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A ESCRAVA DO ALFA KING

Capítulo 10 Eu só aceitei o vestido ... eu não cometi crime algum.

Palavras: 1537    |    Lançado em: 20/04/2024

aguardava impacientemente. Phoenix sentiu uma mistura de nervosismo e excitação pulsando em seu peito. Era raro

espinha. A senhora Flamehowl a encarava com um olhar penetrante, avaliando-a dos pés à cabeç

Sylvie, quebrando o silêncio tenso que pa

ra encontrar o olhar de Sy

u ela, tentando disfarçar sua

como se desaprovando a gra

isse ela com firmeza, sua

Sylvie. Ela sabia que Sylvie não era do tipo que distribuía elogios gr

ro da cidade, Phoenix tentava desvendar o que Sylvie poderia ter em men

e as lojas passarem pela janela da charrete. Ela estava tão imersa em seus

ara descobrir o que as esperava. Elas estavam no coração do centro da

sse Sylvie, sua voz suave,

e estivesse em um sonho. Ela nunca imaginou que um dia teria a op

oloridos estava em exibição nas vitrines. Phoenix olhou maravilhada para os tecidos

", disse Sylvie, seu olhar sério, mas gentil.

Ela nunca imaginou que teria a chance de escolher um vestido nov

ada tecido enquanto avaliava suas opções. Ela sentia como se estivesse em um conto de fad

ro, adornado com renda delicada e detalhes florais. Ela segurou o vestido

, disse Phoenix, sua vo

endo satisfeita com

sa. "Agora, vamos levá-lo para casa e você poderá usá-lo

seu novo vestido seguro em suas mãos. Ela sabia que este seria um dia que nun

eceu diante dela, bloqueando seu caminho. Phoenix ergueu os olhos para o gu

, perguntou o guarda, apontando p

o antes de responder,

ela, sua voz soando frági

ziu o cenho,

s?", questionou ele, seus olhos penetrando os d

rrer sua espinha enquanto tentav

deu", explicou ela

do guarda à revelação da verdade. "Minha senhora me deu

ando qualquer sinal de mentira em suas palavras. "Onde está

apareceu, com uma expressão de

do!", acusou Sylvie, apontando

hos, chocada com a ment

ua voz ecoando com desespero. "A

a com cautela. "Isso é verdade?", pergunt

u o olhar do gu

va distraída na loja. Veja se o vestido é azul, como o q

xigindo uma prova para a verac

nou ele, sua expressã

uma sensação de desespero a envolvendo enquant

urou ela, seus olhos se encheram de l

", ordenou ele

acote com mãos trêmulas. Seus olhos se encheram de lágrimas quand

os braços de Phoenix com firmeza

bo", declarou ele, sua v

la olhava para Sylvie, buscando qualquer sinal de re

erdade", suplicou Phoenix, su

ombros, seus olhos

a", retrucou ela, antes de v

, Phoenix foi levada pelo guarda, deixando para trás a única

*

sa. Seus pés arrastavam-se pelo chão frio e úmido do corredor da prisão, seu peito apertado pela angú

"ao menos deixe-me enviar uma carta para min

risada áspera, seu

spondeu ele, sua voz ca

, sua esperança desvan

ua voz subitamente fraca. "Bast

u a cabeça, sua expressão impassível. "Vo

conta dela. "Executada?" repetiu ela, incapaz de acreditar no que estava ouvind

oenix, sua expressã

l com a morte", explicou ele. "E no seu caso,

dela, deixando-a sozinha em sua nova e sombria realidade. O som do trinco ecoo

chas enquanto tentava absorver a terrível verdade de sua situação. Seu d

ria estar enfrentando uma sentença de morte por um crime que não cometeu? Como ela poderia deixar sua mãe sozin

de escapar do destino que a aguardava. Mas, no fundo de seu coração, ela sabia que suas pre

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A ESCRAVA DO ALFA KING
A ESCRAVA DO ALFA KING
“Ulrich despiu-se de sua camisa com uma naturalidade desafiadora, revelando seu torso musculoso banhado pela luz fraca que permeava o quarto. Seus olhos dourados brilhavam com uma intensidade predatória enquanto ele ordenava a Phoenix que fizesse o mesmo. " Tire seu vestido", disse ele, sua voz autoritária ecoando pela sala. "E deite na cama." "Por quê?", questionou ela, sua voz trêmula. Ulrich encarou Phoenix, seus olhos dourados faiscando com determinação. "Porque é uma ordem, escrava." ______________________________________ No sombrio Vale do Norte, reina Ulrich, o rei Alfa cruel e temido por todas as alcateias. Seu único desejo é conquistar cada uma delas e solidificar seu domínio, mas uma maldição proferida por Gaia, a enigmática Peeira, lança uma sombra sobre seu império. Ulrich só poderá ter um herdeiro se encontrar uma companheira de sua alcateia de origem, uma tarefa aparentemente impossível após a aniquilação de sua matilha quando ele ainda era um jovem lobo. Desdenhando a profecia, Ulrich vê suas Lunas, uma a uma, sucumbirem no parto, deixando-o sem descendentes. Determinado a evitar a queda de seu império, convoca seus melhores lobisomens para encontrar uma mulher com cabelos negros e olhos azuis, descendente de sua antiga alcateia. Anos de busca se passam até que a esperança surge com Phoenix, uma escrava distante das planícies do reino. Phoenix é vendida ao rei Alfa, aceitando seu destino com resignação. Ulrich propõe um acordo: se ela lhe der um filho, será libertada. Contudo, o destino lhes reserva mais do que um pacto de conveniência. Será que o Rei Alfa conseguirá superar sua própria crueldade pela mulher que ama?”