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MEU DELEGADO

Capítulo 4 MEU DELEGADO- livro 3

Palavras: 1692    |    Lançado em: 13/03/2022

gacia desvio o caminh

r da tragédia da noite p

não tenho o porquê fi

ais ser obrigado ficar

. Banho tomado, dignid

o ao t

um dia fora da delegaci

relatórios de entrada d

nte não poss

Catarine ba

ede que a acompanhe at

a

a jovem mulher segur

o rosto. Os lábios v

da ag

sangue se agita nas v

o vítimas de violência

Quero ir até o desgraçado

sangrar do mesmo jeit

çadamente as mãos suadas

protocolo e em seguida

ho a Jeniffer sentada

o em frente ao computad

ítima para inclusão nos

a palavra que s

is empregos e ele semp

casa, e quando não te

e meus filhos passamos

nos, só criei coragem ago

oluçando e

medida protetiva par

amente. Mas tenho que s

is. Aconselho à senhora

garmos seu marido e

s que medidas protetiv

ressor novamente. E não

-la ao hospital para rea

esidência para que possa

esconderam n

A senhora por acaso sa

tiono de forma

e estar no bar

endereço,

o endereço. Irei levar

oalmente para

, desligo o farol do c

nho no pente da pistola,

a visto o casaco. Enfio a

são de policial bonzinho

ei,

imo ouço o som de

ntro do bar, encarando

utebol mal notando que e

a única pessoa, e mais

no colo se enco

ef? -

? Não enche me

s expondo a arma e faço

do, ela se levanta e

gala

egar a medida protetiva

que sig

nde merda. Aquela pira

u, poderia ter sido o am

é cem, mas não fu

hando minhas mãos na

o contra a parede com f

inta meu hálito qu

do. Se chegar perto del

uma bala nessa cabeça

a mais e a resposta

rando os

. Sim -

me afasto soltando-o.

er. Deixo o documento

uando se é um agressor

o dedo com f

do do bar, e antes de s

. Cretino não se c

purro a porta de vidro

parede. Deslizo o teci

ca enrolo meu corpo, e p

ficar em frente ao es

utossuficiente reflete d

como o destino pode ser

minhas bochechas com

o me puxa de volta do

rápidos, chego rapidam

mãos confiro o nom

ca R

eria ver na tela do

o de tese relativas à pe

isso importante com o r

ecusar a chamada ou não

ígido e exigente do curso

, impossibilitando qual

decido

nho a voz firme, mas

e

- Sua voz fria e pene

epi

prof... - Não t

s suas desculpas, gua

o quanto estimo as notas

o aceito menos. Dessa v

entregar a tese, caso con

ciplina.

som da finalização d

sso só pode ser falta de

res o assediam pelos co

enta e cinco anos, ele

rada duvido que saia co

sor Luca pode ser o famo

ito na cama de costas, j

eto azul pálido. Preciso t

rovar nes

slizam por minha barri

do seu toque. Ansiosa,

, suavemente, suas mãos

cotovelos levantando

us dedos roçam meu cl

de mim, fodendo minha

o, com ferocidade. Um d

ele. - Brian - sussurr

contram com os meus e

s meus seios se arrepi

regata. Selvagem, cru,

lorosamente prazeroso.

mais,

io, sento na cama. O qu

você, nem mesmo nos so

aquele ogro nem mesm

após nosso flagra e su

a de pau de dizer que

o partido. Aonde? No mí

porque paguei um boque

ofissão. Quer saber? Nu

Pode viver em eterno luto

iguala ao patamar de pe

ri

oalha, levanto, abro

o note, vou até a cozinh

á minha única com

entrada da universida

entregar a tese que vir

a várias vezes ameaçand

caminho, mesmo tenta

ficam dormindo no corre

u com pa

do senhor Luca, e agu

respiro fundo, engulo

us órgãos. Definitiva

cios f

porta se abre reveland

nte, e abro um sorris

te quando você sentiu c

o do

e com seu olhar de su

nenhuma palavra. Entreg

sensação de alívio é mar

então, percebo que es

smungo baixo,

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MEU DELEGADO
MEU DELEGADO
“Valentina Torres Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua. Minha visão vai ficando turva, embaçada. É o meu fim. Fecho os olhos sentindo alívio, porém uma voz ao fundo sussurra no meu ouvido que mereço mais, que não posso acabar assim. Reúno forças que não sabia que tinha, e decido lutar pela minha vida. O ar fugindo dos pulmões dificultando respirar, me contorço. Distraído com seu ato de violência, não percebe quando estico o braço até criado mudo e pego a caneta. Tento mover o abdômen e com um momento de coragem enfio no seu joelho. Gritando, Spencer solta a cinta que prendia meu pescoço e rola para o lado levando as mãos até o ferimento. Respirando fundo, pulo da cama. - Eu vou te matar, Cindy. Em pé, nua e sangrando. Procuro a arma que ele esconde em um compartimento secreto atrás do nosso retrato de casamento. Por vezes fingi estar dormindo e o vi mexendo. Talvez estivesse só esperando o momento certo para descarregá-la em mim. Levanto a arma em punho e miro em sua direção. Olhos que antes tinham fúria, agora tem medo. Está com medo de mim, querido? - Você não tem coragem de fazer isso. É só uma puta interesseira. Se me matar, minha família vai acabar com você. Engatilho a arma.”
1 Capítulo 1 MEU DELEGADO- livro 32 Capítulo 2 MEU DELEGADO- livro 33 Capítulo 3 MEU DELEGADO- livro 34 Capítulo 4 MEU DELEGADO- livro 35 Capítulo 5 MEU DELEGADO- livro 36 Capítulo 6 MEU DELEGADO- livro 37 Capítulo 7 MEU DELEGADO- livro 38 Capítulo 8 MEU DELEGADO- livro 39 Capítulo 9 MEU DELEGADO- livro 310 Capítulo 10 MEU DELEGADO- livro 311 Capítulo 11 MEU DELEGADO- livro 312 Capítulo 12 MEU DELEGADO- livro 313 Capítulo 13 MEU DELEGADO- livro 314 Capítulo 14 MEU DELEGADO- livro 315 Capítulo 15 MEU DELEGADO- livro 316 Capítulo 16 MEU DELEGADO- livro 317 Capítulo 17 MEU DELEGADO- livro 318 Capítulo 18 MEU DELEGADO- livro 319 Capítulo 19 MEU DELEGADO- livro 320 Capítulo 20 MEU DELEGADO- livro 321 Capítulo 21 MEU DELEGADO- livro 322 Capítulo 22 MEU DELEGADO- livro 323 Capítulo 23 MEU DELEGADO- livro 3