“- Fico feliz por saber. Mas você tem certeza de que não há espaço para um homem em sua vida? - Absoluta. Ele tocou seu lábio inferior com uma carícia suave como uma asa de borboleta. Natasha encolheu-se. O pequeno toque era, de alguma forma, mais íntimo do que um beijo. Ele deu um riso suave, que ninguém além dos dois poderia ter escutado. - Eu precisaria de uma noite para fazê-la mudar de idéia - ele murmurou, a respiração eriçando o cabelo que circulava a orelha dela. - Apenas... Uma... Noite. Natasha procurou sem sucesso uma resposta definitiva. Mas era tarde demais. Ele já tinha ido embora.”