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OBCECADO PELA ENTEADA (MORRO)

Capítulo 4 Episódio 03

Palavras: 2355    |    Lançado em: 25/09/2024

NAR

u criei essa menina até a idade que foi embora, mas precisei me afastar eu não queria que ela descobrisse nunca que eu não era seu pai, afinal eu sempre quis ser pai, mas eu nunca de fato quis tentar nada com a Liz, eu só conseguia ver ela como uma irmã, então era impossível que eu ficasse com ela, muitos aqui da comunidade sempre soube que eu não tocava dela, porque se eu tocasse nada, eu não procuraria fora, ou não sei, a minha mente me prega várias peças que eu não sei como lidar com elas, só sei que o que existe den

as eu também estava na agonia de saber notícias da Liz, eu não sei o que fazer e não sei o que se pode fazer mais, então assi

a falar com você. - ele diz e eu sinto um aperto no peito, eu não quero que ela morra, essa mulh

quarto ela estava ali deitada aquela cama, cheia de fios ligado a máquinas, meu peito estava apertado, o méd

. - Eu não tenho muito tempo, o médico falou que eu estou nas

isa ficar calma. - digo tocando

nte do que me aconteça... - ela fala com dificuldade e começa a tossir. - Você vai proteger ela, você vai garantir

vou cuidar da Tessália. -

lhos estavam virando. - Eu sei que você vai cuidar dela. - diz e

iram dali e eu saio atordoado, assim que chego na recepção o MG me abraça, e eu estav

o, era muitas pessoas entrando ali e saindo. Me soltei do MG e fiquei andando de um lad

que a senhora Liz, acabou falecer. - assim

s trás ela de volta. - grito e todos do postinho fi

meu coração se despedaçando todo, eu pedi a minha irmã, a mul

estava louco e aquela dor estava me sufocando, eu estava a ponto de matar todos, então eu saquei minha arma e mirei na cabeça do médico, eu estava quase puxando o gatilho, até que o rádio do JN tocou e o mesmo se afastou, aquilo me tirou a concentração, e o MG conseguiu tomar a arma da minha mão, ele me abraçou, a dor era intensa e eu não sabia como iria encarar a Tessália depois daquilo, eu não sabia, a mãe dela morreu e eu fui um filho da puta que não fez nada

la era a cara da Liz, eu fiquei tão vidrado olhando ela, que apenas sentir o peso dela se jogando em cima de mim, ela grudou seu corpo no meu e chorou, eu envolvi meus braços pela sua cintura e apertei ela contra meu corpo. Eu deixei ela chorando

. - Que dor tão forte, parece que meu p

com você. - digo baixinho e ela gruda seu

z e a esposa dele chega ali. Assim que ela se aproxima ela ver a Tess

a diz com lágrimas nos olhos, a Tess

ela vai terminar de falar,

co? - grito e aparece o mesmo

raços, ele percebe que ela desmaiou. - Venha comigo traga ela.

ido? - pergunto assim que co

tá acontecendo, é uma dor muito forte, eu sei porque já perdi minha mãezinha. - ele di

mina ela, e como já era esperado, foi queda de pre

o para ajudar ela a melhorar rápido. - ele diz e sai dali, eu pego a cadeira e me sento

a, ele vai até o soro e aplica uma medicação no mesmo e eu fico ali esperando ela acordar,

- ela diz ass

sinha. - digo to

sa, porque isso aconteceu

mas antes dela partir ela me pediu para que eu cuidasse de você,

está doendo tanto papai. - ela diz e me levanto, e

rar esse soro acabar, e vamos para casa.

io? - ela pergunta e eu

ras possíveis. - digo acariciando seus cabelos. - Vou lá fora e jaja volto para ver como está

choro dela baixinho, é de partir o coração, eu estava condenado a sentir essa dor com ela, susp

os preparativos?

e diz e eu concordo. - E a ruiva com

ela está destruída, isso está visível nela. -

á resolvi tudo. -

o está? - pergunta e e

upação com ela, eu sei que voc

nto, apenas perguntei sobre como

tivos são idiotas, porque ela nunca te fez nada, apenas nasceu, e desde de então você a tra

a. - ele diz tentando aliviar mais eu estava can

porque por mim, eu já tinha expulsado! - digo nervoso. - Você sua desgraça, se mantém lon

ivrava de problemas futuros. Cheguei na entrada do postinho e fiquei um tempo ali respirando um ar fresco, estava de saco cheio de olhar aquela imunda. Quando esfriei a cabeça, eu voltei para o quarto da Tess e ela já tinha acabado o soro, o médico veio, examinou ela e saímos do hospital, como o JN estava de carro, eles

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OBCECADO PELA ENTEADA (MORRO)
OBCECADO PELA ENTEADA (MORRO)
“Atenção: Esse livro contém conteúdo +18, gatilhos de violência e drogas! SINOPSE: Tessália, nascida e criada no morro do alemão, até os seus 10 anos de idade, sua mãe a manda para morar no exterior, para ela estudar e ter uma vida melhor fora do morro, para que ela tenha um futuro brilhante pela frente. Forçada a ir embora, deixando tudo para trás, apenas com a ideia de que ela precisa mudar de vida, que ela precisa crescer longe de tudo aquilo que ela já viveu, e que precisa se tornar independente, e assim crescer com a ideia de um dia poder voltar, mas apenas a passeio, e não para ficar. Porém 8 anos depois ela recebe uma ligação solicitando com urgência a sua presença no Brasil, especificamente no morro, e então ela tem que descartas as possibilidades de voltar um pouco mais tarde. Então ela terá que voltar às pressas se quiser se despedir de sua mãe, a mesma está à beira da morte, e ela precisa voltar ou perderá a última chance de se despedir de sua mãe, mas ao chegar na barreira do morro, ela percebe uma correria e quando ela se informa, ela descobre que chegou tarde demais, nesse momento ela sente a pior dor que ela jamais na vida pensou em sentir. Ela achava que conseguiria chegar a tempo, para tentar se despedir, e para ela falar tudo o que ela sentia em relação a sua mãe, mas tudo isso acaba quando ela descobre que a única mulher que a amava de uma forma inexplicável se foi, e ela não conseguiu se despedir, e dizer a ela o quanto a amava. Sua mãe foi atingida em um dos confrontos que o morro teve, e infelizmente ficou entre a vida e a morte, até que ela não resiste aos ferimentos e acaba partindo. Quer saber mais dessa história? Vem conosco, e confere essa história de perto!”