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Trono de vidro

Capítulo 5 Cap.04

Palavras: 1070    |    Lançado em: 25/07/2024

e anos

r Bust

um mês chuvoso e frio. Sai do quarto vendo meus irmãos no corredor com

quatorze anos mas eu já sabia o que aquele olhar significava, era o mesmo olha

todos entram e eu sou o último. Vendo meu pai

ito nas últimas vezes, mas dessa vez tinha algo errado, el

da, com essa chuva nenhum médico c

ilarejo antes de vir trabalhar aqui, temos que f

os dois. - Ele diz

vamos perder os

mais amei em toda a minha vida, não me negue isso. - Mamãe disse

enina! -

Bust

luz ao nosso décimo quarto filho, mas que tinha algo de errado. Subi as

huva nenhum médico conseguirá chegar aqui. - Dig

ejo antes de vir trabalhar aqui, temos que fazer o p

o com a voz embargada lutando par

vamos perder os

mais amei em toda a minha vida, não me negue isso. - Dafne diz

enina! -

mpre se foi, se foi dizendo que aquela criança não era minha, que aquela menina era filha do homem que ela rea

- Lily diz vindo trazer a menina para mim.

Essa criança não é

dizer a ninguém que ela não é sua, você v

a pode fa

arlos. O amor vinha a

ama. - Eu a amava a cada batida de m

sigo para a porta, precisava sai

nha filha. - Digo e saio do

r Bust

ecendo. Não encontrei ninguém no quarto de minha mãe, desci as escadas e fui até o escritório, entrando lá vi o escri

aqui? - Pergunto

Lily com um bebê no colo, o tempo tinha a

o que ac

Ela diz e se aproxima de mi

ma me

- Ela

depois de tantos irmãos e

cê terá que dar for

reu não é?

, que

irmãos, ela também não teria afeto materno, mas pelo m

o nom

Da

que es

a é a cara

a ela? Será que a criação de

ei te dize

disse, que ela era filha de quem ela realm

e homem, e sempre que nascia um de meus irmão

bem vindo aqui, o que quer? Matar mais al

u? - Ele perg

posicionando na minha frent

o palácio e indo até o meu quarto onde meus irmãos estão. Meu pai tem que tomar a devida cor

erá um ótim

.

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Trono de vidro
Trono de vidro
“Dezembro, o mês mais frio em Luxemburgo, o mês no qual o chão está coberto pela neve, branquinho, sereno, imaculado, pelo menos até o sol nascer e os carros e carroças marcarem a neve com suas rodas imundas. Se fosse em outros tempos, esse clima estaria sendo recebido com pulos de alegria, mas não quando um casamento está sendo planejado, sem os noivos se conhecerem em pleno século XXI, fala sério? Nós tempos de hoje ainda existe casamento arranjado? Parece que sim, principalmente sendo entre as famílias reais Bustamante e Riviera, os Reis de Lunxeburgo precisam de uma princesa para o príncipe Carlos, nada mais justo que escolherem a mais linda dentre as irmãs Riviera. Não existia amor entre eles e nunca existiu, pelo menos da parte dela, Carlos não era quem Dafne amava, e Carlos odiava isso, então ele jurou que Dafne iria sofrer até o dia de sua morte, juramento que nao se cumpriu. É uma pena inestimável que toda essa frustração acabe atingindo os filhos e até mesmo os filhos dos que estão a volta. Entre a fúria de um pai, e o desejo do primogênito ser feliz, há a coroa, pronta para tirar cargos e deixar famílias a minguar.”