/0/6759/coverbig.jpg?v=ad16aeef8fef4d21a61a28d85c2a12bd&imageMogr2/format/webp)
LUNA
iro da mata me invadiu de imediato, a terra úmida abaixo de mim já não me inco
atingiu em cheio, fazendo meus olhos lacrimejarem, os fech
daquela manhã. O familiar canto dos pássaros já soava como um alarme natural em meus ouvidos, acompanhado do ba
s pupilas já dilatadas pela aproximação repentina.
arem de cantar, reconhecendo a dominância daquele predador. Virei meu corpo em sua direção e o encontrei encostado em uma árvore com um
noite passada e simplesmente desmaiei no meio da floresta, meu corpo fez a
m minha forma animal, voltar ao corpo humano era e
cias suas, Luna. -Meu irmão não hesitou em ten
a invadiu minhas narinas e encheu meus pulmões. Mi
não me julgariam pelo que eu realmente hav
de mim como um cão farejador. -Declarei rouca, passando
não cons
entre os fios rebeldes de
es raios solares me cegasse, estiquei meus braço
nso naquela parte da floresta. Vi os primeiros raios sol
tou se aproximando com cautela e abrindo os braços, como se estivesse de fr
iso que se abriu em meus lábios e avancei em sua di
ir correr sozinh
tirando o ar e eu arfei baixo. Precisei bater em seu ombro para que Lucca me soltasse de seus braços e
le com ironia. -Já viu se não tem al
que ao seu lado. -Resmunguei o provocando. Lucca soltou uma estridente garg
entindo meus pés descalço
a os galhos das árvores, em busca de algum fruto.
r em meio a florestas, sempre esta
na!-Exclamou incrédulo com minhas pa
tapa na cabeça. Lucca resmungou baixo e esfregou o local atingido. Continuei
ao ver a fruta ve
a maçã não fará que ela magicame
nte da árvore e peguei impulso pulando até a fruta em uma altura impressionante para um humano. Agar
minar de comer a fruta, que como esp
de um Alfa de uma alcateia no Alaska. Seu pai era um desgraçado que a culpou pela morte de sua companheira que havia mo
r ter quase a matado de preocupação. -Proferiu
esnecessária. Somos capaze
i observando o horizo
por se preocupar com você?-Me perguntou, tir
para toda essa preocu
cou em s
segurança, Luna, nossa mera existê
rgo surgiu e
nhum ataque nos
não estamos sendo caçado
coberto de sarca
o somos bestas selva
lo nariz. Quando ele voltou a fitar meu rosto, tent
uma corrida a
os l
e alcanç
Meu irmão rompeu em um grito de êxtase, o som alegre vibrando em minhas veias. Um sorriso cresce
a, aumentando a adrenalina que pulsava em meu interior. Ansiava por sentir m
, das árvores, dos peixes e o cheiro de cachorro ao meu lado. Meus pés batiam com força em
e minha mente se esvaziar, dando lugar a
ão teve nenhuma dificuldade em me acompanhar, porém, usei minhas habilidades lupinas para ultrapassar meu irmão. Lucca podia ser mai
, no meu habitat natural. Era naqueles momentos que me sentia invencível, como se na
do na terra e quase tropeçando em meus próprios pés. Lucca parou ao meu lado, os olhos brilhantes como os
san
r uma armadilha para nos atrair, mas não conseguia conter minha curiosidade ou o instinto protetor que me domin
edir, compartilhando da
aram mais força e minha loba forçou a manter o controle comigo, o que fez meus
♡
/0/6759/coverbig.jpg?v=ad16aeef8fef4d21a61a28d85c2a12bd&imageMogr2/format/webp)