um cavalheiro, e era por isso que eu nunca conseguia en

pai é esta noite"

i de Trent era o Alfa da Matilha Crimson Hills, a

ia, e a amizade cresceu com eles. Por isso, eles ficar

tusiasmo, tentando com

u te deixar lá e ir resolvê-lo. Mas

tava mentindo, uma mentira que não merecia qualquer respost

orrendo de volta para o quarto, e

pai. Quando entramos no complexo, m

o e corri par

riu, passando a mão

recisava de um abraç

Trent foi embora, e vê-lo partir

mos, Tracy estava lá com

que minha mãe deixou no meu coração quando eu tinha quatro anos,

tual e atrevido, um sorriso radiante que

eria ser tão má? E eu a amava tanto q

e estava me sufocando. Nesse momento, eu tinha que ser lega

segundo antes de desaparecer. Felizmente, ninguém p

ince. Ao vir para cá, meu coração estava na boca, pensando que o veria aqui.

tei ao meu pai enquanto me sentava ao seu

ce", ele respondeu,

nha voz rouca, mas logo disfarcei

que não podia deixar de resolver." M

ulpa me destruindo. E se Vince tivesse r

ausa do que aconteceu? Algo que só aconteceu

eu era filha do seu melhor amigo e companheira

que fui eu quem iniciou

ara a festa amanhã", a mãe consolou meu pa

ão mal que

quarto e fiquei olhando

car ainda mais meu relacionamento com Trent, se eu não consertasse isso. Eu preci

a ter me jogado para cima dele, e e

seu número. O que me chocou foi e

stante", el

calmamente, tentando contro

que

. "Peço descuplas se está se sentindo culpado, mas não precisa. Foi só uma t

nós, e eu fiquei com a impressão de

?" Havia um tom de voz ameaçador, o qu

celular com mais força. "Não é..

deia", ele sibilou, e a

corado com a intensidade da ligação de três minutos co

contrário, parecia uma fera descontrolada, as

que... o que estava acontecendo? Porque eu sentia que havia acabado de irritar

ssustou e me virei rapidamente, substituin

ue tipo de homem era seu melhor amigo, já que eu havia

le não deveria ser o Vince caloroso e amigável? Ele parecia totalme

raçando brevemente. "Obrigado por ter vindo pass

erida deusa, meu coração estava ardendo de culpa

uito por não poder se diver

va na casa assim, Tracy e eu ficávamos acordadas assist

conseguia nem olhar para ela por um minuto sequer, então

xausta. Preciso de

qui mesmo. Ela saiu e disse que

esposta foi o som suave da porta se f

ar a imaginar coisas, e não devia me torturar as

vez

ente, cliquei na mensagem que era mais

cy estava em cima dele

sagem

el companhe

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O pai do meu companheiro me quer
O pai do meu companheiro me quer
“"Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!" "Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?" "Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca. Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos. *** Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã. Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse. Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida. Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia. O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos?”