San Cailing
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Livros e Histórias de San Cailing
Vingança: A Segunda Chance
Jovem Adulto A sensação de queda livre era a última coisa que eu lembrava.
O chão de cimento do terraço subia para me encontrar, e em meus segundos finais, vi os rostos de Pedro e Laura.
Pedro, meu ex-namorado, me olhava com desprezo gelado. Laura, minha suposta melhor amiga e cúmplice, tinha os olhos cheios de um triunfo doentio. Foi a mão dela que me empurrou.
A traição deles não foi apenas emocional; foi uma sabotagem calculada que me custou a bolsa de intercâmbio que mudaria minha vida, me jogando em um caminho de miséria e, por fim, para a morte naquele terraço.
A dor do impacto foi brutal. E então... nada.
Abri os olhos com um sobressalto, o ar enchendo meus pulmões. Eu estava na minha cama, no meu antigo quarto na casa dos meus pais. A data no meu celular era três meses antes de Laura me empurrar.
Eu renasci.
A compreensão me atingiu como uma onda de choque. Eu tinha recebido uma segunda chance. Uma chance de reescrever meu destino, uma chance de vingança. Minha nova vida começou no dia em que Pedro, em uma exibição grotesca de afeto, declarou seu amor por Laura no pátio da escola.
E então, o choque: ele não estava apaixonado, estava investindo. Pedro também renascera, usando seu conhecimento do futuro para garantir um bom casamento. Eles achavam que podiam me destruir, mas mal sabiam que, desta vez, eu conhecia as regras.
O jogo havia começado. E eu não seria a peça a ser sacrificada. Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
Moderno Quando o médico me disse que a minha bebé recém-nascida tinha morrido, o mundo parou.
Deitada na cama do hospital, ainda dorida do parto, a única coisa que ouvia era o zumbido nos ouvidos.
Nesse momento de luto esmagador, o meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro, mas havia 18 chamadas perdidas.
Depois, uma mensagem dele: "Helena, onde estás? O avô dela quer vê-la."
O meu sogro tinha acabado de falecer no hospital ao lado.
A sua voz, quando finalmente o alcancei, não era de preocupação, mas de pura acusação.
"Helena! Finalmente! O pai acabou de falecer. Ele queria ver a neta antes de partir. Porque é que não atendeste as minhas chamadas?"
A dor no meu coração era insuportável, mas tentei sussurrar: "A Eva... ela não sobreviveu."
Um silêncio frio do outro lado. Não de choque, mas de vazio.
Depois, a voz da minha cunhada, Sofia, falsamente doce: "Pedro, querido, não sejas duro com a Helena. Mas o pai... é uma pena que a Helena não tenha chegado a tempo."
A raiva ferveu em mim, mas o Pedro respondeu gelado: "Que tipo de desculpa é essa?" Ele não acreditava.
Desligou, deixando-me a questionar: Onde estava o homem que amava? Como pôde ele pensar que eu inventaria a morte da nossa filha?
Ele não me apoiou. Não me acreditou. Pior, ele me largou. Ele e a sua família deixaram-me sem nada, expulsando-me como lixo.
A Sofia, que sempre me odiou, sorria vitoriosa.
Eu estava sozinha, despedaçada, mas então a verdade cruel foi revelada: A morte da minha bebé não foi acidente, foi homicídio.
Alguém assassinou a minha doce Eva.
A polícia foi notificada, mas eu jurei, com o coração em chamas: Eu própria encontraria o monstro que tirou a minha filha de mim, e fê-los-ia pagar. Adeus Lisboa, Olá Paraíso: A Vingança da Ana
Romance Fui Ana, a Rainha do Fado, casada com Diogo, o Barão do Vinho.
Celebrados nas revistas de sociedade como "O Conto de Fadas Moderno" , eu era a sua musa, a alma de Lisboa unida ao poder do Douro.
Ele prometeu-me lealdade eterna, que a sua vida "começava e acabava comigo".
As suas palavras eram como um vinho do Porto vintage, ricas e complexas, um amor que eu, a fadista que cantava a dor dos outros, nunca pensei querer.
Mas o aroma desse vinho tornou-se vinagre.
O sorriso carismático de Diogo tornou-se uma máscara.
Comecei a ver.
Numa escapadela "romântica", os seus olhos fixos no telemóvel, um sorriso cúmplice para uma influenciadora digital, Sofia, que no Instagram bradava ter um "admirador secreto" com o username "VinhoAmor" - o perfil privado de Diogo.
O cheiro do perfume dela, uma picada invisível no meu coração.
A dor era física, uma nota de fado presa na garganta.
Ele chamava-me "pálida" e "cansada", propondo que eu "descansasse dos fados", tentando silenciar a minha alma.
Naquela noite, vi-o mentir novamente, a falsa "emergência na adega" levando-o direto para o aeroporto, para um voo para Faro, para Sofia.
As lágrimas escorriam-me pelo rosto enquanto assistia ao seu olhar faminto e possessivo no vídeo que ela publicara.
Mas o pior estava por vir.
Ouvi-o gabar-se aos amigos, com uma gargalhada presunçosa, que a "paixão vibrante" dela era "bem mais divertida do que um fado triste".
E depois, o golpe final: uma foto no meu telemóvel, enviada por ela, de um teste de gravidez com duas riscas.
"Parabéns, papá. O nosso 'vinho do amor' deu frutos."
Naquele abismo de humilhação e traição, a dor cessou.
A Ana fadista morreu, e uma nova mulher nasceu.
Numa chamada telefónica fria, um advogado confirmou a renúncia da minha cidadania portuguesa.
Sobre a mesa, um bilhete de avião apenas de ida, Lisboa para o Rio de Janeiro.
Não havia perdão, nem volta a dar.
A sua lealdade quebrada e a minha dignidade pisada forjaram uma determinação inabalável para desaparecer, para o apagar da minha vida, e para o fazer pagar por cada mentira. O Fio da Meada Quebrado
Moderno Eu estava grávida de nove meses, esperando a chegada do meu bebé, quando um incêndio devastou o bairro.
Fui submetida a uma cirurgia de emergência e perdi o nosso filho.
Enquanto eu lutava pela vida, e depois pela dor da perda, o meu marido, Pedro, estava ocupado a ser o "herói" de outra pessoa.
Liguei-lhe, devastada, e ouvi do outro lado da linha a voz doce da sua ex-namorada, Sofia, e depois do meu sogro, Tiago, agradecendo-lhe por a ter salvo.
Pedro e a sua família, em vez de me apoiarem, desprezaram a minha dor, acusaram-me de drama e até tentaram manipular-me com a memória do bebé que perdi.
Chegaram ao ponto de me caluniar e oferecer uma esmola para o divórcio, pintando-me como uma mulher instável.
Será que estavam a tentar intimidar-me?
Será que esperavam que eu, que tinha acabado de perder o meu bebé sozinha no meio do fogo, simplesmente aceitasse as migalhas e o desprezo?
E como se tudo isso não bastasse, descobri a verdade por trás da "nobreza" de Pedro: ele estava a ter um caso com Sofia muito antes do incêndio.
Aquele "salvamento heroico" era uma farsa, uma traição calculada.
Não havia mais choro, apenas uma raiva fria e resoluta a acender-se dentro de mim.
Chega de submissão, chega de aceitar migalhas.
Eles queriam uma guerra?
Pois teriam.
E eu ia lutar para reivindicar não só o que era meu por direito, mas também a minha dignidade. Dezoito Chamadas e Um Adeus
Moderno A conta do hospital chegou numa terça-feira, o peso da fatura final para o meu filho, Leo, que viveu apenas sete horas.
A dor era avassaladora, mas a visão daquele envelope disparou uma lembrança gélida.
O incêndio. A fumaça preta e espessa. Eu, grávida de oito meses, presa no sexto andar do nosso prédio.
Liguei para o meu marido, Miguel, repetidamente, dezoito vezes, em pânico total.
Quando ele finalmente atendeu, sua voz era irritada, distante: "Estou ocupado."
E então ouvi a voz chorosa da sua meia-irmã, Sofia, por um tornozelo torcido.
Miguel desligou, apressando-se para cuidar dela, justificando o abandono.
Ele escolheu o tornozelo torcido dela em vez da vida do nosso filho e da minha.
Quando pedi o divórcio, ele e o sogro me chamaram de "dramática" e "emocional".
Eles pediam compaixão pela "frágil" Sofia, que manipulava a todos.
A minha compaixão morreu naquele incêndio, junto com o meu filho.
Mas a verdade estava nas minhas mãos.
A cópia da conta. E o registo daquelas chamadas, uma prova irrefutável da sua escolha.
Com a minha mãe ao meu lado, decidi: não mais vítima.
Eu não estava louca, estava apenas a começar a lutar.
Era hora de acertar as contas. Alma Perdida, Inocência Quebrada
Moderno Eu tinha uma vida que parecia perfeita.
Eu, João Miguel, tinha Sofia, a esposa que eu amava, e nosso precioso filho, Leo.
Mas havia uma sombra, Carlos Alberto, o "salvador da infância" dela, que se esgueirava em nossas vidas.
Então, veio o choque brutal.
Sofia, completamente cega por sua adoração a esse homem, me obrigou a doar uma quantidade absurda de sangue, mesmo sabendo da minha condição médica.
Eu morri, e minha alma ficou flutuando, uma testemunha silenciosa de cada horror que se desenrolava.
A dor começou de verdade ali.
Meu pequeno Leo, desesperado para me acordar, foi jogado de lado como lixo.
Ele foi empurrado, ignorado, ferido, enquanto a frieza de Sofia cortava o ar.
Carlos Alberto, o manipulador, o arrastou para longe, o torturou, quebrando seu corpo e seu espírito.
Minha alma gritava, impotente, enquanto eu via meu filho, meu sangue, sendo destruído diante dos meus olhos.
Ele caiu, bateu a cabeça, sangrou, e o pesadelo só piorava.
Como a mulher por quem eu daria a vida pôde se tornar um monstro tão cego e cruel?
Por que a manipulação daquele homem era mais importante do que ver seu próprio filho sofrer?
Por que Sofia riu, com um som oco e cruel, quando Leo perguntou: "E se o papai morrer?"
E ela respondeu: "Que morra. Seria um alívio."
O horror se intensificava a cada instante, e meu pequeno guerreiro, de apenas sete anos, machucado e sangrando, carregava o peso de uma verdade insuportável no seu coração.
Minha morte foi apenas o prelúdio para o calvário de Leo.
Mas toda crueldade tem um preço a pagar.
Será que a verdade, por mais devastadora que seja, emergirá?
E aqueles que nos destruíram enfrentarão a fúria que semeou sua própria ruína? Você pode gostar
BOX FILHOS DA MÁFIA - SÉRIE NOSSOS FILHOS
A.Fagundes Sinopse:
Eles nasceram cercados por luxo, poder e segredos. Filhos dos mafiosos mais temidos do mundo, cresceram à sombra de decisões sangrentas e alianças perigosas. Agora, adultos, enfrentam seus próprios dilemas entre o amor, a lealdade e a herança de um império marcado por crimes e paixão.
Em Box Filhos da Máfia, Angelinna Fagundes apresenta histórias intensas e emocionantes, onde cada casal precisa lutar contra o peso do sobrenome, enfrentar inimigos do passado e descobrir se é possível construir um futuro diferente sem negar quem realmente são.
Prepare-se para viver romances explosivos, reviravoltas arrebatadoras e o drama daqueles que carregam nas veias o legado da máfia... e no coração, o desejo de um amor verdadeiro.
O Nonagésimo Nono Adeus
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Em uma festa de formatura, Sofia "acidentalmente" me puxou para a piscina com ela. Leo mergulhou sem hesitar um segundo. Ele passou nadando direto por mim enquanto eu me debatia, envolveu os braços em volta de Sofia e a levou para a segurança.
Enquanto ele a ajudava a sair sob os aplausos de seus amigos, ele olhou para trás para mim, meu corpo tremendo e meu rímel escorrendo em rios negros.
"Sua vida não é mais problema meu", ele disse, sua voz tão fria quanto a água em que eu estava me afogando.
Naquela noite, algo dentro de mim finalmente se quebrou. Fui para casa, abri meu notebook e cliquei no botão que confirmava minha matrícula.
Não na USP com ele, mas na NYU, do outro lado do continente. Coração rendido ao mafioso
kel.rasinhas.alexandrino Lilian Reed é uma jovem determinada, que trabalha no exclusivo clube Shadow of Sophia para sustentar seus sonhos de se tornar enfermeira e deixar para trás a exploração de sua madrasta, Diane, e seu meio-irmão, Liam. Mas sua vida desmorona quando Diane a vende por uma fortuna ao temido Cassian Moore, um mafioso cuja presença exala poder e perigo.
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Entre o medo de ser consumida e uma atração avassaladora, ela se propõe a trabalhar para pagar sua dívida e ganhar sua liberdade. Mas Cassian tem outros planos.
"Entenda de uma vez por todas, Lilian Reed. Você pertence a mim agora. Você trabalhará para mim e responderá apenas às minhas ordens", ele declara, selando o acordo com um beijo brutal que deixa seu corpo tremendo e sua mente em chamas.
À medida que os segredos de um passado doloroso ressurgem e o perigo se aproxima, Lilian luta para resistir ao domínio do mafioso, mas será que seu coração se renderá a ele antes que ela escape desse inferno? Tudo por Ela - Amor e Vingança
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