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Traição Sob a Chuva

Capítulo 2 

Palavras: 360    |    Lançado em: 24/06/2025

xceto do frio e do medo. A água chegou-me ao pescoço

e e uns braços fortes agar

ora. Vamos t

o é da luz forte das lanternas

a desinfetante era intenso. Uma enferme

reação foi leva

lisa.

mil vezes pior

urrei, a voz rouca. "

com uma expressão de pena. U

ia e ao choque, entrou em trabalho de parto prematuro. Fi

pairaram no ar.

inha desaparecido antes mesm

i. Não gritei. Senti um vazio tão grande, tão profundo

ue o pai dele estava ocupado

quela cama de hospital, fri

abado. Tinha morrido jun

rosto estava marcado pela preocupação. Ela tinha passado pe

minha

, agarrando a minha mão. A

o Tiago?", perguntou

rga escapou do

vez ainda esteja a

ente. Antes que ela pudesse perguntar mai

o Ti

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Traição Sob a Chuva
Traição Sob a Chuva
“Grávida de nove meses e presa num túnel inundado, com a água a subir rapidamente, liguei ao meu marido, Tiago, a implorar ajuda. Ele era a minha única esperança. Mas a sua voz ríspida e as suas palavras cortaram-me mais do que o frio da água: estava a caminho da casa da sua "melhor amiga", Clara, para salvar o cão dela. Desligou-me na cara. Resgatada pelos bombeiros, acordei no hospital para ouvir as palavras que me gelaram o sangue: "o bebé não sobreviveu". O meu mundo desabou. E Tiago? Ao chegar, a sua única preocupação era o "caos" que enfrentara com Clara, culpando-me e acusando-me de ser "dramática". A sua mãe, Amélia, apoiou-o, defendendo a "pobre da Clara". Mas o golpe final veio quando fui a casa buscar as minhas coisas: encontrei os sapatos vermelhos de Clara, o seu batom, o seu champô na nossa casa de banho. E depois, a revelação pelo meu advogado: ele tinha esvaziado a nossa conta conjunta, transferindo o dinheiro para Clara há meses. Não era um erro; era uma traição planeada, financiada com o dinheiro que poupávamos para o nosso filho. A dor da perda do meu filho era sufocante, mas o nojo e a raiva pela traição contínua dele, pela indiferença total da sua família, e a forma como me culparam consumiram-me. Como foi possível ele escolher o cão de outra mulher em vez do próprio filho? Como puderam culpar-me por algo que ele provocou? A minha barriga vazia ecoava o vazio na minha alma, mas ali, uma fúria gélida começou a crescer. Eu não ia aceitar a vitimização e o controlo deles. Decidi que era o fim. E quando a minha mãe revelou um segredo obscuro do pai de Tiago – que ele tinha arruinado o meu próprio pai para construir o seu império – percebi que esta não era apenas a minha liberdade, era justiça. Eu não queria mais nada deles. Mas agora, já não ia ser rápido e limpo. Agora, ia ser justo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10