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O MAFIOSO QUE ME AMAVA

Capítulo 3 Capitulo 2

Palavras: 1638    |    Lançado em: 12/02/2023

Ellis

nte e sei

ily Preston

retora de imóv

rmo de quitação expedido

a pasta com as informações bancárias de E

rguntou Rocco observando

ão me servem de muita coisa. – Res

não entendi o motivo pelo qual o senhor

or vias... legais. – Explicou Vittorio ob

s da Senhorita Barnes... – Concluiu Rocco soltando um sorriso mal

. Ele tirou seus óculos escuros e encarou seu motorista de um jeito que Rocco sentiu que m

ão se fui ousado demais em mi

torio pegando seu celular. Ele discou alguns números e então aguardou ser ate

*

nquanto se aproximava dos elevados p

m uma verdadeira fortaleza, com portas pesadas de ferro, paredes grossas e

realizados os bailes de gala e eventos familiares, lareiras esculpidas de pedra, enormes estantes de madeiras raras, pis

vasto espaço vivo de 4,5 acres totalmente vedado da propriedade fechada cercada por outras

em uma propriedade de luxo refinado, de mais de 25 mil metros quadrados. Porém, Vittorio não via apenas como

aindo atenção de Vittorio.

ittorio ao apertar o botão de

giu o veículo até a vaga correspondente a ele, entre os mais de quinze veículos da família Amorielle. Nem bem o motori

hora de cabelos naturalmente pretos, em contraste com seus olhos verdes e corpo escultural, o que impressionava devido s

de mármore. Seu sorriso enorme e os braços abertos quase d

orio enquanto retribu

ntão segurou o rosto de Vittorio entre suas mãos como s

ua mãe enquanto dava leves

orio a uma pergunta não feita p

eu filho, em seguida. Ela sorriu e então disse: - Eu só go

mas tinha coisas mai

le? – Questionou Antoniett

io enquanto se afastava de sua mãe e caminhava em di

com os braços cruzados. Don Vittorio sorriu em direção a Antonietta e então entregou o drinque

deveria te

orio tomando seu uísque em um ún

s tenho certeza de que seu pai lotou metade do cemitério de Green-Wood com seus inimigos e não adquiriu ne

havia tomado a decisão se permaneceria com Giuseppe naquela posição ou trocaria. De fato

uas costas. E você não pode se tornar um alvo ago

ia, caso eu morra. – Disse Vittorio servindo mais um gole de uísque. Ele apontou o copo em direção a sua mãe: - Eu sei que essa con

criada em terra nostra, possui faculdade e até assumiu algumas coisas de sua família... Ela é uma moça pura, que segue

ra possui muitas qualidades, mamãe. – Disse V

Questionou Antonietta balançando a cabeça com desgosto. -Você precisa para

ttone? Aliás, mamãe isso não foi o que me impe

er dizer então que

problema, o problema é que ... Q

n? Teu pai não ensinou a você que não se deve fa

ha mãe... – Arg

ntonietta. - Enfim, o que o impe

ivo. - Papai disse que uma das coisas que atraiu

orosos do seu pai. Veja onde eles o levar

senhora, oras! – Respondeu V

er será capaz de confrontar você, Don Vittorio Amorielle, meu filho. Portanto, recomendo que esqueç

eu lhe garanto. Nem que eu tenha que comprar uma. – Inf

mou o homem na port

observado por sua mãe. - Preciso atende

cendência, Vittorio. – Pedi

matriarca passava por ele. Por fim, o investigador de Vittorio o encara enqua

belos ruivos. O Senhor Amorielle respirou fundo lendo praticamente as mesmas coisas que tinha no relatório d

então encarou Enrico enquanto dizia: - Peça ao Rocc

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O MAFIOSO QUE ME AMAVA
O MAFIOSO QUE ME AMAVA
“Tudo o que Ellis Barker ansiava era pagar a última prestação da hipoteca da casa deixada pela sua mãe e assim encerrar a dívida de jogo de seu irmão. Pelo menos até a jovem chegar ao banco e seu destino cruzar com o de Vittorio Amorielle, um mafioso que não medirá esforços para ter o que deseja e daquele instante em diante seria Ellis.”