icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

MEU DELEGADO

Capítulo 3 MEU DELEGADO- livro 3

Palavras: 2123    |    Lançado em: 13/03/2022

das profundezas com s

om gestos como devemos

guida cada padrinho se

o os braços para segu

o gostosão, seu perfu

e canto de olho consigo

ria senti-la no meio das

fundo tentando m

se P.O.L

deusa da depravação g

a ver

tar, já entendi. Brian

stas com os dizeres:

itam na escadaria da

tento desviar das pess

tos de mulheres desespe

sei de onde e nem co

rrando no me

sam no pé, cotovelada

, e a missão se ch

lho do furacão, empurro

Involuntariamente ergo

nvolto com uma fita de

iretamente em mim. Isso n

mp

m vontade de jogá-lo d

has intenções, minha a

que essa noiva safada e

elicidade. Revirando os o

os os pés que estão no

em direção do carro. Che

beber, comer

e sento no banco do mo

e trás, em casa seu

u nome, e como já espe

a pessoa que não conhe

vidados entram no salão.

m um pé na frente do o

cueca, ou talvez n

- Qual é senhor policia

anando do

na mesa apertando me

dência. Incomodado com a

nó da gravata. Posso ver

enquanto en

ficando em pé. Desli

s ao mesmo tempo acar

conseguisse desviar os o

to. Sorrindo maliciosam

onta da

ira para trás com vio

rosto e de cabeça baix

o do b

de rir. Se soubesse qu

? - Pego uma taça de

vez, devolvendo-

e de mim desse jeito? E

contou em uma de noss

ra quero saber, algo nel

o di

ai? - Esbarro em Et

enho -

orta do banheiro mascul

nco e logo Brian surgi n

e e largo, empurrando-o

calado. Giro a chave n

fazendo? - Como até

rossa, másc

dedo por cima dos seus

ço me aproximando, ele

o f

Sua mão grossa segur

mais

eu. - Ergo uma perna,

pernas, roça

s de raiva e os olhos i

beijo desesperado e ar

e de forma desesperada,

esse jogo bem interessan

botões da calça. Afas

expressão confusa no s

ando mobilidade. Ajoel

ixo liberando seu me

re as mãos, aperto

começo fazer moviment

- ofegante

que está ao redor, colo

rosada, descendo suave

ubstituo as mãos pela b

atendo no fundo da garg

çando os dedos no em

o membro com força,

acaricio suas bolas i

quadril arremet

ostosa do caralh

hor puritano sabia fa

itada, molhada, imagin

ouço seu alerta, mas ig

anta. Engulo até a últi

, mãos fortes seguram m

os pressionando meu ros

u pau na minha bunda

você -

, não é - res

hos com os seus, afas

ndo sua presa, Brian e

unda. Sinto o ardor de

erendo muito transar c

a mão nos meus cabelos

do a língua p

m alg

s traz de volta a re

olhares, enquanto arr

nte na porta me traz d

er? Como pude manchar a

milly. Deixei-me levar po

sa diaba provocadora? Co

jeitando meu pau d

ra anda logo. Está com

to gira a maçaneta te

da com um sorriso vitor

balanço a cabeça negat

ue aconteceu. Na mais pu

cariciando com as pont

para mais perto, Ethan

é suficien

faça isso - di

r delegado puritano.

bios carnudos

no seu corpo para dest

nas minhas costas roç

Ela não cansa d

ta. Ethan me encara de

m uma mulher, melhor ain

m saltar da órbita. Até

casal pode fazer dentro

ido aos meus desejos

sufocando. Lembranças

samentos. Minha esposa

saída. Ouço vozes ch

zum

do em direção ao estac

coincidência, o carro

o branco, encarando atra

o carro, deixando minha

s ardentes de desejo de

bios, a garganta avelud

pau. A fragrânci

mãos em um soco, mas

eu várias vezes tentando

str

ando o pouco de sanid

arme do carro destravand

ando dos carros estacion

gindo de

ijo até o cemitério. P

o. Estaciono o carro de

vagas, não importa. Nã

nove horas da noite. C

rada estão trancados. D

o mais baixo no mur

ias pulo p

de tijolos cinza c

z, e o silêncio é como

uns passos e paro em fre

ernas fraquejam me colo

hando meu rosto. Engasg

e pedir perdão por tudo.

daqueles

r. Prometi cuidar de v

pa Sheron, me desculpa

as mãos no gram

eu rosto, levo as mãos

ro. Os primeiros raios d

tava tão atordoado que

passando a mão pela ca

Enfio a mão no bolso, e

tos. Abaixo para pegar a

ço um último olhar na

me d

- Sou surpreendido

aça

hor. Já estou de saída

ápide, e sou delegado.

ro o distintivo e confir

evia chamar a polícia.

em seus olhos cansado

do com o esboço

se prontifica para abr

u possa sair sem precis

s no percurso e ouço ate

e perdem para a morte.

disso me traz

ngas, e fico indigna

levaria três multas p

ngo, abrindo a po

ara mais um dia de tr

a. Sonoramente os códig

o, essa é a minha vida, a

da m

rabalho - r

Reclame seu bônus no App

Abrir
MEU DELEGADO
MEU DELEGADO
“Valentina Torres Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua. Minha visão vai ficando turva, embaçada. É o meu fim. Fecho os olhos sentindo alívio, porém uma voz ao fundo sussurra no meu ouvido que mereço mais, que não posso acabar assim. Reúno forças que não sabia que tinha, e decido lutar pela minha vida. O ar fugindo dos pulmões dificultando respirar, me contorço. Distraído com seu ato de violência, não percebe quando estico o braço até criado mudo e pego a caneta. Tento mover o abdômen e com um momento de coragem enfio no seu joelho. Gritando, Spencer solta a cinta que prendia meu pescoço e rola para o lado levando as mãos até o ferimento. Respirando fundo, pulo da cama. - Eu vou te matar, Cindy. Em pé, nua e sangrando. Procuro a arma que ele esconde em um compartimento secreto atrás do nosso retrato de casamento. Por vezes fingi estar dormindo e o vi mexendo. Talvez estivesse só esperando o momento certo para descarregá-la em mim. Levanto a arma em punho e miro em sua direção. Olhos que antes tinham fúria, agora tem medo. Está com medo de mim, querido? - Você não tem coragem de fazer isso. É só uma puta interesseira. Se me matar, minha família vai acabar com você. Engatilho a arma.”
1 Capítulo 1 MEU DELEGADO- livro 32 Capítulo 2 MEU DELEGADO- livro 33 Capítulo 3 MEU DELEGADO- livro 34 Capítulo 4 MEU DELEGADO- livro 35 Capítulo 5 MEU DELEGADO- livro 36 Capítulo 6 MEU DELEGADO- livro 37 Capítulo 7 MEU DELEGADO- livro 38 Capítulo 8 MEU DELEGADO- livro 39 Capítulo 9 MEU DELEGADO- livro 310 Capítulo 10 MEU DELEGADO- livro 311 Capítulo 11 MEU DELEGADO- livro 312 Capítulo 12 MEU DELEGADO- livro 313 Capítulo 13 MEU DELEGADO- livro 314 Capítulo 14 MEU DELEGADO- livro 315 Capítulo 15 MEU DELEGADO- livro 316 Capítulo 16 MEU DELEGADO- livro 317 Capítulo 17 MEU DELEGADO- livro 318 Capítulo 18 MEU DELEGADO- livro 319 Capítulo 19 MEU DELEGADO- livro 320 Capítulo 20 MEU DELEGADO- livro 321 Capítulo 21 MEU DELEGADO- livro 322 Capítulo 22 MEU DELEGADO- livro 323 Capítulo 23 MEU DELEGADO- livro 3