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MEU DELEGADO

Capítulo 5 MEU DELEGADO- livro 3

Palavras: 2452    |    Lançado em: 13/03/2022

uro a saída do bloco p

angústia e medo eram t

a trocado de roupa. Nã

e estou livre dessa dis

o estacionamento em bus

o o alarme para

Nova York escutando "P

ha do dia, desafino can

janela e uma mão no v

prédio. Sabe aquela mús

o dia repetindo por vár

nuo sentada esperando q

cho os olhos, e encos

ubam minha atenção.

Yasmim à vizinha de po

os braços e chacoalh

tenta se desvencilhar,

m de dezessete anos po

edindo que ele pare.

paralisada. Quero sair

mesma voz de cinco anos

ser forte m

amente, pego o celular

ando a agressão. E como

is em quanto tempo? Um

er uma desgraça. Deslig

rro e ir até lá e esfreg

h

consigo ter uma boa v

omem ergue sua grande m

do a jovem recuar algu

raiva, abro a porta com f

. Assustado, ele cambal

o seu pescoço aperto par

força su

m meus braços tentando

aqui. Grito vários pal

ressor xinga, esbraveja,

no chão. A luz vermelha

e a siren

que e

cessar ess

vindo diretamente da r

comigo mesmo enquanto

atrasado com o prazo d

muito bem lidar

e fez. Bateu nela, e a

odia ter

munha da agressão. E s

r desacato

está na hora

umento, fecho o notebo

tirar as marcas do tecid

o da confusão tenho a

o aque

E PARIU!

ue meus olhos percorr

s de tecido, e de pijam

jama. O short é tão cur

-lo com os dentes, e a p

de uma bomba atômica d

bicos arrepiados marcand

A visão de tê-la sob

aos meus desejo

oca chupando e engol

pensamentos. Paralis

ole para me aproximar.

r na minha vida e manter

efrescar o calor que es

os passos em dir

- chamo po

rá para trás ao ouvir

com os meus, e posso ve

m seco, noto que suas

sobrancelha totalmente

m vergonha, nem sabi

o você é o delegado,

para furiosa em f

stá acontecendo? - d

l respo

é testemunha de uma a

clarecimentos. Ma

y ergue a mão interrom

rua, e eu bati nele.

RESO, entendeu? P.R.E.

o pol

pode ficar ai

aindo sua atenção, e

r cara de d

está de pij

pergunta é essa? Perdi

stão aqui é a agressão e

eso do corpo de uma

onta, delegado - esbra

eoa f

nudos, mas não entend

o esteve envolta do m

Camilly tem seu corpo g

policial recita o códig

ele, seguro seu braço

ns passos e me encara

ntendeu? - O som da

possessivamente. - D

ente da

té a cintura de Camil

s não consigo evitar o co

nta para incendiar tudo

inal. Subo suavemente

ma do tecido de cetim. Re

. Sinto a maciez dos seu

grância deliciosa de m

tei que atraímos

e, devolvendo aos exp

illy permanece calada

en

rar a ocorrência? - Ca

pé atrás

to para a senhorita e

. - VOCÊS NÃO TÊM

ndo os p

sos da calça, viro de

la. Encosto no batente e

porta, fecho e tranco

a que se sente. Calada,

sensualmente para me at

uerendo me desestabili

rio. Dou a volta por trá

fortável, inquieto, e q

ira maciça, e encaro

Por que não ergueu a c

típica de Ca

Quer dizer, além do

star em uma deleg

i do meu... - Calando

ão é da sua conta, d

? Tenho coisas pa

Camilly que conheço

, gostosa.

ceu, quero detalhes.

o cada palavra

la puxa seus cabelos p

os escapam contornando

em seco, observando s

ausa sobre mim, desliz

DEPOIMENT

r minha atenção para a

e não desviam dessa ten

a prova

pode ir - concluo o

á ac

- res

ou indo. Ob

ndo dos seus lábios ar

eira, e passo por el

não entre em

ão manda em mim, ok?

Só quero ajudar essa

uanto ela recua para trás

a lado da parede, encu

o rosto do seu para

o dos seus olhos, e agor

não s

ter em encrenca de no

eixo dormir

u nã

erro

lly Carter? - di

s que suas irises têm

rfume é ainda mais go

merda para fora

m... Entend

to, e desço o nariz até

pele, inalando seu cheiro

rem

RA!

s até sua orel

r de gato e rato é prec

ora vai, tenho coisas

o o corpo para trás, mas

ando de encontro ao se

ito, ela sorri

o mandão. Mas, não pr

ida,

s dos pés, ela roç

undos me segurando, e

a l

Ade

avra a vejo sair da sa

o do coque e cob

vai ser min

ída da delegacia, e sint

hos e respiro fundo em

celerado. Minhas mãos

egado é louco. Como se a

difícil, depois se rende p

gora, quer bancar o pre

cisando de tratamento

atingem meus pensamen

ais tenho receio e medo

e falsa, no mínimo trinta

faculdade de direito, Jos

a e responsável por admi

duas, precisava saber tu

encontrem. Por fim

mente me afasto do

carro, e de pijama, and

ara os policiais, mas não

ogo após dizer que não p

xercício da semana inte

dem

andando a pé, algo m

eus pés estão em bolhas

ssou por coisas muito pi

passos e sento no prim

para trás apoiando na

as noites que adormeci

nca serei grata o sufici

ei tanto tempo para fug

eiro? Apoio? Família?

como sobreviver sem ele

s físicas. Para ser sinc

minando minha capacida

o o quanto se é inútil, i

lizmente. Sinto lágrima

ua voz asquerosa emb

til. Como em um filme

e invadem m

a cabeça ao ouvir um

do meu

amente encarando um pa

ue por sinal são grossa

ondidas atrás de um shor

na regata justa ao cor

ofessor? - questiono

é na minh

amos fora da faculdade,

credito que tais formali

mom

. Des

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MEU DELEGADO
MEU DELEGADO
“Valentina Torres Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua. Minha visão vai ficando turva, embaçada. É o meu fim. Fecho os olhos sentindo alívio, porém uma voz ao fundo sussurra no meu ouvido que mereço mais, que não posso acabar assim. Reúno forças que não sabia que tinha, e decido lutar pela minha vida. O ar fugindo dos pulmões dificultando respirar, me contorço. Distraído com seu ato de violência, não percebe quando estico o braço até criado mudo e pego a caneta. Tento mover o abdômen e com um momento de coragem enfio no seu joelho. Gritando, Spencer solta a cinta que prendia meu pescoço e rola para o lado levando as mãos até o ferimento. Respirando fundo, pulo da cama. - Eu vou te matar, Cindy. Em pé, nua e sangrando. Procuro a arma que ele esconde em um compartimento secreto atrás do nosso retrato de casamento. Por vezes fingi estar dormindo e o vi mexendo. Talvez estivesse só esperando o momento certo para descarregá-la em mim. Levanto a arma em punho e miro em sua direção. Olhos que antes tinham fúria, agora tem medo. Está com medo de mim, querido? - Você não tem coragem de fazer isso. É só uma puta interesseira. Se me matar, minha família vai acabar com você. Engatilho a arma.”
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