O pai do meu companheiro me quer

O pai do meu companheiro me quer

LISA BEE

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"Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!" "Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?" "Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca. Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos. *** Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã. Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse. Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida. Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia. O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos?

O pai do meu companheiro me quer Capítulo 1 Na boate

ELENA PETERS

"Agora você acredita em mim?"

Meu coração pegou fogo com a mensagem que estava abaixo daquelas fotos escandalosas.

Tomei mais um gole do meu uísque, fazendo lágrimas brotarem nos meus olhos.

Será que era o uísque ou meu coração que estava sangrando?

"Complete meu copo", balbuciei, empurrando o copo vazio.

"Sim, senhorita", respondeu o barman, assentindo.

Mais uma vez, voltei a olhar para as fotos: meu companheiro de cueca com minha meia-irmã de calcinha, se divertindo em um dos hotéis cinco estrelas da nossa Alcateia.

Há uns meses, recebi uma mensagem anônima dizendo que meu companheiro estava me traindo. Foi a coisa mais ridícula que já ouvi, e imediatamente descartei isso, achando que era algum golpe sem fundamento.

Por que não? Trent me ama muito. Ele era meu companheiro há três anos e sempre foi um homem romântico e um cavalheiro perfeito para mim.

Então, por que ele trairia? E mesmo que ele estivesse traindo, eu sentiria, não sentiria? Por causa do vínculo de companheiro. Mas eu não estava sentindo nada.

Fiquei tão chateada que ataquei o remetente anônimo, avisando quem quer que fosse para nunca mais entrar em contato comigo.

Então, hoje... hoje era nosso terceiro aniversário. Era para ser o dia mais feliz da minha vida. Tínhamos acabado de jantar com minha família e a família dele.

Era para comemorarmos a noite com uma noite de sexo ardente, mas ele disse que tinha um compromisso urgente. E, deusa, eu confiava tanto nele que não duvidei que esse compromisso devia ser muito importante para ele me deixar na mão na noite do nosso aniversário.

Então, recebi outra mensagem do senhor Anônimo, que veio com fotos. Uma prova crua e dolorosa da infidelidade cruel do meu companheiro. E com minha meia-irmã!!!

De todas as garotas da Alcateia, por que tinha que ser com Tracy, a única irmã que eu tinha? A pessoa que eu mais amava, logo depois de Trent.

Por que ela e por que ele? Por que eu tinha que ser traída tão cruelmente pelas pessoas que mais amava? O que eu fiz para merecer isso?

Mais uma vez, reli a mensagem, enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas. Cada palavra fazia meu coração se apertar.

"Agora você acredita em mim?"

Odiei o tom presunçoso dessa mensagem. Mas é claro que sim, acredito. Eu não tinha outra escolha a não ser acreditar nele. Muito obrigada por ter destruído meu coração!

De repente, uma voz profunda e rouca me assustou por trás: "Elena." Mãos com veias saltadas arrancaram o copo de uísque da minha mão. Um aroma doce e inebriante invadiu minhas narinas, fazendo meu coração disparar.

Quando ousei olhar para ele, fiquei completamente encantada mais uma vez. Como eu poderia não ficar se ele estava tão sexy esta noite? E ele tinha quarenta anos. Será que era normal ser tão sexy aos quarenta?

Odeio ter que admitir, mas o observei bastante durante o jantar. Um smoking preto nunca deu a ninguém tanto charme quanto deu a ele. Seu cabelo preto ondulado, penteado para trás, realçava seu rosto robusto e bonito e sua mandíbula marcada. Suas sobrancelhas grossas chamavam a atenção, e seus lábios nunca estiveram tão atraentes.

E havia essa confiança ousada ao seu redor. Ele era descontraído, mas havia uma aura intimidadora que ele carregava, fazendo com que milhões de corações femininos se agitassem e ele roubasse a atenção quando entrava em qualquer lugar.

É constrangedor admitir que eu estava de olho nele há um tempo. Eu sempre me pegava o observando, mesmo quando ele estava com Trent e sua mãe. E cada vez que isso acontecia, eu me odiava por ficar olhando para o meu sogro casado.

Mas isso não era traição, era? Eu nunca dei em cima dele. Então, não, eu não traí. Se houve alguém que traiu, foi Trent. Aquele bastardo insensível!

"O que diabos está fazendo sozinha em uma boate, Elena? Não podia beber em casa?"

"Me dê isso", balbuciei, estendendo a mão para pegar meu copo, mas ele o empurrou do balcão, e ele se quebrou no chão.

Fiquei boquiaberta com a bagunça, mas ele nem se mexeu, apenas um olhar gélido e intenso estava em seus olhos. Como eu disse, ele era muito descontraído e raramente se incomodava com alguma coisa.

"Trent ligou. Disse que estava tentando falar com você, mas você não atendeu nenhuma das ligações dele", ele continuou, fixando seus olhos verdes em mim, o que dificultou minha respiração.

Desviei o olhar bruscamente, tentando recuperar o fôlego. "Sim, claro. Meu companheiro perfeito. Ele deve estar preocupado, né? Por isso mandou seu pai autoritário vir me procurar."

Ao ouvir minhas palavras, o maxilar dele se contraiu. Algo no meu comentário rude o incomodou, e eu não queria ter sido tão rude, mas minha mente estava confusa por causa do uísque, e meu coração estava partido e solitário.

Ele era a última pessoa que eu precisava por perto no meu estado vulnerável. Eu poderia fazer alguma loucura...

"Se levante. Você vai para casa."

"Não, não vou...", mas ele já havia me puxado pelo braço. "Me solte."

"Não vou te soltar, Elena. Você está bêbada. O que está fazendo? Está querendo arranjar problemas? Olhe em volta. Há vários cafajestes aqui. Qualquer um deles pode fazer algo ruim com você."

"O único cafajeste que tenho medo é o que está me segurando", resmunguei, sentindo o quão forte ele segurava meu braço.

Mais uma vez, seu maxilar se contraiu. Será que essa era a primeira vez que eu via esse lado discreto e ameaçador dele, ou eu simplesmente nunca havia percebido?

Mas, por outro lado, ele sempre foi muito protetor comigo, me repreendendo quando eu fazia algo errado, sempre preocupado com minha segurança, sempre... sempre me dando um nível de atenção que me fazia ter pensamentos loucos!

Ele sempre me dizia para fazer isso ou aquilo, enquanto Trent me deixava fazer o que eu quisesse. E embora algumas garotas preferissem ter sua liberdade, eu sempre gostei que meu homem me dominasse de uma forma muito positiva. Eu só odiava que não fosse meu homem fazendo isso, mas seu pai gostoso!

Eu odiava! Odiava! Odiava isso! Mais do que nunca, porque enquanto ele me protegia e me tratava como qualquer bom sogro faria, minha mente estava cheia de pensamentos eróticos sobre ele, e isso era totalmente unilateral e injusto!

"Bom, vou te levar para casa. Vamos", ele tentou me puxar, mas lutei para ficar onde estava.

Ele sibilou, aproximando seu rosto perigosamente. "Estamos em público, Luna. Tente não fazer um escândalo."

Sim, ele tinha que me lembrar do meu título.

Luna.

Uma Luna de coração partido.

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O pai do meu companheiro me quer O pai do meu companheiro me quer LISA BEE Lobisomem
“"Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!" "Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?" "Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca. Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos. *** Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã. Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse. Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida. Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia. O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos?”
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Capítulo 1 Na boate

26/05/2028