E o Vento Levou a Mentira: O Fim de um Império

E o Vento Levou a Mentira: O Fim de um Império

Lukas Difabio

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Capítulo

No dia do meu casamento, o altar estava pronto, os convidados à espera, o amor no ar. Mas o meu noivo, Pedro, desapareceu. De repente, uma mensagem anónima: "Se queres encontrar o Pedro, vem ao Hospital da Luz. Sozinha." Lá, um choque gelou o meu sangue: Pedro beijava a sua ex-namorada Eva, "gravemente doente", prometendo nunca mais a deixar. O meu casamento, o dia mais importante da minha vida, desmoronou-se. Fui humilhada publicamente, acusada de egoísmo e de não ter compaixão, enquanto Pedro e o seu pai, o implacável Sr. Alves, lançavam uma campanha para "Salvar a Eva", transformando-a numa heroína e a mim, na vilã. Como podia a minha vida ser virada do avesso assim? Eu, que planeei cada detalhe, que amei com tudo o que tinha, era agora a mulher traída, cuja casa ia ser roubada em nome da "doença" de outra. Como é que se luta contra uma farsa tão perfeita, quando todos te odeiam? Mas o Sr. Alves não sabia que a noiva que ele tentou esmagar tinha aprendido a ser implacável. Eu não ia fugir. Eu ia expor a verdade, defender o que era meu. Esta era a minha guerra, e eu não ia perder.

Introdução

No dia do meu casamento, o altar estava pronto, os convidados à espera, o amor no ar. Mas o meu noivo, Pedro, desapareceu.

De repente, uma mensagem anónima: "Se queres encontrar o Pedro, vem ao Hospital da Luz. Sozinha." Lá, um choque gelou o meu sangue: Pedro beijava a sua ex-namorada Eva, "gravemente doente", prometendo nunca mais a deixar.

O meu casamento, o dia mais importante da minha vida, desmoronou-se. Fui humilhada publicamente, acusada de egoísmo e de não ter compaixão, enquanto Pedro e o seu pai, o implacável Sr. Alves, lançavam uma campanha para "Salvar a Eva", transformando-a numa heroína e a mim, na vilã.

Como podia a minha vida ser virada do avesso assim? Eu, que planeei cada detalhe, que amei com tudo o que tinha, era agora a mulher traída, cuja casa ia ser roubada em nome da "doença" de outra. Como é que se luta contra uma farsa tão perfeita, quando todos te odeiam?

Mas o Sr. Alves não sabia que a noiva que ele tentou esmagar tinha aprendido a ser implacável. Eu não ia fugir. Eu ia expor a verdade, defender o que era meu. Esta era a minha guerra, e eu não ia perder.

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O médico disse que o meu filho não resistiu, e o mundo parou. Eu tinha acabado de perder o meu bebé num acidente, e o meu marido, Pedro, estava mais preocupado em acudir a irmã dele, a Ana, que também estava grávida. A voz dele ao telefone, fria e irritada, disse que a Ana tinha caído das escadas. A minha sogra explodiu: "O teu filho... o teu filho morreu! E tu nem sequer apareces?" Ele respondeu: "A Ana está grávida! O que querias que eu fizesse? Deixá-la aqui a sangrar até perder o bebé dela?" Perdi o meu filho e ele nem uma palavra para mim. O nosso casamento, construído com tanto esforço, o bebé que tanto lutámos para ter, não valia nada comparado com o da irmã. Depois, ele trocou as fechaduras do nosso apartamento. Os meus pertences, encaixotados como lixo, foram a sua despedida, acompanhada de um bilhete: "Preciso de seguir em frente. A Ana e o bebé precisam de mim." Ele chamou-me "dramática" por querer justiça. A minha sogra e o meu sogro, cúmplices da sua negligência, ainda me acusavam de "destruir a família". A audácia da Ana, a agradecer-me por ser "madura" e aceitar um divórcio amigável, enquanto ele tentava esconder o dinheiro do nosso casamento, foi o meu limite. Naquele momento, deitada na cama do hotel, percebi. Eles pensaram que eu estava quebrada, mas eu estava apenas a juntar os pedaços para uma coisa nova. Peguei no telefone e liguei ao meu advogado: "Mudei de ideias. Eu quero tudo a que tenho direito. Cada cêntimo. E vemo-nos no tribunal."

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