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da segunda
bia. Só não sabia o tamanho da coisa - e isso, no fim, é
a sinônimo de propósito de vida. Tinha terminado, três meses antes, um relacionamento de três anos sem uma única briga digna de nota - o que, convenhamos, é o tipo de fim qu
to terapia, ou yoga, ou aquele curso de cerâmica que tod
ma passagem
"a experiência definitiva para quem tem entre 21 e 29 anos". Eu li isso. Vi o número. Fiz a conta. E
mparando reformas de cozinha e planos de previdência privada. Eu queria provar uma coisa. Não sei exatamente o quê, ou melhor: sei, mas ainda não tinha cor
uém perguntar mais nada. Funciona quase sempre. Funcionou com a minha mãe, que só perguntou se eu ia usar protetor solar. Funcionou c
o. Mas isso eu só f
*
a de marketing. Faço planilha até pra decidir o que vou assistir na sexta-feira. Tenho uma pasta no computador chamada "decisões importantes" com subpas
ete dias com gente que nasceu depois do Orkut morrer, sem consultar a pasta, s
mim. Sei que "as pessoas hoje em dia são de outro mundo" é uma forma educada de dizer "eu não entendo mais o mundo e isso me apavora
, não tem nem uma piada de internet que confirme essa fronteira - eu inventei ela sozinha, com material de primeira qualidade: comparação, insegurança e um scroll de duas horas no Inst
ossabotagem, se você parar pra pensar. Eu p
*
ncia, dobrada, numerada mentalmente por ocasião. Dessa vez, joguei tudo numa mala pequena, decidida a v
ei que a metáfora n
ara, mas vai que". Separei um tênis branco que comprei especificamente pra essa viagem, ainda com aquele cheiro de loja que não sai nem depois de três lavagens.
ma resposta pronta para a pergunta "quantos anos vo
*
da mesa - sim, impressa, eu sei, ninguém mais faz isso, mas alguma parte de mim ainda acr
o aquilo antes, claro. Vi quando comprei, vi quando recebi a confirmação, vi quando imprimi. Mas al
ze, quatorze anos mais nova que eu. Ia ser, e
o, e aqui eu preciso ser honesta com você: talvez esteja reescrevendo esse momento pra parecer mais dramático do que foi. Talvez eu só tenha olhado pro celular por trê
que não
ar significava admitir que a viagem inteira tinha sido um erro pensado errado desde o começo - e eu não estava pronta pra admitir isso ainda.
e bagagem dentro dela, de um jeito que nenhuma companhia aérea j
pro
*
, mandei uma mensagem pra B
das qualidades dela que eu mais invejo e menos pratico: "Eu nunca te
ar num mundo que ia continuar girando perfeitamente bem sem eu estar nele por uma semana - o
e enorme, parecendo menos um meio de tran
amanho da coisa que est
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