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Eu não sou uma Prostituta

Capítulo 5 Vida nova

Palavras: 821    |    Lançado em: 05/08/2022

guém se inclinando sobre mim e tirando

sem sorrir, no ban

enfiadas em seu jeans, pois er

tudo o que pude ver foram formas e co

olhar par

te bonito... você sabe, se ele n

scuros, com uma constitui

nuavam olhando p

de...- murmurei baixinho, repetindo as

spararam em m

ocê acabo

ra trás no meu as

-na

clinou pa

isa. O que você

cei minh

gem. - fiz um gesto em

seu pescoço e ele

. Como você sab

A. Por que eu NUNCA posso simplesmen

mas nenhuma e

frente e seu rosto

o que estamos dizen

mente nenhuma mane

consegui encontr

russkom yazyke? -

tremeu e e

diçoou b

certo? - ele perguntou,

cei minh

ão, não,

tar sua garganta agora mesmo. Eu

soluço silencioso

cê não conta a ninguém, ok? Você está me ouvindo? Eles vão te matar. Se eles desco

importa? - perguntei

unhas crava

uanto se afastava de mim, e

ntar a ninguém? - p

. Eu n

s, e senti alívio inu

sequer fala como um. Trabalhe seu sotaque, quando você chora

ertei minha mandíbula par

le perguntou. Fechou os olhos e recostou-

m mortos em um tiroteio, e eu...- D

a, nem condolênci

sposta? - pergun

o no meu maldito pescoço. - ele balançou a c

eu estava pensand

morte é a verdade maligna que as pessoas se recusam a aceitar. A morte é a única verdade neste mund

certo, mas era a única

le, eles se fecharam, mas as pontas de seus lábios apontaram levemente para cima. Uma ação que a maioria

------------------

s, o carro parou e

caiu entre nós um enten

arro e me senti sen

o concreto e eu me se

porra de uma parede, e meus sal

ci quando olhei para

parede.

virei minha cabeça até que eu estava

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Eu não sou uma Prostituta
Eu não sou uma Prostituta
“A única coisa que era minha, a única coisa que era verdadeiramente bonita neste mundo, e ele nunca vai me encontrar... ______ - Quanto? Eu fiz uma careta para o homem sombreado, em um carro de aparência cara. - Desculpe-me? Eu não entendo...- a realização me ocorreu, enquanto eu olhava para o meu traje de clube, minha roupa era mínima. Eu levantei minhas mãos. - Eu-eu não sou uma prostituta. Senti seus olhos escuros me analisando e de repente eu estava ciente da situação. Comecei a recuar, enquanto o pânico tomava conta de mim. - Entre no carro. - seu rosnado veio, e com isso, eu me virei e corri. *** Calla Levkin não queria sair para dançar no seu aniversário de 18 anos. Ela não queria que seus amigos a vestissem com roupas de sacanagem. Ela não queria ser confundida com uma prostituta. Ela não queria ser sequestrada e vendida para a máfia. E acima de tudo, ela não queria chamar a atenção de Andrey Velkov, o primeiro no comando da máfia russa. Mas a vida não pode te dar tudo o que você quer... às vezes a vida te dá exatamente o oposto. ***”
1 Capítulo 1 Quanto 2 Capítulo 2 Sequestro 3 Capítulo 3 Sequestro parte II4 Capítulo 4 O leilão 5 Capítulo 5 Vida nova6 Capítulo 6 Conhecendo o inimigo 7 Capítulo 7 Quase!8 Capítulo 8 Confronto 9 Capítulo 9 Confronto parte II10 Capítulo 10 Sangue 11 Capítulo 11 Descoberta12 Capítulo 12 Acordando13 Capítulo 13 Fiquei com tesão14 Capítulo 14 O acordo