icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
A Noiva do Monstro das Profundezas

A Noiva do Monstro das Profundezas

icon

Capítulo 1 O tributo

Palavras: 2408    |    Lançado em: 22/07/2026

pre soube

ão sabi

rtenciam a ele. Dizia isso sempre que eu chegava em casa com os pés molhados, depois de passar hor

gue tão p

ca obe

inda não soubesse que o mar era co

mente viv

o mais

fam

pac

reunia diante do templo, eu finalmente comp

no t

a

u

r

sou Vespera c

de madeira da minha ca

m conv

s estavam

inas, p

as, tra

s haviam d

nteira estivesse pre

m deveri

ão es

ai

estava atr

o olhar dela s

Ma

ua boca tão baixo

i os

s, pensei em fingi

não

ilo fosse apenas um

não

ca

, Vespera esco

nica

regava

a que ninguém sabia dize

rás, uma criatura surgiu das prof

exigiu u

por

tri

egue, as tempestades pass

os reto

ções sobr

s nasceria

to fosse r

sua dívida de

era isso

ca acr

quela

, por

os

e estava

que me

o

o te

o oc

ha

mulher que

do meu p

a foi destruída

comendo apenas sopa de batatas

ãe não

la noite,

so comigo - e

e vi

zer

e enc

resp

prec

á sa

vestido sob

an

pri

elas mulher

do do T

ntrado a peça

obre a m

bilh

xplic

eu não s

os anciãos conversando com

, desde então, todos em Vespera e

a esc

s você tinha?

e franzi

uan

entregara

viou os

sabe

ouvir vo

ênc

te e

era o n

apertou

ara

era o n

lia

a vo

e fechou

resposta

rr

que hav

ento, algo dentro de mi

ão é

ilh

vou m

sabemo

ma risad

o sa

guém

e apr

seja di

erent

é dif

ei i

e atingiram de uma

or

e não re

tão que

a de alg

quê,

ara

r qu

eu rosto com

e é a s

ira vez que

o mon

do

Ves

-

começou ao

templo cercada p

precisassem

nham medo de

ueria

omo eu

ia me aproximar

estava

as de

las dizia

havia um

ela, o

do te

ma

eguia o

tiam contra

m

u

s v

stivesse

os de

ote me e

velho chama

spera respe

a goste

quenos e escuros, se

sse procurando

alg

dele, seus olhos p

ra V

ômago r

as se mexeram

clinou a

uero fa

o ficou a

mãe so

, não demons

hece as co

ço as h

são hi

ment

percorreu

ote se a

uid

m o

i para

om

ém re

sor

vesse enl

fosse

mente tivesse che

anos. Que precisa de uma vida para nos protege

ficou

o pacto n

pa

Si

fez ess

o resp

uem

ances

ue eu preciso

cê pertence

avra

ten

iei a

pertenço

z, algo mudou no

e

imperc

eu

o comp

o de que eu d

abia

nha ce

-na - o

das ava

rec

segurou m

gol

ntou me

i su

ém g

ira explodiu

cor

pe

hei pa

s degraus

ssei a

pelas

mãe grita

tin

cortava

nco se arrast

a para onde

as para on

a o

nc

à beira da fl

ração estav

e, achei que t

ouvi o

m

o

r

rém, havia al

o vinha

do o

lent

tava atrá

tinham para

s estavam

a no alto d

am para o m

ma

s havia

leta

primeira cois

a foi o

ro parecia ter

uma

ma ga

um v

a

ua começou

mo uma

a coisa estiv

ração

surgiu sob

de d

o gr

e apr

nuou cr

er desaparecido de

tos azuis surg

ho

onseguia

tura e

o, os c

s, a

os o

tante d

en

str

pele escura coberta por pl

charam contr

e saiu de s

a um r

algo

a

ti

fun

preendia a

reendi m

Ma

ngue c

a inclino

inosos estavam

ra V

rec

pas

is o

aiu d

nto fazia o

ás de mim come

s fug

aíram de

não se

nas obs

perado por aquilo

aminhou em m

consegu

po não

u diante

erguer completamente a cab

go terrí

a fazer qualque

eus o

s não era

tri

que me

estendeu um

a poucos centíme

i os

rei

não

uma pressão quente

os

tocava com ape

cuid

eu fosse

esse medo d

morou - e

ez meu pe

onsegui

proximou o r

ito era

sal e alg

perei p

Eu

voz

e obs

para o ves

lhos m

mais i

que você viria

para a

e estava

va parado

ent

ra ficou

O

ez que percebi q

sa

ente

vamente

ura que todos cha

m por vonta

zuis se es

por qu

para

a v

minha

ão pa

e me en

o m

a pele da criatura

a percorreu

pelos

ou as

hou pa

Ves

apareceu no rosto de alguém q

undezas encarou os

to não

um passo

eve

irou lentame

cê s

empali

e cumpra

stro

s da vila

ão era o

s re

i para

ompre

azia s

a voltou sua at

é Mar

se

Si

e apr

endente

ação di

m é E

a ficou e

ti que acabara de faz

le se a

ficou próx

ê não

ber

endeu o

rec

toque

pa

iata

me surp

undos, nenhum

ele pe

tem med

ria ter

ão co

Si

eu corpo brilh

receu

isica

tra m

veria ter m

é um

Si

a me desc

não

e convencer

que não de

as o suficiente para que sua

nca pedi que e

para

s par

cê vai m

Si

ação de

ual é a d

e enc

que você não ser

eu sou

permaneceu

seus olhos descer

oltaram

tão

Mi

ngue f

pertenç

nda

Nu

inclinou

arecia

não com

o me e

ou para

s par

rimeira em t

meira

encontrar

que não veio v

o ent

eria me tr

deu a mão

z, não m

ontou par

que eles mentira

as onda

rep

len

rdec

para

stava em

tava algu

entava cheg

tarde

segurou mi

gri

olt

te

ut

anh

ão re

me se

Pa

e s

vai se

refiro

icou

fizeram alguma

lhar

diga

or

me puxou co

ionado contra aquela

esperei tr

o parou

elo

trou n

lcançou

meus

a ci

pe

gri

elo

segurou com

merg

o desa

e vi antes de afu

ha

ha

emp

ias

cando pa

apenas o

zuis brilhando

levou para as

u havia passado a vida inteira aprendendo a odiar seria a ú

bia de u

o para o rein

itava que e

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Noiva do Monstro das Profundezas
A Noiva do Monstro das Profundezas
“Durante séculos, a vila costeira entrega uma jovem ao mar todos os anos para apaziguar uma criatura que vive nas profundezas. A tradição é chamada de O Tributo. Quando chega a vez de Mara, ela decide fugir antes da cerimônia. Porém, o monstro não aceita que sua escolhida escape. Ele surge do oceano para buscá-la. Mas Mara descobre que a criatura não é exatamente o monstro dos contos que sua vila descreve. Ele é inteligente, antigo e capaz de falar - embora tenha uma aparência verdadeiramente monstruosa, com pele escura coberta por escamas, olhos que brilham na escuridão, garras e uma forma que muda conforme suas emoções. E o pior: Ele não quer matá-la. Ele quer que ela fique. Porque, para aquela criatura, Mara não é apenas um sacrifício. Ela é sua companheira destinada. O problema é que Mara descobre que o verdadeiro monstro talvez não esteja nas profundezas. Talvez esteja na própria vila que a entregou. E quando ela começa a se apaixonar pela criatura que deveria temer, precisa decidir se prefere retornar para a humanidade ou permanecer ao lado de algo que jamais será humano - mas que é a única pessoa que realmente a escolheu.”