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A Noiva do Monstro das Profundezas

Capítulo 2 O reino submerso

Palavras: 2557    |    Lançado em: 22/07/2026

era como eu

quando chegasse a mi

ez f

ez f

timo suspiro antes

ue morreria com

que continuar

nunca imaginei que

a b

ent

nteiro entr

ei g

iu som

ati

isa para segurar, qualquer coisa

o havi

ba

s esc

eles

azuis da

va me se

dor do meu corpo, mantendo-me jun

dáva

dáva

eria

me af

ia v

pulmões q

o começou

a coisa toc

ga

os

estava me

arecia pr

me en

ava mo

recia tr

empur

ão se

lmões finalmente explodiriam, s

percorreu

res

ág

r

e ve

expandiu vi

utra re

ou

ou

não des

as m

eguia r

o do o

era imp

ao r

o havia de

tivesse sido esc

a lu

ten

har

azuis brilhavam

se moviam lentamen

rentes nadavam

suíam olho

ão tinha

atura pass

comp

comp

uma serpente cob

ceu em meio

is gr

vez, c

qu

z saiu e

af

audí

o olhou

esp

ocê

ei

me fez

Si

Co

respira na

como eu

z ecoou

pi

e criaturas co

uis di

re

e obs

era

alguma co

Si

O

apacidade de

pode fa

Si

r que não

receu

o estava

i os

odeio

u s

os

cê s

cê d

a ter mudad

o mu

mo s

ou para m

hando para mim como

ara a m

para

ez eu

pequena

i ind

uena

asse

a me

a encontrar

alv

m ce

alv

de dize

or

e é irr

nte

não e

ue você est

ei em s

nuou me e

nifica que eu

ra era i

egada por um monstro

discutind

e significava que e

já esta

ilo fosse

rno fosse exa

ocê para algum lugar desconhecido enquanto respo

de está m

ra c

ua

Si

vou fi

tinuou

Va

ão

Va

o pode de

almente

r de nós conti

eu pudesse olhar dir

ara onde

ri a

a s

tinha r

sp

odia

a mã

ração

via f

nda estiv

tivesse feito

vez

nha

ro fico

e tem

fico

Si

reciso

recisa

não pod

or

eu não pe

va vo

ão manda

me s

iatamente come

gri

egurou n

entando prova

entando n

que você po

ão sei

ou em s

tam

a sido útil

inei que

or

ive pert

o mar não signi

humanos são

é um

abelecem

enc

e enc

inha vontad

as

embrei de

ele hav

que eu sou

Si

isso s

u a nadar

ca que vo

Ma

o so

pa

tem u

O

m n

que tenh

Qu

Ma

repe

Ma

u diferente

s g

ant

alavra pertences

vo

ou em s

O

eu

sil

ê não

Te

ão qu

sviou

foi e

Di

or

consegue pr

so te

muito i

cê t

estamos

hou pa

nome é

eceu vibrar d

a

or quê, mas se

Va

s sob a pele d

completame

que

Na

isse s

u s

E

Na

que está me

deveria sab

i a t

r qu

ão res

Va

brilharam

chou o

Pa

or

cê está diz

izer que eu não po

ão

o estou diz

riu os

a coisa dif

não com

o meu nome como se

ão o

e apro

ma pr

o bateu ma

o en

u s

tinuou

olhando

prom

ão fazia

havia sido arrastada para o oce

osid

odiei

-

uito para

lvez

ossível

, o tempo parec

e eu conseguia f

ael me mostra

a to

áci

ín

areciam ter sido con

as,

por uma

e resta

uções era

obertas p

iaturas que eu

s dest

o havia

o dela, u

Va

e imedi

sua história, recon

tada na pedra possu

smas

ma po

a algo d

a, Vael p

e

constru

ol

quem c

eu

eu

Si

mente para

estão

ão res

esp

Va

ort

ito ap

To

ase

e acon

tinuou

a gu

ntra

uma

quei

arecia i

os fize

lgu

or

Me

ó i

anos destruírem coi

me inc

rque foss

vo

ue te

matou h

l p

para

Si

oli em

uan

ão

ê não

am mu

ocê é um

Si

simples que me de

a uma just

de

uer c

ão of

tentar dizer qu

ns mer

os o

sviou o

mago se

ria od

uando ele era ap

ra uma h

rosto que habitav

u tinha

a

hist

ado cheio

a mãe estiv

devesse

você não

ltou a

Di

que eu era

Si

não r

ão fal

r qu

ênc

e minha

ênc

sperou trez

pa

sua expre

uminosas de

e ela p

Qu

El

lguma coisa

sação e

tivesse ouvido

m é E

me en

ealmente

ãe nunc

tou o

imou o ro

ocê é a

ação ac

ima o

ão res

eu rosto com

ten

çou apenas parte

esp

para min

s par

ima da

l lin

de

e E

Si

m era

chou os

vamente, havia alg

nha

i de re

Su

segui t

me so

i a af

não me seguro

ntei

m des

i os

as pe

dei

Va

e aga

não queria que eu

o quero

pare de

ão sei

ou contra

ue qu

me dê

ere continu

fique

é imp

ê já

u a nadar

eguia parar de

no

yr

ance

ia existido trez

havia prometido alguma coisa à

Va

O

ê a a

spondeu im

i os l

ecisa re

Si

ra veio

mp

r

ito ap

bia po

bsurdo sentir

osse ape

ir aqui

acontece

icou i

ou passando ao

a mo

chou o

ação ac

onde e

lhou p

ão

ê não

desapa

uan

m que deveri

po fico

e acon

nunca

ntre nós se

ocê e

Si

rezento

Si

para aque

a V

todos em Vespera c

uma pergunta diferente

ivesse dizen

não queria

me en

queri

Si

do ela n

spe

nviaram outr

Si

atou alg

ue acontece

ão res

Va

garam ao

O

huma

nzi a

s foram e

Fo

não e

u s

o me e

me

expressão est

uase humano

or um instante, que eu esta

unca exigiu

ração

o que

e apro

iu para um

a es

untar qualquer coisa, o o

ficou

ulos se c

que

o resp

para

ovia na e

so

is o

ou

uxou cont

ão

or

Ma

vez que ouvi me

olh

arrep

de criaturas a

íam corpos lo

nham boca

não poss

tura vertical c

os cer

ros

z a água

turas r

excet

ma

e apr

olocou at

rei seu

ue sã

edad

que es

sem rosto a

ível atrave

virou

e senti

tiram

zuis encontr

u sa

ação di

tem me

urou com um

Mu

ael

vamente para

marcas em seu corp

nsam

ava com

ã

a mais do

po

teç

tin

atrás

você v

briu a

as apar

elas quem gove

tura a

tam

ercebi que talvez eu t

levada para o re

levada para o

naquele lugar q

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A Noiva do Monstro das Profundezas
A Noiva do Monstro das Profundezas
“Durante séculos, a vila costeira entrega uma jovem ao mar todos os anos para apaziguar uma criatura que vive nas profundezas. A tradição é chamada de O Tributo. Quando chega a vez de Mara, ela decide fugir antes da cerimônia. Porém, o monstro não aceita que sua escolhida escape. Ele surge do oceano para buscá-la. Mas Mara descobre que a criatura não é exatamente o monstro dos contos que sua vila descreve. Ele é inteligente, antigo e capaz de falar - embora tenha uma aparência verdadeiramente monstruosa, com pele escura coberta por escamas, olhos que brilham na escuridão, garras e uma forma que muda conforme suas emoções. E o pior: Ele não quer matá-la. Ele quer que ela fique. Porque, para aquela criatura, Mara não é apenas um sacrifício. Ela é sua companheira destinada. O problema é que Mara descobre que o verdadeiro monstro talvez não esteja nas profundezas. Talvez esteja na própria vila que a entregou. E quando ela começa a se apaixonar pela criatura que deveria temer, precisa decidir se prefere retornar para a humanidade ou permanecer ao lado de algo que jamais será humano - mas que é a única pessoa que realmente a escolheu.”