icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente

Capítulo 4 

Palavras: 697    |    Lançado em: 20/06/2025

a cooperativa local, um esquema de desvio de verbas que veio à tona de forma escand

a, Clara, ou "Carolina", reagiu

om ele, a portas fechadas, mas a voz alta o suficiente para

ganado!", Ricardo se defendia, a voz chorosa, a

era palpável. Se Ricardo fosse preso, o plano d

mandado de investigação. O Coronel Afonso tentou us

ara tomou sua de

e seu plano distorcido, ela olhou para os poli

m inveja de Ricardo, queria prejudicá-lo. Ele fa

podia acreditar no que ouvia. A mulher que ele amara, a mãe

gritou João Pedro.

a o suicídio, contra a palavra da "cunhada dedicada" e do influen

acusação era grave: frau

contra ele eram frágeis, circunstanciais, mas a influê

forçados num garimpo distante e perigoso, um lugar

namentos. O trabalho era brutal, a comida escassa, a esperança menor ainda. João Pedro emagrecia, a pele queimada pelo sol

Um dia, a terra tremeu. Um desmoro

perna presa sob uma viga pes

os olhos e viu, através da poeira e da pouca luz, o rosto de Clara. Não

o sabia que ela possuía, ela removeu a v

a voz embargada. Havia remorso

s que se seguiram for

ão do garimpo. "Eu... eu tive que te culpar. Era o único jeito de protegê-lo. Mas

o ali, no meio da morte e da destruição, a preocupação dela era com Rica

? Ela o salvara fisicamente, mas sua alma

manipulação. Ele já não acreditava em suas palavras, em seus gestos. O padrão se repetia. Aquele re

Reclame seu bônus no App

Abrir
Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente
Cicatrizes do Passado, Melodia do Presente
“Eu, João Pedro, o violeiro, vivia uma vida serena na fazenda, ao lado da minha amada Clara, a mulher por quem compunha todas as minhas canções. Até que a tragédia me atingiu: Clara "morreu" num acidente. Eu desabei, a viola emudeceu, tentei acabar com a própria vida repetidamente. Mas a dor do luto se tornou um terror gélido quando ouvi uma voz assustadoramente familiar na casa grande. Não era um fantasma. Era Clara, viva, porém personificando sua irmã gêmea idêntica, Carolina. Ela estava traçando um plano macabro com o pai, o Coronel, para me abandonar e se unir a Ricardo, cunhado dela, visando um herdeiro para a fazenda. A mulher por quem eu quase morri me humilhou publicamente, me acusou falsamente de crimes que não cometi. Fui condenado a trabalhos forçados num garimpo infernal, deixado para morrer por ela. Como a mulher que eu amava, que me via sofrer à beira da loucura, pôde me trair de forma tão fria e calculada? Para quê? Um herdeiro? Minha vida virou lixo por um plano distorcido e egoísta dela. No fundo do abismo, quando tudo parecia perdido, uma mão estendida me ofereceu uma chance de recomeço: o casamento com Sofia. Eu aceitei. Deixei o sertão, as lembranças e a mulher que me destruiu para trás, em busca de paz na Bahia. Mas será que o passado, e ela, realmente me deixariam em paz, ou voltariam para assombrar minha nova vida?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 2527 Capítulo 2628 Capítulo 2729 Capítulo 2830 Capítulo 2931 Capítulo 3032 Capítulo 31