O Preço da Mentira

O Preço da Mentira

Gavin

5.0
Comentário(s)
803
Leituras
29
Capítulo

Quando o teste de gravidez deu positivo, a palavra "Grávida" parecia zombar de mim. Eu sabia que o pai era Miguel, o homem que me criou e a quem eu amava silenciosamente. Desci as escadas, pronta para confessar tudo, mas congelei ao vê-lo. De mãos dadas, uma mulher deslumbrante sorria vitoriosa ao seu lado: Laura, a noiva de Miguel. "Minha irmãzinha", Laura sussurrou com um sorriso de escárnio, descrevendo como Miguel me via. Naquele dia do noivado, fui humilhada por Laura e abandonada por Miguel. Eu sabia que não podia ter aquele bebê, não naquelas circunstâncias, então fiz a escolha mais dolorosa da minha vida: abortei. Trancada no meu quarto por Miguel, ouvi a festa de noivado lá embaixo, enquanto o sangue escorria pelas minhas pernas. A verdade é que eu era apenas uma peça no tabuleiro dele, e eu me tornei o monstro, mesmo sangrando no chão, enquanto ele a carregava como se Laura fosse feita de vidro. O colar que Miguel prometeu me dar quando eu casasse, entregou a Laura. E o meu diário, meus sentimentos secretos, Laura os expôs na festa, me humilhando publicamente. Miguel, furioso, me chamou de "criança mimada", me trancando no quarto, dizendo que eu "não entendia meu lugar". Naquele momento, dei a ele tudo o que era meu-minha herança, meus pais-apenas para que ele me deixasse ir. No entanto, ele rasgou o contrato, insistindo: "Você é minha, Sofia!" Meu amor por ele, tão profundo e desesperado, finalmente morreu naquele dia. Anos depois, Miguel me encontrou no Peru, implorando perdão, pedindo para casar comigo. "Você é meu guardião, Miguel. Nada mais", eu disse, as palavras dele voltando para ele. Mas a verdade é que ele era um covarde. Miguel, cego de ciúmes, agrediu Ricardo, meu colega da faculdade. Eu gritei: "Eu te odeio, Miguel! Eu te odiarei pelo resto da vida!" E eu fugi novamente, para a Nova Zelândia, buscando a paz que ele me tirou. Ele, no entanto, seguiu-me, renunciou a tudo por mim para provar seu amor. Em um dia, eu o encarei. "Eu te odiei tanto", sussurrei. Mas desta vez, foi diferente. "Vamos para casa", eu disse, estendendo a mão.

Introdução

Quando o teste de gravidez deu positivo, a palavra "Grávida" parecia zombar de mim.

Eu sabia que o pai era Miguel, o homem que me criou e a quem eu amava silenciosamente.

Desci as escadas, pronta para confessar tudo, mas congelei ao vê-lo.

De mãos dadas, uma mulher deslumbrante sorria vitoriosa ao seu lado: Laura, a noiva de Miguel.

"Minha irmãzinha", Laura sussurrou com um sorriso de escárnio, descrevendo como Miguel me via.

Naquele dia do noivado, fui humilhada por Laura e abandonada por Miguel.

Eu sabia que não podia ter aquele bebê, não naquelas circunstâncias, então fiz a escolha mais dolorosa da minha vida: abortei.

Trancada no meu quarto por Miguel, ouvi a festa de noivado lá embaixo, enquanto o sangue escorria pelas minhas pernas.

A verdade é que eu era apenas uma peça no tabuleiro dele, e eu me tornei o monstro, mesmo sangrando no chão, enquanto ele a carregava como se Laura fosse feita de vidro.

O colar que Miguel prometeu me dar quando eu casasse, entregou a Laura.

E o meu diário, meus sentimentos secretos, Laura os expôs na festa, me humilhando publicamente.

Miguel, furioso, me chamou de "criança mimada", me trancando no quarto, dizendo que eu "não entendia meu lugar".

Naquele momento, dei a ele tudo o que era meu-minha herança, meus pais-apenas para que ele me deixasse ir.

No entanto, ele rasgou o contrato, insistindo: "Você é minha, Sofia!"

Meu amor por ele, tão profundo e desesperado, finalmente morreu naquele dia.

Anos depois, Miguel me encontrou no Peru, implorando perdão, pedindo para casar comigo.

"Você é meu guardião, Miguel. Nada mais", eu disse, as palavras dele voltando para ele.

Mas a verdade é que ele era um covarde.

Miguel, cego de ciúmes, agrediu Ricardo, meu colega da faculdade.

Eu gritei: "Eu te odeio, Miguel! Eu te odiarei pelo resto da vida!"

E eu fugi novamente, para a Nova Zelândia, buscando a paz que ele me tirou.

Ele, no entanto, seguiu-me, renunciou a tudo por mim para provar seu amor.

Em um dia, eu o encarei.

"Eu te odiei tanto", sussurrei.

Mas desta vez, foi diferente.

"Vamos para casa", eu disse, estendendo a mão.

Continuar lendo

Outros livros de Gavin

Ver Mais
Minha Joia: Prisioneira Do Amor

Minha Joia: Prisioneira Do Amor

Moderno

5.0

Eu era a herdeira rebelde de um império, mas secretamente, era o brinquedo de Fabrício Rolim, o homem contratado pelo meu pai para me "disciplinar". Por dois anos, fui sua amante, sua "Minha Joia", acreditando em seu amor tortuoso. Tudo desmoronou quando descobri a verdade: ele me usava como vingança contra meu pai, enquanto seu verdadeiro amor era minha recém-descoberta meia-irmã, Jessica. Ele e meu pai se uniram para me humilhar. Leiloaram o colar da minha mãe, a única lembrança que eu tinha dela, e Fabrício deixou Jessica destruí-lo na minha frente. Ele gravou nossos momentos íntimos para me chantagear e até me entregou à polícia para ser espancada. "Você é minha, Taisa! Minha!", ele gritou, desesperado, quando tentei fugir. Mas a dor me deu clareza. Eu não era mais a vítima. Grávida e presa em sua ilha particular, fingi submissão. Usei seu amor pelo nosso filho e sua arrogância para planejar minha fuga. Agora, com o motor da lancha roncando sob a escuridão, eu finalmente estava livre, deixando para trás o homem que me quebrou e carregando a única coisa que importava: meu filho e minha liberdade. Para o mundo, eu era Taisa Leitão, a herdeira rebelde e radiante de um império do agronegócio. Por trás das portas fechadas, eu era "Minha Joia", um segredo guardado por Fabrício Rolim, o homem que me possuía todas as noites. O contraste entre essas duas vidas era tão gritante quanto a luz do sol e a escuridão.

Você deve gostar

Capítulo
Ler agora
Baixar livro