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AL
não par
lamp. O paciente tem trinta e oito anos, fratura exposta de fêmur, lesão vascular associada e uma história de acidente de moto que ninguém co
o caindo
centro cirúrgico desse hospital provincial parece ter desistido de funcionar há pelo menos uma hora. Suo
Não o culpo. Ele tem vinte e seis ano
utor
Ca
é para tranquilizar ni
istir. Eu peço outro fio. Peço mais compressão. Peço o vascularista de plantão pela terceira vez. A
nta m
. A pressão arterial é um número que não d
ci
Sei o que o relatório depois vai dizer. Sei que tem gente do outro lado da porta esperando uma
e acho ne
ta apenas acelera a reposição. Ninguém discute. No centro cirúrgico, a discussão vem depois, quan
gum momento o vascularista chega, avalia, resmunga algo sobre "situação complexa" e assume parte do campo. Eu
relógio marca quase quatro h
te vai p
os meus dedos. Eles tremem um pouco. Ninguém comenta. O resident
tá falando baixo. Eu escuto pedaços: "deci
to da garrafa e f
-
e-mail chega às s
de esclarecimentos –
o, quase educado. Pedem relatório detalhado. Pedem justificativa técnica. Pedem cópia de todas as anotações d
rocesso ético formal. Ainda. Mas o e
lar vibr
iu o e
só com
ontos. Depois: Q
is a gent
ira a café velho e a ausência. Eduardo tirou as coisas dele há quase dois anos, mas ainda tem uma
orque fico parada demais na frente da cafeteir
e me explica o óbvio: não assinar nada sem ler, não discutir o caso com colegas, não postar nada em rede social,
a sem bater, porque tem chave. Traz pão d
está
va. Já é a
a cozinha e me observa enquanto
Al
o co
em fal
alar. Eu co
e de pão de queijo e come um
rdo ligo
estômago
or
rupo de médicos. Fofoca corre rápido
ocê d
E que se ele quisesse sab
rio se
ra falta só
m ligou. Eu
zer isso e ainda me olhar sem culpa. Eu a amo po
da mesa da sala. Eu fico no sofá com um livro aberto na mesma página há
embora, beija m
r médico do mundo.
ento em que o sangue não parav
*
ão aguento mais as pa
coisa, estou aqui" me deixa mais sozinha. Então eu pego a chave do carro, dirijo até um hotel n
pido o bastante para perder o chão, mas b
a música instrumental toca baixo demais para ser identificada. O barman limpa um
lo silêncio - diz uma voz
ro a
m também não quer conversa, mas resolveu quebrar o protocolo mesmo assim. Cabelo escuro, levemente grisalho nas
pena -
e a resposta tivesse sido
de do s
pressa. Ficamos em silêncio por alguns minutos. Não é constrangedor. É
u o dia tomando decisões ruins
assou o dia fingindo que as
o rosto. O sorr
serv
abi
o meu. O uísque queima d
pergunta depoi
Nã
e uma so
. Eu ta
sobre a música genérica, sobre o fato de que hotéis de beira-mar sempre cheiram a desinfetante car
vazio e percebo que estou menos bêbada do que pretendia. O álcool está lá,
Eu pago a minha. Leva
ir? - ele perg
ão tem pressão no olhar. Só uma pergun
Si
beça, como se a re
ra a carpete novo. Eu abro a porta do quarto que reservei por im
convers
abro a boca antes mesmo de ele beijar. O beijo é fundo, molhado, sem delicadeza de primeira vez. Língua, dentes, gosto de scotch e uísq
rto com um movimento preciso. As mãos dele descem, pegam meus peitos com firmeza, os polegares
... - m
astante para eu sentir o puxão até a boceta. Eu enfio os dedos
que e
arar agora
e pela primeira vez
s coxas. A língua dele encontra o clitóris sem rodeio, quente, úmida, pressionando com a pressão certa. Eu solto um gemido alto demais p
. continu
ontra a porta, as pernas bambas, a mão apertando o cabelo dele com fo
baixo a cueca. O pau sai pesado, grosso, já completamente duro. Eu desço a mão, ap
inha -
abro com os dentes, enrolo nele com as duas mãos,
ue uma das minhas pernas e enfia de uma vez. O gemido que sai de mim é ba
udo
is f
a meu quadril, a outra agarra meu peito. Eu empurro o corpo para trás, encontrando cada investida. Ele morde m
. O ritmo muda: mais fundo, mais lento, mais intenso. Eu cruzo as pernas nas costas dele e puxo. Ele geme meu "nome" que não ex
gantes, o suor escor
camisinha e se deita de lado. Eu fico de barriga para cim
la minha barriga,
da ac
elizm
a um ris
m só o silêncio confortável de duas pessoas que aca
e a roupa com a mesma eficiência de a
ele olha para mi
oi
Fo
orta. Pausa
uid
cê t
a. O quarto vol
jando em alguns pontos, o cheiro dele na pele e no
inguém ainda fez em voz alta, mas que
não
o isso em silêncio, para mim mesma
que na boca e a certeza de que a vida do lado
terior. Desço. Devolvo
ssageiro. É um número desconhe
at
m as mãos firmes no volante e a memória de u
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