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Onde as asas crescem

Capítulo 4 O fogo

Palavras: 1076    |    Lançado em: 09/06/2025

ncio foi subitamente quebrado pelo grito estridente do telefone fixo, aque

o forte no peito, como se já soubesse que aquela ligação não tra

, a voz ainda ca

havia algo em seu tom, uma seriedade que a fez sentar-se abrup

. Incêndio. Fundação. O que significavam juntas? Que

Os bombeiros já estão lá. Alguém caus

no continuou falando com ela ao telefone, suas frases entrecortadas, anotando as condições do prédio, suas descobertas iniciais. Mas e

Luciano, mais baixo, quase como se n

q

e... é de Rafael. Queimado, m

airou entre eles do

tudo o que Amélia consegui

sem olhar muito atentamente, com as mãos congeladas agarrando o volante. Sua mente corria mais rápido que o carro,

a nauseante de madeira carbonizada, plástico derretido e algo mais, algo azedo, como o rastro invisível do medo. As luzes dos bombeir

carro, um jovem bomb

parte do

e la Vega. So

e fumaça e cinzas. Cada passo que dava parecia uma traição: às crianças que ali eram cuidadas

ncostada na moldura, estava a foto. Amélia a viu antes que lhe apontassem. Ela se aba

. Implacável, com aquele rosto pétreo que a atormentara por tanto tempo. A fuligem marcava sua

sti

olento, como símbolo para enviar uma mensagem tão cruel? Como podiam transformar a história de sua família

eu rosto estava tenso e, assi

m está jogando sujo, Amélia. Isso não é

zer nada, mas seu rosto era

to do

ortais, Amélia recuou alguns metros e sentou-se em um banco de cimento.

ores vibrantes, da primeira criança a receber uma bolsa de estudos. O esforço investido não a

dela. "Isto é um aviso. Eles estão nos dizendo que sabem quem somos

do que a fumaça da fogueira. Quanto restava sem solução naquela his

ar, certo?", perg

s que estar

as do P

nar a estrutura. Tudo indicava que o incêndio havia começado em dois

seriam suspensos até segunda ordem. E Amélia sentia que o incêndio não havia consumido apena

e ela de repente. "Gabriel. Tomás. Isa

idos. E em seus olhos, havia algo que

mento no jardim da frente. Ela se aproximou da amendoeira que ela e Gabriel cuidavam com tanto carinho e a to

s filhos. Em seus segredos. E

o. Abriu uma velha caixa de madeira que guardava desde pequena. Dentro, entr

sma sensação que se tem ant

havia ma

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Onde as asas crescem
Onde as asas crescem
“A segunda parte de uma saga inesquecível sobre o poder do amor, da família... e da liberdade de escolher quem ser: A Aia e o Jovem Herdeiro. Anos depois daquele casamento à beira-mar, Amélia não é mais apenas "a serva que ele amava". Ela agora é mãe de dois filhos, irmã, esposa, mulher... e guardiã de uma história que ainda não se recuperou completamente. Gabriel, seu filho mais velho, cresce em meio a perguntas que nem sempre têm respostas. Isabelita luta para se afastar de casa, em meio a bisturis e ameaças invisíveis. Tomás, o caçula, mal anda, mas já carrega nos ombros o legado de uma família que aprendeu a se reerguer. Luciano tenta se apegar ao que construiu, mas quando o passado o atinge sem aviso, nem mesmo o amor parece suficiente para proteger o que ele ama. Antigos inimigos retornam com sede de vingança. Segredos de família vêm à tona. E enquanto o mundo parece tremer, Amélia enfrenta a pergunta mais difícil: Quanto é preciso deixar ir para voar? Com personagens cativantes, reviravoltas comoventes e uma narrativa envolvente desde a primeira página, este romance nos lembra que algumas raízes dão frutos... e outras, asas.”