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A OBSESSÃO DO MAFIOSO

Capítulo 2 ELLEN

Palavras: 1957    |    Lançado em: 01/11/2022

tempo todo, mas não sabia quem

o todo. Em casa, na faculdade, a

do esquizofrênica e que precisaria de um

o meu quarto, me observando dormir. Eu ficava

uma tortura. Já não bastasse a minha irmã tentar a todo custo me manter fora de casa, ou de

u, vem cuidando de mim. Às vezes penso que ele exagera com o seu

porém, minha amiga, Eva, insistiu por duas semanas para que eu a acompanhasse nessa festa com a desculpa de

a. Olhei em meio à multidão e não a achei, provavelmente devia e

parece que Eva não precisava mais da minha companhia e ainda tinha o

uando chegar em casa, estarei fedendo a álcool, pois quase me e

vo, ele sempre me dizia para aproveitar a minha juventude enquanto era tempo, mas odiava ter que fazer algo só por

a de como chegar em casa. Não havia muitos taxis

fácil pegar um taxi. O problema era que para chegar até lá, eu teri

s de Eva, que nem se importava se eu seria morta ou ra

ita. Eu não era tão medrosa, no entanto, quem visse a localidade poderi

frio na barriga que quase paralisava as minhas pernas. Forcei-me a continuar a a

LLE

medo para identificar de quem era a voz raivosa que me chamava. Era óbvio que deveria ser um conhecido, pois não a

cheios de fúria do meu primo, que vi

e pudesse me matar e esquartejar, respirei

atar de susto?! – Falei assim

mais lindos de Los Angeles, e sabia que muitas mulheres corriam atrás dele. Anthony nunca deu atenção a nenhuma, o

Ele era bastante alto, e muito forte. Quando ficava bravo, como agora,

a avalanche, por ele. Seus olhos azuis eram penetrantes, seu rosto com traços fortes e a barba davam a Ant

zendo alguma coisa, meu coração batia no peito como um motor de

te difícil conseguir um taxi aqui, e eu não ficaria

se vindo. – Falou se aproximando mais

tava sempre cuidando de mim ou dando uma bronca. O problema

ssurrando. – O que você está fazendo aqui? – O q

ou festas, que não fossem necessárias, claro. Ele odiava estar na presenç

gar. – Falou, ignorando

carregou para mais perto do seu carro,

r sem que você tenha que me car

ras, Ellen, então é melhor

uma pessoa gentil e carinhosa comigo. Ele era a pessoa que me apoiava e p

ava, e surpreendi-me por não tê-lo notado quando saí. An

r de ter corrido certo risco ao vir para esse lugar, não era nada de tão grave. Ou pelo menos não tinha acontecido na

ncio e sabia que ainda ouviria algu

daria uma bronca por ter me arriscado em uma rua escura e esq

que implicava por tudo. Era óbvio que falaria por horas devido ao ocorrido, mas

ora eu me sentia como uma criança. Assim que ele estacionou em frente a por

sculo com medo de sair e ter que ouvir mais e mais. Antes de co

m era lindo. Desejei me bater por estar admirando a beleza do homem que era

a confortável na boate para ficar sozinha e resolvi vol

r em um campo minado. Essa situação e

brio, o que me deixava com um misto de medo e desejo. Às vezes, quando me encarava, sentia como se fosse derreter em sua fren

er crescido com ele ao meu lado, tinha impressão de que não o conhecia,

e depois do que houve com meu pai, ele tomou a responsabilidade para si. Becca já tinha seu

protegê-la. – Falou tocando em meu rosto de forma carinhosa, mesmo que seu olhar demostrasse outra coisa. Seu toque era como brasa em minha pele,

r e toque me fazia esquecer de qualquer coisa, e sentia que a qualquer minu

e é seu primo, nunca a

ão que ainda me torturava. – Não pretendo i

r-se, quebrando o seu feit

olhar nos meus olhos. Via a tenção em suas costas largas.

ndo sensível e amoroso, me dando conforto e paz, e outras vezes sendo mandão e me tratando como um cristal. Odiava vê

e nem com mais ninguém. Sabia que desde que seus pais morr

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