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O MAFIOSO QUE ME AMAVA

Capítulo 2 Capitulo 1

Palavras: 3450    |    Lançado em: 27/01/2023

seu pai havia sido desviado e preso por operar em jogos de azar ilegais. Esses não eram exatamente os planos que a jovem mulher tinha para a casa de seus pais, mas com as dívidas contraídas por seu irmão e o advogado que ela precisava contratar, ela ficou com

a casa na totalidade. Isso não parece muito justo, não é

a vida nem sempre é justa. – Respondeu o gerente com

ficiente... – Responde Ellis guardand

ois empregos: O primeiro era de corretora de imóveis que era para a hipoteca e as coisas da casa, e o outro era de garçonete que o dinheiro era destinado para a clínica de reabil

entaria, nem a jovem que a atende com cara de nojo toda vez em que ela vai pagar as parcelas. Todavia, hoje parecia um dia incrivelmente especial. O céu estava azul sem nenhuma

e nota que está lotado. Estava bom demais para ser verdade, pensou Ellis enquanto dirigia devagar pelo lugar, buscando qualquer sinal

rta-luvas, ligou seu veículo e dirigiu até a vaga, deixando seu carro passar um pouco, pois queria estaciona

entrar na vaga. A jovem de cabelos castanhos então decide olhar pelo retrovisor e vê dois homens de ternos saírem do veículo,

ens que continuaram caminhando sem se importar com ela. Ell

rou em direção a Ellis, sério. Porém, não apenas se virou, como andou até Ellis que não demonstrou se intimidar com o brutamontes que respirava rente ao seu rosto, como um animal. Animal este

amando de quê? – Que

o se esquivou do brutamontes e se direcionou ao outro que con

Amorielle. – Ordenou o brutamon

. – Falou Ellis encarando o brutamontes que retira a mão, surpreso. - Tire a mão dela, Rocco. – Falou o outro

o terno e então com ela veio também um gener

sendo interrompida pelo gesto do homem q

or Rocco ao colocar o carro na vaga que você diz ser sua. –

cusando segurar o dinheiro. Afinal, quem daria um maço que deveria t

preciso do seu dinheiro.

não precisa ser tão orgulhosa, jov

aga, pelo visto você não conhec

relógio de pulso e então continuou dizendo: - Olhe, por mais que eu esteja gostando desse papo est

no do maço de di

agar as aulas de como viver em socieda

que era observada por Rocco e Senhor Amorielle. O brutamontes se virou p

desapareço com esse p

nça surgisse. O Brutamontes o encarou sem entender e então ele continuou dizendo: - Estamos

ao elevador sendo observados por Ellis

*

e que abria os braços e sorria em direção

positivo. O suor na testa do gerente indicava nervosismo, ou medo. Também, quem não estaria com medo de se deparar com ninguém menos que o mais novo chefe da família Amorielle, a

e até Vittorio assumir o comando de sua fa

guntou o gerente enquanto ten

io tranquilamente enquanto mexia em se

guntou o gere

um novo código. Ou então o senhor Vittorio estivesse realmente com uma reunião marcada, mas com a diretoria, ou diretamente com Domenico Wild, o dono. Ele pode

você não esperava que eu estivesse,

o em sua gravata que parecia apertar sua garganta. Ele estendeu seu br

r o primeiro passo, deixando o gerente ainda mais

Franco. – Orde

rdou Franco que então p

ca enquanto era seguido por Rocco e por últim

ua secretária que não parava de se exibir para Vittorio. - Por favor, não

tes piscar para Vittorio que a ignorou completamen

anco fechou a porta rezando para

*

ender? – Questionou Ellis, revo

inda retocando seu batom vermelho. Afinal, nunca se sabe quando o

do agendamento para Cristine. Na verdade, ela queria

to e então em poucos segundos já solt

ra às nove da manhã e agora f

no estacionamento e fui obrigada a estacionar há uma quadra daqui por

dar. Volte amanhã, querida. – R

ltima parcela vence hoje e ainda estou

ima ainda mais da jovem lhe dando esperança que falaria em seu favor. - Você dever

estacionamentos! – Falou Ellis em voz alta. - Porém, co

va por a dentro no escritório de Franco e sendo surpreendida com a pres

e continuou esbravejando: - Já não bastava roubar a minha vaga do estac

nco se levantando. - Por favor, não

são ilustres! – Esbravejou Ellis.

em seu charuto e então deixou a fumaça se espalhar pelo ambiente, o que deixou a Morena ainda ma

nte pela Loira. - Por que a senhoria Barker está em

Barker perdeu seu horário de agendamento. –

ota. – Corrigiu Ellis apontando para Vittorio. Ela então

u Rocco colocando a mão dentro do terno. Ele

que ficou surpresa com os olhos pretos do homem. Por algum motivo tinha imaginado o

ta. – Respondeu El

Reforçou Vittorio depois de respirar fundo,

ha onde guardava todo seu salário. Franco acenou para Cristine que pegou a bolsinha a con

rei para a senhorita e e

isso agora. –

ais tarde. – Repetiu Fra

ermo em mãos. – Disse Ellis

io tranquilamente enquanto vo

u Franco saindo da sala com sua secretária

smo. – Comentou Vittor

esmo... – Comentou Ellis s

unca alguém se atreveu a questionar seu poder e influência. Ficou tão incomodado que se levantou, ajeitando

para mim. – Alegou Ellis encarando Vittorio. - Afinal, q

palavras terem saído pelos seus lábios. Pelo menos conseguiu controlar sua mão a tem

a janela, onde ficou olhando para a rua: - Vocês que acham que podem fazer o que qu

u não posso comprar? – Desafiou Vi

da rua. Ela se deparou com um casal apaixonado se beijand

ro. – Respondeu Vittorio se aproximando de El

pelo fato de o Rocco ser praticamente duas vezes o tamanho do patrão. Po

llis tentando não gagueja

iando seu charuto. - Algo mais? Há algo mais

a, com essa colônia invadindo o nariz da morena a faria se sentir intimidada, ele estava muito enganado. El

se pelo arrepio que dos lábios de Ellis tão próximo

queceu? – Recordou Ellis se afastando. - Porém

enhorita Barker? - Perg

Ellis se abrirem devagar ,

volta. Ele estendeu o papel em direção a jovem que se aproximou del

e continuou lendo o documento calmamente. Ao

erdemos a casa. – Ela se virou em direção ao Senhor Am

ar resposta deixando Vittorio a observan

para sua mesa. - Ah é, o senhor disse que ti

lher? – Perguntou Vitt

ntendi sua pergunta... –

va aqui, quem é ela? O

denciais... – Explicou Franco, cautelosamente. - O nosso

is ilustres. – Recordou Vittorio ajeitando se

ordem expressa da diretoria. – Falou Franco mexendo nos

banco, posso te acesso? –

rguntou Fran

ria acesso, correto?

im. – Respondeu Franco oferecendo um sorriso sem graça ao mes

os olhos de Franco se arregalarem. - Analisando, é sempre bom

o... O senhor não pode comprá-lo aqui... Quero diz

– Pergunt

ue

uem tem que autor

im

pondeu Vittor

ue se aproximou com seu celular já disc

linha. – Ordenou Rocco que en

rosto fica pálido. - Senhor Domenico... tem certeza? Okay, E

u Vittorio amassando s

O gerente encarou Vittorio ainda sem acreditar no que suas próximas pal

o. – Pediu Vittorio sem d

la Rocco na linha até escutar os t

o de Franco e então disse: - Agora,

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O MAFIOSO QUE ME AMAVA
O MAFIOSO QUE ME AMAVA
“Tudo o que Ellis Barker ansiava era pagar a última prestação da hipoteca da casa deixada pela sua mãe e assim encerrar a dívida de jogo de seu irmão. Pelo menos até a jovem chegar ao banco e seu destino cruzar com o de Vittorio Amorielle, um mafioso que não medirá esforços para ter o que deseja e daquele instante em diante seria Ellis.”