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A Faxineira

Capítulo 3 A Vaga

Palavras: 1990    |    Lançado em: 01/02/2024

r Br

do bem aos poucos a me sentir familiarizada com a casa, não havia muito o que conhecer por aqui, era uma casa bem p

que eu não queria retornar, provavelmente nunca mais na minha vida, mapeei todos os pontos de ônibus e as estações de metrô para quando fosse necessário me locomover gastando pouco e

asa, porém foi uma tarefa impossível, absolutamente ninguém me deu um emprego, nem mesmo aqueles que tinham placas anunciando vagas, e até hoje algumas placas ainda e

ava de

tentar me aproximar, os meus amigos, aqueles muitos que eu tinha quando era rica, um a um foi me bloqueando no WhatsApp quando descobriram que eu fiquei pobre

ez mai

seria, estava terminando de preparar o meu café para seguir em

devemos hoje gratidão por ter um teto sobre a nossa cabeça, sorri para ele e ele entrou já se acomodando na bancada da cozi

preocupado ou se estava satisfeito em me ver naquele lugar inóspito e velho, mas eu tinha a impressão d

pondi forçando uma simpatia que eu não tinha, era humilhante depender dele para isso, mas não poderia irritá-lo e fazê-lo perder

as - Ele parou e olhou ao redor antes de me questionar - Onde está sua mãe? - Franzi

está sabendo lidar... Lidar com tudo isso... - Parei de falar quando senti qu

, podem contar comigo! - Ele falou e assentiu em concordância quando lhe ofereci café, ele tomo

nto ela viria, eu estava procurando trabalho, eu sabia que teria que lhe pagar o aluguel da c

s do bairro, porém ninguém quis me empregar, hoje irei até o Queens procurar algo por lá, com sorte

m Manhattan, ela me informou que seu chefe está contratando, eu posso pedir a ela para falar com ele so

ra muito mais tentadora, as pessoas conseguiam trabalhar longe, ir e vir e tudo mais que envolvia essa coisa de pobres

parecia feliz, feliz demais, mas tinha algo suspeito ali, algo que eu não fui capaz de

u não estava preparada, com um emprego as coisas ficariam um pouco melhores, os riscos de estarmos na rua em pouco tempo começava a ser algo distante, e a possibilidade de talvez eu con

a de carro desde que vim para cá, apenas a pé, ou então de ônibus ou metrô. Estava satisfeita em poder andar em um carro novamente, subi até meu quarto para me trocar, uma peça de roupa qu

osa, a Make-Pró, era uma marca nova, tinha cerca de cinco anos no mercado, mas era altamente promissora, muitas blogueiras falavam sobre ela, e eu t

smente a coisa que eu mais amo nessa vida, que é maquiagem. Eu não poderia pedir mais, talvez eu pudesse tentar alguma vaga de maquiadora, eu era boa nisso,

zia que sua filha elogiava muito o chefe, que era o tipo de chefe que gostava de conhecer todos os funcionários pessoalmente antes de contratá-los, e como eu era indicação dela

ela quem tinha sido a responsável por me ajudar a conseguir a vaga, então sorri verdadeiramente s

ião virtual, e que após isso me atenderia, eu assenti e me sentei no confortável sofá, apreciando o toque macio dele, era um sofá

se despediu de mim dando um beijo na testa da filha e em seguida me desejou boa sorte. Eu fiquei ali, aguardando o momento de ser entrevistada, peguei umas r

ali há quatro horas e a reunião ainda não havia terminado? Me levantei, esticando o corpo e fui até a mesa de Clara

á, me sentindo ligeiramente irritada com isso, fiquei atenta agora, vi diversas pessoas chegarem, entrarem e saírem, u

rsas pessoas que chegaram depois de mim e foram atendidas, eu já estou aqui há cinco horas e nada dele me atende

e ergueu da cadeira e entrou na sala do chefe, alguns minutos depois Clara retornou e falou aquilo que fez meu sangue ferver - Ele está em reunião, q

ta por sua disposição em me ajudar, mas diga a ele que ele pode contratar outra pessoa! - Me virei para sair, completamente irritada pela fal

a você entrar,

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A Faxineira
A Faxineira
“Amber, uma jovem mimada e de família rica, enfrenta uma reviravolta devastadora quando seu pai perde tudo em golpes financeiros, obrigando-as a se mudarem para a periferia de Nova York em busca de abrigo. Despreparada para lidar com a dura realidade da vida na periferia, Amber se vê lutando para sobreviver em um ambiente hostil onde oportunidades são escassas. Por um golpe do destino, ela consegue um emprego em uma empresa inesperada, sob a liderança de um chefe do seu passado. Embora inicialmente relutante em aceitar o trabalho de faxineira, Amber percebe que essa humilde ocupação pode ser sua única chance de reconstruir sua vida. À medida que mergulha nas tarefas diárias, ela se depara com lembranças há muito esquecidas, desencadeando uma jornada de autodescoberta e redenção.”