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Cativa do Pecado

Capítulo 2 1

Palavras: 1255    |    Lançado em: 15/07/2026

RIE

reto com uma mulher linda, vinho suficiente para relaxar os ombros tensos e, se o

onto fraco, um detalhe inconveniente que c

ada passo, discreto, controlado... mas nunca inocente, com a autoridade de quem sabe exata

do frio me arrepia quando visto, depois se aquece comigo, moldando meu torso sem esforço. O dec

ausa, sei porque sint

s, alonga minhas pernas, sustenta minha postura. Quando enfio as mãos nos bolsos, não é d

icadas, capturando a luz dos postes e devolvendo em brilho contido. As arg

s me observar, não porque mostr

s como uma cascata escura e viva, cada fio com movimento próprio, como se respirasse comigo. Quando o vento da rua me

ances profundas entre o castanho e o ébano. Quando inclino levemente a cabeça, sin

nterrompida antes

voz, havia cautela. Não era como os roubos que vínhamos investigando há meses. Nenhum feri

lítica. E, como sempre, o risco de empurrarem para dentro da investigação algum caçador de recompens

stacionei, saí do carro e encaixei a arma no coldre com um gesto automático. Não havia tempo para trocar de roupa. O vestido que eu usava não

essoas em quem eu confiava naquele lugar. - Não me disse que v

aliciosa e re

oite, H

s azuis. Calcei-as com calma, puxando o látex entre

r do que aconte

e silencioso. - Equipe pequena. Desligaram as câmeras e elevaram a temperatura

adro. O corte na moldura era perfeito. Profissional. Não houve

mes, entraram e saíram sem serem vistos

lançou a

pessoal em serviço. Ninguém fora d

o plástico de evidênci

arte se espalhava pelo mundo. Algumas peças eram retiradas com justificativas jurídicas sofisticadas demais para serem coincid

u, Comissária ? - Héloïse per

por um segundo a

ha de Espadas

milionários, execuções impecáveis,

ia conduzido a maior parte da investigação. a silhueta captada em ângulos impossíveis, os movimentos prec

im em quase tudo e, ainda assim, perigosa

paciente que ecoava pela galeria quase vazia. Ela estava visivelmente irritada, não histérica, não desc

fraqueza, mas por reconhecimento. Ergueram-se levemente as sobrancelhas, a

nalmente alguém com quem pos

inuaram na época, tornamo-nos amigas. Nada além disso. Miranda admirava minh

que esteja passando por isso novamente. Fare

o silencioso que eu fazia comigo mesma toda v

tremor na voz. - Pelo visto, estão enviando um inves

baixa, quase

is valiosas do museu, um diamante e uma coleção de joias. Uma das obras recém-a

umentara

cuidarão dos detalhes técnicos. Pode

iranda precisava de firmeza, mas também

, me ac

quer sirene. Observei os pontos escolhidos, distintos e estratégicos. Cada equipe agiu com

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Cativa do Pecado
Cativa do Pecado
“Beatrice Bianchi Lamberti vive sob a fachada impecável de investigadora de seguros. Cruza fronteiras com contratos limpos, circula entre galerias, cofres e aeroportos com a elegância calculada de quem nunca deixa rastros. Oficialmente, recupera obras de arte roubadas para grandes seguradoras. Nas sombras, decide quais peças retornam aos seus donos e quais desaparecem para sempre, revendidas no mercado negro a colecionadores que pagam fortunas pelo silêncio. Calculista, sedutora, implacável e intocável, Beatrice construiu um império invisível sustentado por mentiras elegantes, e domina o jogo porque raramente é desafiada. Tudo muda quando uma obra rara desaparece do Museu do Louvre. Enviada à França como especialista no caso, Beatrice usa sua rede de contatos para integrar oficialmente a força-tarefa. No submundo, é conhecida como Rainha de Espadas, não por seguir a lei, mas por compreender que ela é apenas mais uma carta no baralho. Ela aprendeu cedo que o crime organizado não teme a polícia apenas a manipula. Ao cruzar o caminho da Comissária Gabrielle De La Fontaine, Beatrice entra em território hostil. Antes mesmo do primeiro toque, já está marcada. pelo ódio contido, pelo desejo incontrolável, pelo olhar que promete guerra e algo perigosamente mais íntimo. O que deveria ser uma investigação de resolução rápida torna-se um jogo obscuro de poder e provocação. Cada pista revela não apenas o rastro do ladrão, mas a tensão crescente entre caçadora e predadora, embora, em certos momentos, seja impossível distinguir quem ocupa qual papel. Beatrice não se contenta em vencer, ela observa, invade, provoca. Impõe presença, controle e desejo com a mesma frieza com que negocia obras roubadas. Gabrielle resiste à manipulação, às mentiras, e à atração que ameaça desarmá-la por dentro. O atrito é imediato. Olhares afiados. Silêncios carregados. Confrontos que queimam sob a superfície profissional. À medida que a investigação se aprofunda, o desejo entre elas torna-se inevitável, intenso, proibido e perigoso. Cada toque é uma ameaça. Cada segredo, uma arma. Entre corredores dourados, noites parisienses e leilões clandestinos, lealdade e traição se entrelaçam enquanto a linha entre justiça e crime se dissolve. Quando a verdade finalmente vier à tona, não será apenas a arte que estará em risco, mas tudo o que arde entre elas. Porque, no fim, ambas precisarão escolher. a lei, o crime... ou uma paixão capaz de destruir tudo. Prepare-se para um romance sáfico, sensual e implacável, onde amar pode ser o golpe mais arriscado de todos.”