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A secretaria do CEO

Capítulo 5 A secretaria do CEO

Palavras: 1284    |    Lançado em: 20/03/2022

Dalgliesh começou uma teleconferência com os investidores de Tóquio. O dia está sendo normal, atendo o telefone e trans

nde-a embora agora! - escuto a cadeira arrastar ao fundo. - Se ela não for, chame os seguranças, mas eu não quero essa mulher aqui. - O que eu digo? - pergunto, sem saber o que fazer. - Você é paga para isso. - desliga. Bem, eu não sou paga para dispensar a sua noiva, ou melhor, a mulher que acredita ser a noiva. - O senhor Dalgliesh não pode te atender no momento. - Eu espero. - ela sorri, como se soubesse que eu disse uma mentira. - Ele pediu para a senhorita ir embora. - falo a verdade. - E quem vai me impedir de ficar? - desafia. - Os seguranças. - tento não vacilar e consigo. - Você sabe com quem está falando? - balanço a cabeça negando. - Sou a herdeira de um grande império de diamantes e montadora de carros, tem certeza que vai se meter comigo? Nossa! Quase reviro os olhos. Impressionante. - Foi ordem do senhor Dalgliesh. - encolho os ombros. Ela ri, e depois me olha de cima a baixo, fanando: - Ninguém me diz o que fazer. Ela se vira e vai para a sala do senhor Dalgliesh. Tento ser mais rápida do que ela, é difícil andar com saltos, pior ainda é correr. Quando finalmente a alcanço, ela já abriu a porta e entrou. - Porra, o que você quer? - senhor Dalgliesh pergunta, ou melhor, grita com muita raiva. Pelo menos não é comigo. - Você tem uma péssima secretária. - ela diz e senta em um dos sofás. - Essa garota não presta para nada. Quando for dona daqui, a primeira coisa que farei será demiti-la. Eu só fiz cumprir ordens! - Primeiro - senhor Dalgliesh começa a falar - Não fale assim com Jessica, ela é a minha secretária e um ser humano, você não pode e nem tem o direito de falar assim com ela. Tenha mais respeito. Ele me chamou pelo nome e me defendeu. O que fizeram com o meu chefe? - Segundo - continua - Você jamais será dona daqui porque eu nunca me casarei com você, prefiro a pobreza do que passar minha vida ao seu lado, sabe disso. Essa doeu! - O que você ainda está fazendo aqui? - Anna grita comigo. - Saia! - Porra! O que eu falei sobre como tratar Jessica? - senhor Dalgliesh grita de volta. - Pode ficar, Jessica. Continuo parada na porta. - O que eu falei sobre essa história de n

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“Garota, você fará o que eu mando! Olho bem para o rosto de Henry, não posso desviar o olhar. Uma olhada para o lado e sei que vou receber um tapa, um soco ou um chute, quem sabe, até mesmo, todos de uma vez. - Eu não posso. - sussurro. - Oh, não pode? - Henry ri. - Por que não, porra? Quem manda em você sou eu! - Pai, por favor, não precisamos disso. - Charlie ajoelha-se ao meu lado, tocando as minhas costas e pedindo para eu ter calma. - Não precisa trata-la dessa maneira. Calma? Charlie é pior que seu pai. - Não entende, Charlie? - Henry olha para o filho. - Não entende que essa é a nossa chance de vingança? Eu vi a pequena vadia entrando naquele prédio. É só colocar Jennifer e pronto! Teremos a nossa vingança. - E eu perco a minha mulher? - Charlie beija o meu ombro. Desvio-me do seu toque, mas ele já me tem presa em seus braços. - Eu não quero perder Jennifer, jamais vou querer perdê-la! Charlie vai distribuindo beijos em meu ombro. Tremo a cada toque de seus lábios em minha pele. - Chega disso! - Henry dá um soco na parede, nos assustando. - Pare de ser burro, porra! Uma puta não pode atrapalhar seus planos. - Não, Jennifer não vai até lá! E não trate dessa maneira. - apesar da raiva que sente, Charlie não deixa isso muito claro na voz, apenas sei disso porque ele aperta meu ombro com muita força, tudo isso para que seu pai não perceba. - Pai, dê o seu jeito, mas Jennifer não vai até lá. Charlie segura o meu rosto e faz com que eu o olhe. - Amor, eu estou com você. - Deus, como esse homem é estranho. - Conseguiremos a nossa vingança, mas não desse jeito. Elas pagarão por tudo o que nos fez. O telefone de Charlie começa a tocar e ele corre para fora para atender, deixando-me sozinha com o seu pai. Henry sorri de maneira estranha para mim. Ele sempre faz isso quando vai me bater ou me xingar. Em um pulo, Henry está a minha frente, apertando o meu pescoço e rosnando em meu ouvido. - A vagabunda se livrou dessa, mas não será sempre assim. - o seu aperto vai afrouxando, apenas para que eu possa respirar um pouquinho. - Você ainda será útil para o meu plano. Apenas não a usarei agora. Deito-me no chão, em busca de ar. Fecho os olhos com força, tentando não chorar mais uma vez. Vingança? Eu não quero vingança! No momento eu só quero sair desse lugar. Fecho os olhos, sentindo a dor forte em meu peito. Eu não quero matar duas garotas, no momento eu só quero morrer!”
1 Capítulo 1 A secretaria do CEO2 Capítulo 2 A secretaria do CEO3 Capítulo 3 A secretaria do CEO4 Capítulo 4 A secretaria do CEO5 Capítulo 5 A secretaria do CEO6 Capítulo 6 A secretaria do CEO7 Capítulo 7 A secretaria do CEO8 Capítulo 8 A secretaria do CEO9 Capítulo 9 A secretaria do CEO10 Capítulo 10 A secretaria do CEO11 Capítulo 11 A secretaria do CEO12 Capítulo 12 A secretaria do CEO13 Capítulo 13 A secretaria do CEO14 Capítulo 14 A secretaria do CEO15 Capítulo 15 A secretaria do CEO16 Capítulo 16 A secretaria do CEO17 Capítulo 17 A secretaria do CEO18 Capítulo 18 A secretaria do CEO19 Capítulo 19 A secretaria do CEO20 Capítulo 20 A secretaria do CEO21 Capítulo 21 A secretaria do CEO22 Capítulo 22 A secretaria do CEO23 Capítulo 23 A secretaria do CEO24 Capítulo 24 A secretaria do CEO25 Capítulo 25 A secretaria do CEO26 Capítulo 26 A secretaria do CEO27 Capítulo 27 A secretaria do CEO28 Capítulo 28 A secretaria do CEO29 Capítulo 29 A secretaria do CEO30 Capítulo 30 A secretaria do CEO31 Capítulo 31 A secretaria do CEO32 Capítulo 32 A secretaria do CEO33 Capítulo 33 A secretaria do CEO34 Capítulo 34 A secretaria do CEO35 Capítulo 35 A secretaria do CEO36 Capítulo 36 A secretaria do CEO37 Capítulo 37 A secretaria do CEO