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A falsa namorada do CEO

Capítulo 2 Um ano depois

Palavras: 2541    |    Lançado em: 18/07/2023

a

no d

que aquilo era um veneno para a saúde de mamãe e Maddie, tudo que eu queria era

sim que chegamos, descobrimos que o dinheiro que tínhamo

prego de garçonete em uma cafeteria do outro lado da cidade e graças as gorjetas e o trabalho como garçonete em eventos nos finais de semana, eu estava cons

tava com oito anos e continuava com a aparência de sete, seu corpinho era magro e f

a, onde e

ela se queimou de

trabalho eu conseguia comprar os remédios, porém, sabia que ela precisava d

eçado atender alguns clientes na nossa antiga casa, mas com a doença de Maddie cada vez se agravando, ela não viu outra solução a não ser vender todas as s

pelo corredor secando os cabelos ainda molhados, log

se queimo

ue não - tenta

so - pego a sua mão. Vejo que havia si

foi na

mamãe - Maddi

die! - repree

vou fazer algumas horas extras, então vamos

marido da nossa vizinha Marieta para

ro que se

ação fica em pedaços vendo você

ir sobre esse assunto.

corpo e minha mente. O som do meu celular tocando o despertador era uma tortura, tinha que acorda

s sonhos. Na minha mente imatura, morar em Nova Iorque faria com que todos os meus probl

abalhavam ali. Mesmo sendo uma desastrada de marca maior, estava conseguindo me manter atenta e tomand

oa que conheci quando cheguei na cidade, sempre chegava atrasada para o turno, eu já havia me acostumad

um mês e já seguia para mais um, precisava quitá-lo antes que o dono do p

um tapa, me fazendo pular de susto e

o assustada - Você qu

gui resisti

sesse experimentar "algo novo", ela estava à disposição. Mesmo sendo uma ruiva linda, eu não conseguia sentir atração por mulheres e depois do qu

falei enquanto prendia o

atom? - começou a mexer na sua bolsa enorme - N

havia ido para Oxford e eu não sabia se em algum momento voltaria a vê-la pessoalmente, uma vez ou ou

ça. Pelo menos hoje você fez uma maquiagem elaborada nos olhos, gos

e deixado a minha aparência divertida, pois combinava com a mecha azul que

amente nada - falei fechando o armário e ajeitando o uniforme amare

ada - Ainda bem que no outro consigo mais, e s

fazendo era algo ilícito e me preocupava, ainda assim não me metia, mesmo ela sendo a pessoa mais extrovertida que já havia conhecido, era també

ernas ao contar minhas gorjetas, percebi que havia conseguido menos q

- Lissa surgiu t

i menos q

ue eu - Lissa colocou todo dinheiro

! - Não era justo que eu aceitasse o din

cinco vezes mais qu

to que vou

m chiclete na boca - Pensei

nto desesperada -

ar uma boa grande trabalhando onde eu

que fazer? - perg

ar. Os caras vão a loucura e quanto mais loucos eles ficam, mais gorjetas g

o, é que eu não conseguiria fazer i

, vai ficar uma semana t

o sou desajeitada e eu nunca conseguiria dançar com pessoas me o

e mudar de ideia, poss

lgo estava errado. Corri em direçã

Minha mãe dizia para Maddie, que e

que está a

... não consi

não me ligou? Precis

de ar faz uns cinco minuto

áxi - peguei meu

não podia fazer nada, sentia meu corpo tremer ao olhar em sua direção,

, peguei Maddie no colo e corri em direção a emer

nha mãe ao perceber que eu não cons

anto eu via Maddie ser medicada, sequer percebia o desespero de minha mãe ao meu lado, tudo que importava era Maddie, eu não podi

e minha mãe f

uena vai ficar bem - A médica falou com delicadeza

Mamãe? O

trouxeram para o hospital - respon

inha irmã vai ficar bem? - b

m particular - Meu coração acel

- Maddie tentav

ha. Logo iremos para casa -

je você irá para casa.

ro ficar soz

therine. Fica

encontrado nas nossas idas hospitais públicos, era bem

a cadeira assim que entr

que minha irmã tem? -

bém contribuiu - A palavra mofo fez meu sangue congelar, o nosso apartamento estava repleto dele. Fui tomada por um sentimento de impotência

eve carregar sempre e usar ao perceber que uma crise irá se iniciar - Ela fazia anotaçõ

assenti, peg

ara que vocês pos

irmos embora. Não conseguiria pagar o aluguel mais uma vez e o desespero tomou

ou em minha direção me

sto me deu, mocinha - f

Vamos para casa - disse mamãe

eira de conseguir algum dinheiro para que pudesse pagar o aluguel. Tudo que eu havia economi

a tão ruim assim

luguel e todos os remédios, talvez até juntar dinheiro para conseguir continuar o tratamento de Maddie e levar mamãe à

s que o normal. Eu servia os cafés sem tirar os olhos do reló

Lissa passou me dando

ue demiti-la! - David, nosso gerent

a a hora do nosso intervalo cheg

intervalo, corri na direção de Lis

spere - segu

essas? Parece que teve uma noite a

ou mal, passei quase a

muito! O que ela t

fo daquele apartamento - tentei segurar o ch

, Kath. De verda

imas teimosas que escorriam pelo meu rosto - É s

rancelha - Digo, você iria arrasar,

ntar. Você

raçando. Eu estava disposta a qualquer coisa para

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A falsa namorada do CEO
A falsa namorada do CEO
“Kath é uma jovem garçonete que não tempo para o amor, e sequer pensa em relacionamentos. Todo seu tempo é dedicado ao trabalho e em conseguir dinheiro para custear o tratamento da mãe doente e cuidar do irmã pequena Jeff Sparting é CEO de uma das maiores empresas de arquitetura do país, workcalic assumido, dedicou todo o seu tempo e energia para fazer o nome da empresa da família decolar. Mas tudo isso custou o seu casamento com a mulher que ama. Ela precisa de dinheiro. Ele precisa reconquistar a mulher que ama.”