Gong Zi Qian Yan
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Livros e Histórias de Gong Zi Qian Yan
O Arrependimento do Alfa: O Lobo Branco que Ele Rejeitou
Lobisomem Minha irmã, a futura Luna amada da alcateia, estava morrendo de insuficiência renal.
Axel, o Alfa Supremo e o homem que eu amei em segredo por toda a minha vida, usou seu Comando de Alfa para forçar a caneta em minha mão trêmula.
— Assine os papéis, Jana — ele rosnou, seus olhos brilhando com uma luz vermelha predatória. — Pare de ser egoísta. Kailane precisa de um transplante, e você é a única compatível.
Eu tentei implorar. Tentei dizer a ele que eu não sobreviveria à cirurgia.
Tentei dizer que eu já tinha doado um rim secretamente para o nosso pai cinco anos atrás — um sacrifício pelo qual minha irmã levou o crédito.
Mas Axel jogou uma pilha de exames médicos falsificados no meu rosto.
— Pare de mentir para salvar a própria pele — ele cuspiu as palavras. — Você é uma Ômega inútil, uma Sem-lobo. Esta é sua única chance de ter algum valor para esta alcateia.
Ele não sabia que Kailane vinha me envenenando com acônito por uma década para suprimir minha Loba Branca interior.
Ele não sabia que a anestesia não funcionaria no meu corpo envenenado.
Eu senti cada centímetro do bisturi de prata enquanto eles me abriam para colher meu único rim restante.
Eu morri naquela mesa, ouvindo o homem que eu amava me chamar de dramática.
Mas a morte não foi o fim. Meu espírito flutuou acima do caos, observando o rosto do cirurgião empalidecer de horror.
— Ela só tinha um! — o médico gritou, erguendo o órgão enegrecido. — Alfa, olhe as cicatrizes antigas! Nós acabamos de matá-la!
Somente depois que meu coração parou, as drogas que mascaravam meu cheiro se dissiparam.
Axel caiu de joelhos na sala encharcada de sangue, finalmente sentindo o cheiro de chuva e pinheiros que ele procurou por toda a sua vida.
Ele percebeu que tinha acabado de massacrar sua verdadeira companheira para salvar uma mentirosa.
— Jana? — ele uivou, cravando as unhas no peito.
Mas eu já tinha partido. Você disse para eu morrer em silêncio, e eu morri
Máfia A médica me disse que eu tinha trinta dias de vida. Exatamente dez minutos depois, meu marido me disse que sua amante estava grávida.
Eu estava sentada na sala de estar de mármore frio da mansão dos Costello, observando Dante andar de um lado para o outro. Ele era o Chefe do Comando de São Paulo, o homem cujos ferimentos eu costumava costurar no banheiro de um conjugado quando não tínhamos nada.
Agora, ele me olhava com olhos mortos.
— A Lorena vai se mudar para cá — ele disse, casualmente. — Ela carrega o herdeiro. Você vai criá-lo.
Ele tratou a destruição do nosso casamento como um acordo de negócios.
Tentei falar sobre a dor que devorava minhas entranhas, o câncer em estágio IV que tornava o simples ato de ficar de pé uma agonia. Mas ele apenas revirou os olhos, chamando minha fraqueza de “ciúme” e meu silêncio de “teatrinho”.
Ele chegou a destruir nossa primeira casa — o esconderijo onde nos apaixonamos — para construir um quarto de bebê para ela.
Quando finalmente perguntei: “E se eu estiver morrendo?”, ele nem sequer fez uma pausa a caminho da porta.
— Então morra em silêncio — ele disse. — Já tenho dores de cabeça demais por hoje.
Então, eu o fiz.
Queimei cada foto nossa. Assinei os papéis do divórcio. E fui a um cemitério municipal comprar um túmulo com meu nome de solteira, longe do mausoléu da família dele.
Morri sozinha em um banco de pedra frio, exatamente como ele pediu.
Foi só quando ele ficou de pé no necrotério, segurando minha mão esquelética e percebendo que eu não pesava nada além de ossos e luto, que o Rei de São Paulo finalmente quebrou.
Ele encontrou meu diário no lixo, onde eu havia escrito minha última anotação:
“Eu queria nunca ter conhecido Dante Costello.”
Agora, ele está de joelhos na terra, implorando por um perdão que nunca virá a uma lápide fria. Enquadrado pelo Amor, Desencadeado pela Vingança
Moderno Eu era uma advogada de patentes renomada até que meu marido e sua amante armaram para mim, destruíram minha carreira e me jogaram na prisão. Por sete anos, fui dada como morta, vivendo como um fantasma em um galpão.
Então, eles me encontraram. Meu ex-marido, Eduardo, e nosso filho, Caio, apareceram, em choque total por me verem viva.
Eles me atraíram para a festa de 18 anos do Caio, mas era tudo uma mentira. A festa era uma celebração surpresa de noivado para Eduardo e Selene, a mulher que arruinou a minha vida.
Na frente de todos, Eduardo me disse para "seguir em frente".
Meu próprio filho chegou a me implorar.
"Mãe, por favor", ele chorou. "Só peça desculpas."
Desculpas? Pelo quê? Por sobreviver ao acidente de carro que eles planejaram para me matar?
Olhei para o garoto que um dia amei mais que a própria vida. No silêncio súbito do salão de festas, eu sorri e perguntei: "Caio, você se lembra da noite em que a Selene te pediu para cortar os pneus do meu carro?" Amor Anulado, A Queda da Máfia: Ela Arrasou Tudo
Moderno Na minha noite de núpcias, fiz um voto a Léo Gallo, o homem mais temido de São Paulo. "Se um dia você me trair", sussurrei, "vou desaparecer da sua vida como se nunca tivesse existido." Ele riu, achando que era uma promessa romântica. Era um juramento.
Três anos depois, descobri sua traição. Não era apenas um caso; era uma humilhação pública. Sua amante, Ava, me mandou fotos dela nos meus lugares, usando joias que ele me deu, me provocando com sua presença na minha vida. E Léo permitiu.
O golpe final veio em nosso sítio de luxo em Itu. Eu os vi juntos, Léo e uma Ava triunfante e grávida, na frente de seu círculo mais próximo. Ele estava escolhendo ela, sua amante grávida, em vez de sua esposa ferida, exigindo que eu pedisse desculpas por tê-la chateado.
Na minha própria casa, eu era um obstáculo. No meu próprio casamento, eu era um acessório. O amor ao qual me agarrei por anos finalmente morreu.
As mensagens de Ava confirmaram tudo, incluindo a foto de um ultrassom com a legenda "Nosso bebê" e outra dela usando o colar que ele batizou de "O Alvorecer de Maya".
Então, na manhã seguinte à nossa festa de aniversário, coloquei meu plano em ação. Liquidei meus bens, passei um trator no jardim que ele plantou para mim e entreguei os papéis do divórcio. Então, com uma nova identidade, saí pela porta de serviço e desapareci na cidade, deixando o homem que quebrou seus votos para os destroços da vida que ele destruiu. Você pode gostar
A médica da matilha
Cooper Yara Ellis era uma estudante de medicina que se escondia em uma universidade humana, dedicando-se aos estudos para se tornar médica.
Diferentemente da maioria dos médicos, ela estava se especializando tanto em medicina humana quanto em medicina veterinária, com uma especialização em zoologia.
Como as matilhas estavam constantemente em guerra, ela sabia que nunca haveria médicos suficientes para cuidar dos lobos feridos.
Ela estava por conta própria há vários anos, tendo escapado de sua antiga matilha e seguido seu próprio caminho no mundo, com a esperança de um dia retornar às suas raízes e se tornar a médica mais renomada.
Warren Hill era um Alfa, envolvido nas intermináveis guerras e batalhas entre as matilhas.
Ele era jovem, forte e poderoso, mas por causa dos conflitos incessantes, nunca conseguiu encontrar sua companheira.
Um dia, enquanto Yara dava liberdade à sua loba, se deparou com o Alfa Warren, preso em uma armadilha para ursos.
Ela já ouviu falar disso: armadilhas deixadas para que membros de outras matilhas fossem capturados e morressem lentamente ou fossem facilmente eliminados.
Warren estava em sua forma de lobo, incapaz de se transformar sem ferir a própria perna.
Yara cuidadosamente desarmou a armadilha, libertando-o do metal cruel.
Porém, Warren a reconheceu como sua companheira, e quando sua matilha chegou, ele não aceitou a ideia de deixá-la para trás.
Yara não queria voltar para a matilha de Warren, mas não conseguia lutar contra um Alfa.
Ao descobrir que aquele que a desejava desesperadamente agora era o Alfa de sua antiga matilha, Yara percebeu que o lugar mais seguro para ela podia ser ao lado do Alfa Warren, que era seu companheiro e estava determinado a nunca deixá-la ir embora. A Luna descartada pelo Alfa
Velvet Piston Eu estava grávida de três meses quando o carro me atingiu.
Deitada ali, mal conseguindo me manter consciente, liguei para meu marido, Alfa Ethan, várias vezes, mas ele não atendeu.
Quando finalmente acordei da dor, vi uma postagem de Ivy, a primeira paixão dele: "Obrigada, Alfa, por saber o quanto tenho medo do escuro e ter ficado comigo a noite toda. Ele até cancelou todos os seus compromissos para me levar ao leilão hoje, só para me dar o melhor presente do mundo. Estou tão feliz!"
Finalmente, a ficha caiu. Enquanto eu lutava para proteger nosso filho, ele estava com outra loba!
Calmamente, curti a postagem e guardei meu celular.
Já que ele escolheu sua primeira paixão, decidi deixá-lo ir.
Em sete dias, eu sairia da sua vida com nosso filho para sempre. Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
PageProfit Studio "Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele."
Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis.
Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas.
Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda.
Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito.
Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona:
☽ Aquela noite não foi um acidente;
☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro;
☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la.
Pena que ela estava cansada de ser controlada.
***
O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa.
"Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha."
Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você."
"Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora." Uma armadilha inescapável
AlisTae Antes de cruzar com o irmão mais velho do namorado, Sophia, uma Ômega, vivia num mundo sem sobressaltos.
Na Alcateia Sombra Noturna, existia uma lei perigosa: se o líder Alfa rejeitasse sua companheira, ele perderia seu cargo.
Essa regra, que deveria proteger uniões, virou uma armadilha para Sophia. Afinal, ela namorava justamente o irmão mais novo do líder Alfa.
Bryan Morrison não era só o líder da alcateia, mas também um empresário temido, cujo nome sozinho fazia outras alcateia tremerem.
Por alguma brincadeira do destino, a Deusa da Lua uniu Sophia a esse homem perigoso e implacável... Cicatrizes do destino
Syra Tucker A cicatriz no rosto de Lyric sempre foi motivo de piadas e rejeição. Desde pequena, todos ao seu redor — inclusive o homem com quem ela dividia a vida — a tratavam com nojo ou indiferença.
Ele só a mantinha por perto porque precisava usá-la. Assim que conseguiu o que queria, desapareceu sem olhar para trás.
Destruída no fundo do poço, Lyric esbarrou num homem diferente, que olhou para seu rosto e disse que era bonito. Pela primeira vez, ela soube o que era se sentir amada de verdade.
Aquela noite virou tudo de cabeça para baixo, reescrevendo a vida por completo.
Lyric começou a enxergá-lo como um tipo de salvação.
Ele, por sua vez, descobriu que ela era a única mulher capaz de dar fim a um problema íntimo que o atormentava há tempos.
Lyric chegou a acreditar que a sorte, enfim, bateu na porta, mas o sonho desmoronou quando veio a verdade: ele mentiu.
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LISA BEE "Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!"
"Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?"
"Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca.
Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos.
***
Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã.
Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse.
Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida.
Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia.
O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos?