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MEU DELEGADO

MEU DELEGADO

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Capítulo 1 MEU DELEGADO- livro 3

Palavras: 1596    |    Lançado em: 13/03/2022

ntina

raçando os joelhos, apoi

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peço que pare, por favo

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por favor, pare S

Abre essa porta Cindy.

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matar, sua put

é a porta se abre. Aluci

indo diretamente em mim

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r de suas mãos, mas é i

nguém, e ele nunca me d

e jogada na cama. Seu

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s pernas rasgando em s

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é? Admite. Eu vi você o

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o, não podia perdê-lo. Os

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ão. Depois daquele dia

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ntos, sou pega de surp

o de bruços e monta po

to de sangrá-los. Algo

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indo alívio, porém uma

mais, que não posso ac

e decido lutar pela min

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quando estico o braço a

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é o ferimento. Respiran

vou te ma

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tem medo. Está com m

em de fazer isso. É só u

a família vai

atilho

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e pegar. Vai se arrepend

Spencer. Aguentei p

endo de

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ontra s

ço o som do baque no

ânico percorre meu corp

o balançando o corpo p

u fazer? O q

em Cindy,

iso fugir

o que sobrou de força,

gem de verificar se est

estar vivo. Junto uma

pessoais e um pouco d

teira e guardar a

porta do banheiro, e m

os hematomas, o sangue,

com água, e jogo no ros

ite. Amarro os cabelos e

ndo do corpo desfalecido

ção

etom cobrindo meu rosto

de e quando, mas terei

s irá toc

ajeito mais uma vez a g

do gravatinha igual de p

Porque isso é pior que le

ado, mas conheço alguns

ser o

ação, me colocaram com a

aquela mulher. Clarament

sem educação. O estereo

as, prometi para Dylan

delo de Dercy Gonçalve

ço celebridade famosa i

valheiro à

e saia, fode meu psicoló

r hoje irei ter paciência

eu sorriso largo, os lá

o faz seu tipo, lembra?

do terno e sigo em direçã

parede, pego a

volante, e sigo em dir

cia da polícia anuncia

o consigo desligar. Pr

área, e o que me ag

om vítima no local. R

ge. Q

go vai casar preciso d

huma ocorrência. Deslig

ntro do

mo da igreja, noto a m

stas. Isso porque seria

u chapa, nossa percepç

nte dif

ra estacionar, mas não

quando um carro acende à

iro o volante direciona

tudo na vaga, e pior nã

u lugar. Anoto me

ficar assim, eu vou pega

ma hora que a

os e soltos caem sobr

ele. O vestido vermelho

sse uma segunda pele

m diante dos

em da ponta do pé até

banco, mas não consigo

lha do capiroto. Por al

apertada ou seria a po

u

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MEU DELEGADO
MEU DELEGADO
“Valentina Torres Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua. Minha visão vai ficando turva, embaçada. É o meu fim. Fecho os olhos sentindo alívio, porém uma voz ao fundo sussurra no meu ouvido que mereço mais, que não posso acabar assim. Reúno forças que não sabia que tinha, e decido lutar pela minha vida. O ar fugindo dos pulmões dificultando respirar, me contorço. Distraído com seu ato de violência, não percebe quando estico o braço até criado mudo e pego a caneta. Tento mover o abdômen e com um momento de coragem enfio no seu joelho. Gritando, Spencer solta a cinta que prendia meu pescoço e rola para o lado levando as mãos até o ferimento. Respirando fundo, pulo da cama. - Eu vou te matar, Cindy. Em pé, nua e sangrando. Procuro a arma que ele esconde em um compartimento secreto atrás do nosso retrato de casamento. Por vezes fingi estar dormindo e o vi mexendo. Talvez estivesse só esperando o momento certo para descarregá-la em mim. Levanto a arma em punho e miro em sua direção. Olhos que antes tinham fúria, agora tem medo. Está com medo de mim, querido? - Você não tem coragem de fazer isso. É só uma puta interesseira. Se me matar, minha família vai acabar com você. Engatilho a arma.”
1 Capítulo 1 MEU DELEGADO- livro 32 Capítulo 2 MEU DELEGADO- livro 33 Capítulo 3 MEU DELEGADO- livro 34 Capítulo 4 MEU DELEGADO- livro 35 Capítulo 5 MEU DELEGADO- livro 36 Capítulo 6 MEU DELEGADO- livro 37 Capítulo 7 MEU DELEGADO- livro 38 Capítulo 8 MEU DELEGADO- livro 39 Capítulo 9 MEU DELEGADO- livro 310 Capítulo 10 MEU DELEGADO- livro 311 Capítulo 11 MEU DELEGADO- livro 312 Capítulo 12 MEU DELEGADO- livro 313 Capítulo 13 MEU DELEGADO- livro 314 Capítulo 14 MEU DELEGADO- livro 315 Capítulo 15 MEU DELEGADO- livro 316 Capítulo 16 MEU DELEGADO- livro 317 Capítulo 17 MEU DELEGADO- livro 318 Capítulo 18 MEU DELEGADO- livro 319 Capítulo 19 MEU DELEGADO- livro 320 Capítulo 20 MEU DELEGADO- livro 321 Capítulo 21 MEU DELEGADO- livro 322 Capítulo 22 MEU DELEGADO- livro 323 Capítulo 23 MEU DELEGADO- livro 3