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Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente

Capítulo 3 

Palavras: 588    |    Lançado em: 20/06/2025

que só a intimidade revela. Clara sabia. Sabia como ninguém o

tratar de negócios da cooperativa, serviram um

, distraído. Minutos depois, a coc

sentada ao lado de Ricardo, rin

a voz já fraca, usando o nome ver

o de preocupação pareceu cruzar seus olhos. Mas Ricardo, perce

lina, acho que a enxaquec

para Ricardo in

ocupe. Vamos para dentro

lutava para respirar, buscando ajuda com os outros presentes. Um

la. O médico o atendeu, estabilizou sua respiração

Outros pacientes tinham esposas, mães, filhos ao lad

os unia, mesmo que fosse apenas na memória dele, estava definitivamente rompido. O am

nde, viu Clara cuidando de Ricardo, que estava deitado numa rede, com uma compre

nas desviou o olhar, como se ele fosse um estranho, uma parte incômoda da paisag

la apareceu na porta d

a voz neutra, no papel de Carolina. "Tro

camomila, o chá que ela costumava fazer para ele quando

respondeu ele

nsistiu, mas suas palavras

xar sufocando para cuidar d

s lábios. "Você tem uma forma curiosa de demonst

surpresa pela mençã

que você e

xa, mas carregada de uma dor antiga e u

ocou no chá. Aquele gesto, antes um símbolo de cuidado, agora era apenas mais uma camada da farsa, u

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Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente
Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente
“Eu, João Pedro, o violeiro, vivia uma vida serena na fazenda, ao lado da minha amada Clara, a mulher por quem compunha todas as minhas canções. Até que a tragédia me atingiu: Clara "morreu" num acidente. Eu desabei, a viola emudeceu, tentei acabar com a própria vida repetidamente. Mas a dor do luto se tornou um terror gélido quando ouvi uma voz assustadoramente familiar na casa grande. Não era um fantasma. Era Clara, viva, porém personificando sua irmã gêmea idêntica, Carolina. Ela estava traçando um plano macabro com o pai, o Coronel, para me abandonar e se unir a Ricardo, cunhado dela, visando um herdeiro para a fazenda. A mulher por quem eu quase morri me humilhou publicamente, me acusou falsamente de crimes que não cometi. Fui condenado a trabalhos forçados num garimpo infernal, deixado para morrer por ela. Como a mulher que eu amava, que me via sofrer à beira da loucura, pôde me trair de forma tão fria e calculada? Para quê? Um herdeiro? Minha vida virou lixo por um plano distorcido e egoísta dela. No fundo do abismo, quando tudo parecia perdido, uma mão estendida me ofereceu uma chance de recomeço: o casamento com Sofia. Eu aceitei. Deixei o sertão, as lembranças e a mulher que me destruiu para trás, em busca de paz na Bahia. Mas será que o passado, e ela, realmente me deixariam em paz, ou voltariam para assombrar minha nova vida?”
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