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recisa f
ndo um perfume enjoativo, os convidados importantes, os fotógrafos e os seguranças. Tudo parecia uma cena absurda da qual ela qu
vou faz
uro
Nã
aços com força, os dedos
ima desa
é probl
oblema
dela. Quando precisavam de alguém para cuidar da avó doente, era dela. Quando precisavam de alguém para culpar por qu
eu braço
inda mais. - Vo
ão ex
não acontecer hoje
u os braços.
deceu drasticam
O
prima
Ót
evou di
hor a
evou o
já era
r. Aurora observou o desespero alheio sem sentir uma gota de pena. Durante anos, aque
ai subst
. Uma vez. Duas. Depois, soltou uma gargalhada g
enlou
uro
Nã
scu
e casar no lug
ê pre
preciso
cisa,
Aquela não era apenas uma sugestão ultrajante.
estômago afundar quando a tia desviou o olhar. Aqui
amos co
cont
ênc
cont
lion
do. Claro. Sempre envo
estava prestes a se casar
em seco. - Ale
e revistas financeiras, o empresário que comprava corporações inteiras sem sequer se dar ao trabalho de comparecer às reuniões. O
ria que ela se casasse com ele.
Nã
fundo, à beira do
Nã
não tem
gelado e cortante. - E
bolsa e simples
-
anto o motorista mexia no rádio, buscando uma estação sintonizada. Aurora olhava pela janela; prédio
u celula
desconhecido
novamente. Ela
terceira vez, a pa
, deslizando o dedo pela
ndeu. Profunda, perigos
ita Auro
testa. - Que
ausa antes que o
andro D
rulho do trânsito, a música abafada do rádio, o balanço do táxi... tudo de
ando manter a compostura, mas e
de sair do H
lido percorrer sua coluna v
o da linha foi esmagado
hando para você n
gar, Aurora virou o rosto em direção à ja
trajeto desde que ela saíra do hotel. Atrás do vidro escuro, havia alguém observando. Espe
one, ainda mais baixa
os convers
nada para con
em,
ou me casa
o, preencheu a linha antes que Aless
ue eu estava lig
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