Desejo Sombrio ( Desejo Sombrio)
tulo
mbrando do almoço. Respiro fundo, ajeito os cabelos, passo um bat
os receber clientes e
uave do meio-dia emoldura o rosto de David, realçando ainda mais seus traços quase cinematog
tusiasmo. - Venha, sente-se! Est
spondo, com um sorriso tímido enqua
nos meus olhos, com uma firmeza que me
do em torno de campanhas, ten
o perguntas pontuais, inteligentes - o tipo
to bonito. Há algo m
o, mas há uma firmeza sutil, uma segurança q
proveitando um momento de paus
nsativo, como se saboreasse a
- E, claro, sempre tive uma curiosidade especial por este país
rqueando uma sobrancelha
os é olhar mais de perto para enxergá-los - responde ele, fix
a comentar sobre a agenda da semana. Mas eu mal ouço. Há al
alho. Mas durante o trajeto de volta, minha ment
lês contratado para uma nova campanha. Ele carrega algo. Um
rar nos relatórios da campanha em andam
como se me lesse por dentro, a
ógica, como se ele fosse ao mesmo temp
ento, finjo revisar textos antigos, mas na verdade estou apenas es
ação no celular. Uma mensagem
ebeu també
ncontrar uma explicação racional entre as letras. Mas não há no
ozes abafadas discutindo prazos. Tudo parece normal, mas agora algo está diferente. Como
r qualquer coisa, o número desaparece da tela.
procuro, atualizo. Nada. Com
Está falando sobre uma reunião, mas eu quase não ouço. Só consigo pens
to, vejo um carro preto parado a po
em é, os vidros es
Quando finalmente abro meu carro e olho de volt
o fundo. Tento me convencer
e está pregando peças. Mas no fundo...