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Uma noite de prazer

Uma noite de prazer

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Capítulo 1 Uma noite de prazer

Palavras: 1312    |    Lançado em: 18/03/2022

e não sinto nada daquela emoção que meus amigos dizem sentir quando estão fodendo, ou melhor, quando estão

o gostoso, Leon

o bem que as mulheres desejam o meu corpo. Desd

er ela. Afinal, um homem como eu sabe como foder. Não precisava nem tocar nela para sab

esesperada pelo meu pau, não? -

lso, rasgo a embalagem, deslizo pelo meu pau e a viro, abrindo aquelas pernas e dei

o meu pau de dentro

me faço de rogado e vou com tudo mesmo. Tiro o pau e enfio novamente, e continuo a fazer isso d

amor da minha vida, e só dou risada da cara deles, par

o que ela quer. Puxo seus cabelos com força e a

ilho da puta, mas também sei ser generoso. Tiro o meu pau de dentro dela e vou até o banheiro,

a? - me question

durmo com nenhuma mul

que eu era esp

que respondo, e ela não precisa falar nada, seu olhar diz tudo,

o, você

uando você fode uma, duas vezes o

o comecei a te foder q

e não exis

sa, sentando-se na cama e fazendo-me ol

ente. Pego o meu relógio e a chave do carro e vou em direção

e arrepender de com

nte daquele quarto, a ouço novamente me chamar chorosa e p

a sua vida um inferno e que logo

Chegando à recepção do hotel, deixo pagos a diária e o dia seguinte

ncontro. Dou-lhe a chave do carro, e não demora muito ele já

as. Logo estou em casa. Moro em um condomínio de luxo. Antes mesmo que eu

te, Senho

dem por aqui? - desligo o rádio

o tranquilo! - solto

asa. Finalmente vou ter uma boa noite de sono. Andava tendo festas demais p

om alívio chego em frente à minha garagem. Qua

r! - me cumpriment

ia. Tudo OK? - do

hor! - el

um pr

saber se o senhor já jantou

nda

á vou pro

ívia, vou esta

ouco te cha

upa e a jogo no cesto. Sigo para o chuveiro. Ligo-o e entro. Logo a água quente cai sob

o, e não demoro muito no chuveiro. Volto para o meu quarto e lá me seco, colocando meu p

agradeço, e logo des

pego o notebook, fico mexendo nele, lendo algun

sde aquela noite eu não comemoro mais o meu aniversário. Não tenho razão para festejar. Como eu gostaria de ter morrido! É errado e

hospital. A dor que eu sinto na alma é tão grande, que acabei tirando o soro da veia que estava me hidratando e

a coisa eu tinha certeza: eu não saberia como viver com aquilo. Só que eu não co

matar da primeira vez. E mais uma vez não funcionou. Minha irmã foi av

? - ela me questiona,

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Uma noite de prazer
Uma noite de prazer
“Sinceramente, eu não sei como consegui chegar em casa. Entro em silêncio para não acordar a minha irmã, e acabo gemendo quando sem querer esbarro no corrimão e tranco os dentes para não gritar, soltando apenas um pequeno gemido de dor. Vou subindo as escadas, ou melhor, vou rastejando, e enfim consigo chegar ao meu quarto. Fecho a porta e não acendo a luz - eu tinha medo de ver como estava machucada. Vou andando bem devagar, e cada passo que eu dava era uma tortura, e sempre me apoiando na parede até chegar à minha mesinha, onde eu tinha um notebook e também alguns livros. Nem sempre eu precisava acender a luz do quarto, sendo que eu tinha uma luminária. Assim que consigo alcançá-la, acendo-a e vejo os meus dedos machucados. Sinto as lágrimas já escorrerem. Abro o diário que eu tinha ganhado da minha irmã e começo a escrever. Até mesmo escrever dói. Começo a chorar baixinho.”