Xi Ying
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Livros e Histórias de Xi Ying
Amor Que Mata
Moderno A porta de metal bateu, e a escuridão no contêiner me engoliu, cheirando a ferrugem e abandono.
Ouvi a voz dela do lado de fora, distante: "Você vai aprender a não mexer com o Rafael."
Meu coração batia forte. Camila, minha Camila, como podia fazer isso?
Então, a lembrança me atingiu como um soco. Pingo.
Meu pequeno Pinscher, de apenas três quilos, foi esmagado pelo salto dela na minha frente.
"Seu monstro! Está usando esse rato para assustá-lo!" , ela gritou, os olhos frios.
"Agora é a sua vez."
Caí no chão batido, as palavras ecoando. Não era um mal-entendido. Era real. Camila tinha matado meu cachorro, e agora…
Ouvir a risada dela, cruel, e a voz de Beatriz se juntando a ela, me despedaçou.
"Tarde demais, André. Você devia ter pensado nisso antes de aterrorizar o homem que eu amo."
Então, ouvi um rosnado. Não era Pingo. Eram os Dobermans.
"Não comem há três dias. Vão te ensinar uma lição."
A dor e o terror me consumiram. Por que ela estava fazendo isso?
Do lado de fora, Rafael falava com Beatriz, calmo.
"Ele só vai levar um susto. Camila disse que são treinados."
Mas eu sabia a verdade. Sabia que Camila, cega pelo ciúme e pela manipulação, havia se tornado um monstro.
Minha visão escureceu enquanto sentia os dentes rasgando minha carne. O anel em meu dedo brilhou, um último vestígio da vida que tínhamos.
Morri ali, traído, e meu espírito se tornou uma sombra, presenciando a farsa que ela encenava.
Ela negava minha morte, tratava Rafael como rei, ignorando a podridão ao seu redor.
Aquele anel me prendia à terra, um elo com a promessa de "para sempre" que ela havia quebrado.
O avô de André, com sua sabedoria bruta, finalmente quebrou a máscara de Camila.
Ela correu de volta ao contêiner, onde a visão dos arranhões, do sangue e, por fim, da minha unha quebrada, a fez desabar.
A verdade a atingiu. Ela me matou. E foi usada por Rafael e Beatriz.
A dor se transformou em raiva, e a raiva em sede de vingança.
Ela não era mais a influenciadora, a esposa, a viúva. Era uma caçadora.
Com garras afiadas, Camila rastreou os dois arquitetos da minha desgraça.
No açougue do meu avô, ela os marcou, não apenas com dor, mas com a humilhação do que eles fizeram.
Ela os entregou à justiça, mas já havia feito a sua própria.
Eu, André, finalmente encontrei a paz. Quando a Morte Revela a Verdade
História Por três anos, a minha vida foi um campo de batalha. Eu, Juliette Lawrence, a cantora de Fado, vivia uma guerra fria com Hugo Gordon, o meu marido. Éramos o casal mais disfuncional de Lisboa, consumidos por um ódio que nos devorava por dentro.
Aquele ódio trivializou-se subitamente quando o médico pronunciou as palavras: "cancro no pâncreas, fase terminal." Seis meses. Era tudo o que me restava. Desesperada por paz, liguei a Hugo, a implorar por uma trégua. Mas a sua voz fria, seguida pela risada sarcástica da minha melhor amiga, Cecilia Perez, a convidá-lo para a cama, reduziu a minha esperança a cinzas. Eles estavam juntos. A minha melhor amiga e o meu marido.
A traição esmagou-me, um golpe mais forte que a notícia da morte. Hugo, cego de ódio e manipulado por Cecilia desde o início da nossa união – ela editara uma gravação para fazê-lo crer que eu era uma caça-fortunas, levado depois à falência a adega da minha família – recusava-se a ver a verdade. Ele exibiu Cecilia na nossa mansão, humilhou-me publicamente, e até permitiu que ela, por inveja pura, me destruísse a herança mais preciosa: a guitarra da minha avó.
Como ele podia ser tão cruel? Como podia acreditar nas mentiras dela, mesmo quando eu me desfazia à sua frente? A injustiça queimava. Não entendia o propósito de tanto sofrimento. Porque é que eu estava a pagar por uma mentira arquitetada pela minha suposta amiga, e porque ele, que outrora me amava, agora me queria destruir? A dor tornou-se física, quando, num ato de desespero e para o silenciar, cortei a minha própria mão. A apatia tomou conta de mim.
Foi nesse abismo que tomei uma decisão radical: fazer o procedimento experimental para apagar Hugo Gordon da minha memória. Eu queria viver os meus últimos dias em paz, mesmo que essa paz fosse uma ilusão. Ele não existiria mais para mim. Para esquecer o homem que me causou tanta dor, para apagar essa parte sombria da minha vida e, quem sabe, encontrar um alívio antes do fim. O Nome Proibido: Um Segredo de Família
Romance Quando meu filho, Leo, completou cinco anos, ele fez-me uma pergunta inocente.
"Mãe, por que o pai odeia tanto o meu nome?"
Essa pergunta congelou meu coração, revelando uma ferida aberta em nosso casamento.
Meu marido, Tiago, que nunca gostou do nome Leo – que eu escolhi cuidadosamente – ouviu a pergunta e sua reação foi brutal.
Sua voz se tornou dura, o desprezo em seu olhar evidente para o nosso filho.
Ele revelou um segredo obscuro: Leo tinha o nome do meu ex-namorado, Afonso.
E então, a acusação mais dolorosa possível: "Você deu ao meu filho o nome dele. Você queria que ele fosse um substituto? Às vezes eu duvido que ele seja meu filho."
Essa dúvida venenosa, plantada pelo próprio pai de Leo, começou a corroer nossa família e a minha sanidade.
Para silenciar de uma vez por todas suas inseguranças doentias, eu tomei uma decisão desesperada.
Fizemos um teste de paternidade, mas um erro inacreditável transformou a prova da verdade num pesadelo.
"Probabilidade de Paternidade: 0%."
As palavras saltaram da página, impossíveis de acreditar.
Meu mundo desabou quando Tiago exibiu um horror gélido.
"Sofia, como você explica isso?"
Eu, a esposa fiel, a mãe dedicada, de repente fui vista como uma traidora, a mentirosa que o fez criar o filho de outro homem.
Mas como? Eu sabia a verdade. Meu filho era dele, inegavelmente.
O desespero me consumiu.
Foi então que li o nome na amostra: David Gomes.
Não. Não era o DNA de Tiago. Era do meu sogro!
Um erro estúpido com uma escova de dentes em um fim de semana qualquer.
Tentei explicar, mas Tiago não quis ouvir.
Ele me acusou de uma "desculpa conveniente" e me desafiou a provar a verdade novamente.
"Então prove! Vá ao laboratório. Faça o teste de novo. Comigo. Agora."
A humilhação era insuportável, mas eu precisava lutar.
Como pude cometer um erro tão devastador que destruiria meu casamento e a inocência do meu filho?
Esta era minha única chance de limpar meu nome e salvar o que restava da minha família. Embriões Roubados: O Preço da Crueldade
Moderno Quando acordei no hospital, a primeira coisa que soube foi que o meu bebé, que carreguei por nove meses, tinha morrido num acidente de carro.
Peguei no telemóvel para ligar ao meu marido, Pedro, mas atendeu a minha "melhor amiga" Clara, dizendo que ele estava a ajudar o cão dela atropelado.
O Pedro, o meu marido, abandonou-me à minha dor no hospital para cuidar do cão da nossa amiga, e depois ameaçou-me com o divórcio se eu não lhe desse os nossos embriões congelados para a Clara, que sempre dissera que não podia ter filhos.
Como podia ele ser tão cruel, tão indiferente à perda do nosso filho, e de repente tão desesperado para ser pai, a ponto de querer os meus filhos para outra mulher?
Não se tratava mais do divórcio. Eu ia descobrir a verdade, e ia lutar por justiça, pela memória do meu filho e pela minha dignidade. O Fogo Que Consumiu Meu Futuro
Moderno Acordei no hospital, depois do incêndio que devastou nosso prédio e levou o futuro que carregava dentro de mim.
A primeira coisa que perguntei foi pelo meu marido, Leo. Onde ele estava?
Ele estava com a prima, Catarina, a mulher que ele sempre disse ser "apenas como uma irmã".
Meu sogro Miguel me informou que Leo havia priorizado a casa dela, pois "a situação dela era muito pior".
Enquanto eu perdia nosso filho, ele estava "ajudando" Catarina.
A dor da perda foi acompanhada de uma traição gelada.
Leo não me ligou. Não veio. A única mensagem foi para minha mãe, dizendo para eu "parar com o drama".
Eu era a histérica. A egoísta, por estar sufocando na fumaça enquanto ele salvava outra.
Onde estava a compaixão por mim, que perdi meu filho, chamando por ele no meio do fogo?
Eu não conseguia entender. Por que ele me abandonou? Por que não veio? E por que Catarina era tão importante?
A resposta veio depois que o divórcio foi assinado.
Uma ligação inesperada revelou a verdade: Leo não me "presumiu segura".
Ele me ouviu gritar no incêndio, falou ao telefone com "ela", e disse: "Deixe a Ana, ela sabe se virar." E fugiu.
Em seguida, veio a notícia: Leo e Catarina estavam noivos. Ela usava um anel.
Não foi caos. Foi deliberado. Um caso escondido sob o véu de "apenas primos".
A raiva que senti antes não era nada perto desta fúria.
Eu não podia deixar isso passar. A família "feliz" deles iria se desmoronar. O Divórcio da Linha Reta
Moderno O corredor do hospital cheirava a desinfetante e a medo.
Meu pai estava a morrer, e eu precisava do meu marido, Leo, para assinar os papéis da cirurgia que o poderia salvar.
Liguei-lhe incessantemente, implorando que viesse, mas a sua voz irritada afirmou: "Não posso ir agora. A Clara torceu o tornozelo. Ela precisa de mim. Tu consegues resolver isso, Sofia."
Enquanto o monitor cardíaco do meu pai se tornava uma linha reta, Leo apareceu, horas depois, com um café e uma preocupação encenada.
Ele justificava-se com a "sensibilidade" da Clara, a "fraternidade" que os unia, e como ela era "frágil".
A sua mãe, Inês, juntou-se ao coro, acusando-me de egoísmo. A própria Clara ligou, com a sua voz chorosa, revelando a farsa.
Meu pai morreu sozinho, enquanto o meu marido consolava outra mulher por um tornozelo torcido.
Como podiam esperar que eu aceitasse este abandono monstruoso?
Que homem veria o seu dever para com a esposa e o sogro como igual à "obrigação" para com uma "irmã" que vive de vitimização?
A ironia e a raiva foram o catalisador.
Olhei para o fundo dos olhos vazios do Leo, naquele dia de luto, e disse: "Quero o divórcio."
Sabia que a batalha seria árdua, mas eu estava pronta.
Era o momento de me escolher a mim mesma e lutar pela minha liberdade e paz, custasse o que custasse. A Escolha do Meu Marido
Moderno Acordei num hospital, a dor latejava na cabeça.
A barriga estava lisa. Onde estava o meu bebé?
"Ele não resistiu", disse-me a enfermeira, e o meu mundo desabou.
Miguel, o meu marido, chegou. Salvou a irmã dele, Sofia, primeiro do carro.
Deixou-me a mim, grávida de oito meses, presa.
A minha sogra, Helena, só me culpou pela perda do neto.
"Esperas que estejas satisfeita! Perdeste o meu neto!", gritou ela.
Miguel, sem hesitar, cortou o meu acesso à conta conjunta.
"A vida custa dinheiro, Clara. Volta e pede desculpa à minha mãe", a mensagem era clara.
Amigos e familiares ligavam, a expressar "deceção".
Nas redes sociais, Sofia posava de vítima, e eu era pintada como a louca.
Como puderam? O meu próprio marido escolheu a irmã em vez do nosso filho!
O meu luto foi ignorado, a minha dor transformada em culpa.
Humilhada, sem um cêntimo, perguntava-me: iriam conseguir que eu rastejasse de volta?
A raiva transformou-se em gelo.
"Quero o divórcio", disse eu.
Quando a esperança esmorecia, o meu telemóvel tocou.
"É a Clara? Sou Jorge. Conduzo um camião azul. Vi o acidente."
Uma testemunha inesperada. A verdade tinha um nome.
E com ela, a minha luta começou para valer. Você pode gostar
Traída pelo meu marido, levada pelo seu tio bilionário
Shadow Puppet Durante um ano de um casamento sem amor, Olivia havia feito de tudo para conquistar o coração do seu marido, chegando a suportar um exame humilhante por acreditar que seu desejo por homens era uma doença.
Então, o primeiro amor dele voltou, e a verdade a feriu profundamente - ele havia se guardado para outra mulher.
Olivia pediu o divórcio, mas ele se recusou e a levou até seu tio poderoso.
Ela congelou, porque o homem à sua frente era o médico que havia examinado cada centímetro dela!
"Quer vingança?", ele sussurrou, prensando-a contra a parede. "Vou te ajudar."
Sem hesitar, Olivia o beijou.
Mais tarde, quando seu ex implorou por perdão, ela apenas sorriu. "Cansei de perder tempo com um homem impotente." O Retorno Genial da Esposa Rejeitada
Zhi Ning Voei de Boston até Nova York no meu aniversário, esperando passar a noite com meu marido, um astro da NHL, e nossa filha de cinco anos.
Mas, ao abrir a porta, encontrei minha meia-irmã no chão da sala, rindo com eles como se fossem a família perfeita, e eu, a intrusa.
Minha filha recusou meu abraço, se escondeu atrás da minha meia-irmã e murmurou:
"Não quero você, mamãe é chata."
Meu marido mal olhou para mim, cancelou nosso jantar de aniversário alegando uma reunião urgente e saiu de casa levando nossa filha.
Horas depois, sentada sozinha no escuro, recebi um link de um site de fofocas.
A foto mostrava meu marido, minha filha e minha meia-irmã num restaurante luxuoso, desfrutando de um aconchegante jantar.
Ele cortava o bife da nossa filha com um sorriso gentil que nunca me direcionava, enquanto minha meia-irmã os olhava com intimidade.
Ele não havia esquecido que era meu aniversário; ele simplesmente preferiu passar a noite com ela.
Durante cinco anos, abandonei minha carreira brilhante em tecnologia para ser a esposa perfeita, apenas para ser descartada e humilhada por aqueles que eu mais amava.
Todo o meu sacrifício não passava de uma piada cruel, uma vida inteira dedicada a pessoas que não se importavam comigo.
Sem derramar uma única lágrima, fui até o escritório, tirei nosso acordo de divórcio da gaveta e assinei meu nome.
Deixei para trás a aliança, o armário de grife e comprei uma passagem só de ida.
A partir de hoje, eu não era mais a submissa senhora Carlisle, e sim Corinne Sargent, pronta para recuperar o meu império. Um acordo secreto com meu chefe bilionário
Gregory Ellington Madison Harper conhecia muito bem o caos que Alexander Knight deixava por onde passava.
Como assistente pessoal do CEO bilionário, ela já havia resolvido inúmeros escândalos, acalmado ex-namoradas e impedido que a vida privada desorganizada dele chegasse à sala de reuniões.
Porém, uma noite fatídica a levou para a cama de Alexander, e a dinâmica entre eles mudou drasticamente desde então: o que começou como um momento incontrolável se transformou em algo que nenhum dos dois conseguiu resistir.
Madison precisava de ajuda financeira para as crescentes despesas médicas da sua mãe, e Alexander ofereceu os recursos, com a condição de que ela se tornasse sua namorada por um ano.
Sem compromisso, sem sentimentos, apenas negócios.
À medida que os limites entre suas vidas profissionais e privadas se confundiam, a determinação de Madison começou a vacilar. Por trás do charme imprudente de Alexander, havia um magnetismo que a atraía mais do que ela jamais imaginou.
Quando ela começou a acreditar que poderia ser mais do que um "acordo", Katherine, o fantasma do primeiro amor perdido de Alexander, reapareceu, ameaçando destruir tudo o que eles haviam construído.
Será que Madison conseguiria proteger seu coração enquanto navegava nesse jogo de alto risco de desejo e engano? Ou esse relacionamento com seu chefe notoriamente imprudente lhe custaria mais do que ela estava disposta a perder? Fora da prisão, conquistei todos eles!
Riven Ashcombe Após três anos na prisão por um crime que não cometeu, Corinna morreu, renasceu e estabeleceu uma regra para sua nova vida: nunca mais ser usada.
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A falsa herdeira apareceu com o ex-noivo de Corinna para ostentar seu triunfo. "Ele vai se casar comigo. Tenho certeza de que você não se importa, certo?"
Corinna zombou e se casou com Jayden, o homem mais rico da cidade.
Jayden pensava que o casamento deles era um contrato, até que os segredos dela vieram à tona: curadora genial, artista brilhante, rainha das corridas...
Quando a família implorou, ela os mandou para a cadeia.
Quando seu ex voltou rastejando, ela apenas riu. "Só nos seus sonhos!"
Ao mesmo tempo, seu marido - o mesmo homem que havia jurado que o casamento seria estritamente um negócio - de repente começou a correr atrás dela com uma devoção intensa que ela jamais esperava.
De dia, ele era um porto seguro que permanecia firmemente ao lado dela.
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Janie Durante três anos, Christina se dedicava completamente à família sem reclamar, apenas para ser descartada pelo homem em quem mais confiava.
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Ao perceber o brilho dela, o ex-marido se arrependeu. "Querida, me perdoe!"
Com um sorriso frio, ela cuspiu: "Cai fora."
Um magnata a envolveu em seus braços. "Ela é minha esposa agora. Guardas, tirem esse homem daqui!"
Rejeitada pelo meu ex, desejada pelo pai dele
Glitch Petal Após seis anos juntos, Joslyn foi abandonada antes do casamento, porque seu namorado preferiu o primeiro amor a ela.
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Uma generosa mesada, recursos abundantes à sua disposição, um marido que praticamente nunca estava em casa, o puro prazer de esfregar seu novo status na cara do seu ex... Tantas vantagens!
Enquanto o ex implorava publicamente por outra chance, Connor a puxou para seus braços e olhou para seu filho. "Diga isso de novo e você estará fora da família para sempre."
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Por fim, Joslyn descobriu a verdade: Connor passou seis anos planejando tê-la para si! A Noiva Traída: Casando-se com o Tirano de Gelo
Sophia No nosso terceiro aniversário de noivado, comprei o relógio caro que meu noivo tanto queria.
Ele mandou mensagem dizendo que estava num treino de última hora, mas o rastreador do celular o entregou.
Dirigi até um mirante isolado e o peguei no flagra, balançando o carro com outra mulher.
Quando bati no vidro embaçado, vi que a amante era Sienna, a filha biológica dos meus pais adotivos.
Terminei tudo e vazei a traição para a mídia, mas o pesadelo estava apenas começando.
Em vez de me apoiar, minha família adotiva se virou contra mim com um ódio doentio.
Eles distorceram o passado, afirmando que foi Sienna quem salvou a vida do meu noivo anos atrás, roubando o meu único mérito.
Para proteger a imagem da filha perfeita, eles bloquearam minhas contas, sujaram meu nome e me expulsaram de casa no meio de uma tempestade.
Eu havia suportado anos de humilhação por aquela família, apenas para perceber que era uma mera ferramenta descartável.
Fiquei na rua, encharcada e sem um centavo, enquanto a dor da traição se transformava num ódio absoluto.
Foi então que um Bentley preto parou suavemente na minha frente.
O homem mais temido e poderoso de Nova York, o bilionário Blake Sterling, me estendeu a mão com um contrato.
"Seja minha esposa por dois anos, e eu te darei o poder para destruir todos eles."
Aceitei me vender para conseguir minha vingança, só não esperava que esse tirano implacável escondesse uma garotinha adorável, que olhou para mim e me chamou de mãe.