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Vendendo a virgindade

Capítulo 2 Vendendo a virgindade

Palavras: 1571    |    Lançado em: 17/03/2022

am para fazer os procedimentos. Posso orientar a equipe, fazer observações, dar instruções, mas nunca me deixam atuar

o nome mais forte para

uipe de enfermeiros. A pressão da paciente caiu, ela chegou a apresentar convulsões, t

rodas diferenciada: mais alta e que me dá melhor mobilidade, já que as

funcionário que

assim que a porta

minha presença, não sei se é porque estou sem jaleco ou somente porq

e fito a abertura metálica se fechar

iking", também conhecido como o desgraçado do meu melhor a

os e dão espaço para o cabeludo se posicionar ao meu

tratam os "de cima" com respeito e submissão. O Viking sempre teve esse efeito sobre os outros, desde quand

.. se estiver de

a que te colocou na li

cara! Quebrando regras e salva

te e a fechou - Informo e o vejo deslizar a mão direita pela barba,

o tenha vindo a óbito. Já desc

ção está investigando, de repe

. Isso aí vai dar u

a dor de cabeça

m que abre, Ayslan me leva para fora e me empurra com toda a velocidade que consegue, atr

a? - reclamo quando paramos

a - ele ri como um moleque e me empurra até o balcão elevado da secret

r Lamarphe se aprese

s mãos na madeira escura e e

me impressiono por pa

es, não foi preparado para receber um f

tir, pedir para voltar a ser docente em tempo integral, quem sabe uma aposen

ã

dediquei mais de uma década de estudo, prática e tormentas para sucumbir a qualquer di

Lamarphe. O vice presi

retária

rolar para onde vou e me empurra até a entrada, abre a passagem e

om demora e me faz questionar se fui convocado aqui para tomar um

me demitir? - Encurto logo o

e está

que precisei fazer por um erro

uvi dizer que foi uma bela operação. Você sempre f

nda sem entender o que estou fazendo

velho Viking,

agradece com a mão. - Tem gente esperando para ter a virgi

oi chamado também? Pensei

o olha para nós dois e por

gência também -

o, caminha até a janela de cortinas escancaradas de um azul mar

do e a expressão dele, quando se vira pa

vou m

é um tanto agridoce, p

faz é comprimir o lábio em um sorriso contido. Não sei se

humano tem duas coisas em comum: nasceu

e rotina, o meu médico descobriu q

andar a raiva, aperto o apoio de

padrinho. Foi ele quem insistiu que eu deixasse a Itália e viesse para o Brasil, ser seu br

tou ouvindo... Sinto um misto d

rtamente faria isso se pudesse... se Aysl

ado cuidando de algumas coisas... - Sua voz sai

![6] Como que não detectaram isso antes? De quanto em q

lgum tempo de vida... - Ele ign

se senta, cruza as pernas e

as... dias... P

osso colo? Vai morrer em alguns dias

ber que não pode salvar uma. Ainda mais uma tão próxima e conectada à sua própria vida... Já passei po

- Então eu vou me casar e vou revelar o meu testamento. E vocês d

nhor tem noção do que acabou de nos dizer? Será que percebe o quão rel

abrandar. - O que podemos fazer por você, senhor

as minhas últimas vontades... Informem a Han, po

tudo volt

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Vendendo a virgindade
Vendendo a virgindade
“Eu nunca fiz isso antes. Estou tão nervosa que deixo as palavras escaparem. Guardo as mãos dentro dos bolsos da calça jeans e afundo o corpo no sofá conforme vejo o homem alto, moreno e de olhos reluzentes se aproximar. Não cheguei aqui por acaso. Houve um longo tempo entre a proposta indecente que ele me fez e o meu "sim". Pesei e julguei tudo o que estava envolvido e percebi que era a coisa certa a se fazer, minha família precisava do dinheiro. Até pensei que ele havia se esquecido de nosso acordo, já que não me respondeu em nenhum momento do dia. E quando ligou, foi para perguntar onde eu estava e enviou um carro luxuoso que me trouxe da Zona Norte até esse condomínio cheio de mansões na Zona Sul de São Paulo. Pelo caminho eu me distraí com a névoa que cobria desde a copa das árvores até os pequenos e escuros lagos que se projetavam no horizonte. E agora, dentro de seu território, sentada em seu sofá e preparada para qualquer investida, evito encará-lo. Não consigo. Não sou de ficar envergonhada, mas agora sinto minha face toda queimar, ao vê-lo. E meu corpo parece que fica todo gelado quando nossos olhares se encontram. Quando disse que era um professor da minha faculdade, pensei logo em um velho esquisito e aproveitador, mas nem de perto o senhor Lamarphe é assim. Ele deve ser 10 ou 15 anos mais velho do que eu, sim. Mas está definitivamente longe da imagem que criei de um homem rico que ofereceria dinheiro pela minha virgindade. - Nunca fez isso o quê? - O timbre forte da voz dele me faz tremer no lugar em que estou. Sua voz é melodiosa e carrega um sotaque italiano que fica em minha mente, parece bem mais impactante agora do que quando falamos por telefone. - Nunca fez sexo ou vendeu sua virgindade por cem mil reais? O sorriso de retórica em seus lábios vermelhos faz as maçãs do meu rosto aquecerem ainda mais. Pelo visto ele é bem humorado e até agora está sendo gentil, o que me deixa menos tensa. Ainda assim, é inevitável não ficar em estado de alerta com um homem de 1,90 diante de mim. Seus braços devem ser do tamanho das minhas coxas e seu olhar mostra o quanto ele é experiente e sabe lidar com toda essa situação. - As duas coisas - balanço os ombros e o encaro. O senhor Lamarphe dá um gole generoso no líquido cor de ouro envelhecido que traz em seu copo redondo e se senta numa poltrona diante de mim. A sala da casa desse homem faz parecer que não existe privacidade: as paredes laterais, tirando as estruturas, são inteiramente feitas de vidro e consigo ver pela noite escura e densa lá fora: três carros na garagem ao lado, uma piscina mais ao fundo e uma miríade de luzes fraquinhas no horizonte, deve ser da cidade. Mas o que me deixa realmente absorta é encarar uma árvore gigantesca no meio da sala, acho que foi a coisa mais curiosa que já vi em um cômodo.”
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