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De Pianista a Professora: Um Novo Acorde

Capítulo 4 

Palavras: 538    |    Lançado em: 26/06/2025

fiado e um aperto de mão firme. Ela entrou no meu quarto exatamente à hora ma

al, mas não fria. "Li o seu e-mail. Temos bases sólidas não apenas para o divórcio, mas t

pasta na minha m

assinar, dá-me autorida

minha caligrafia saiu torta, irreconhecível, mas era a

eu perguntei, sentindo u

divórcio com base em adultério e abandono. E vamos lutar por uma c

vai lutar. Eles vão tentar pintar-lhe um retrato d

ela primeira vez em muito

. Costa já tinha saído. A minha so

ra essa

ada," eu respo

ela. "Tu não fizeste isso. Beatri

a," eu disse. "Eu só estou a rec

sua cara escura como uma trovoada. Ele acenava co

?! Adultério? Abandono? E

ntar libertar-

ínhamos uma vida bo

pondi, a minha voz a ganhar força. "Tu não estavas

u-se em algo mais calcu

nheiro está nas minhas contas. A tua mão está arruinada.

no tribunal," eu disse,

incerteza nos seus olhos. Ele não esperava que eu lutasse.

morrido no acidente, junt

ele sibilou, antes de sair

olhava para mi

Depois de tudo o

mundo continuava. E eu, pela primeira vez,

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De Pianista a Professora: Um Novo Acorde
De Pianista a Professora: Um Novo Acorde
“Acordei no hospital, com a cabeça a latejar e o cheiro a desinfetante. A primeira coisa que perguntei foi pelo Pedro, o meu marido. A minha sogra suspirou com alívio, mas o sorriso congelou quando evitei o olhar. "O Pedro... ele teve de ir cuidar de um assunto urgente para a Sofia." Sofia. A minha melhor amiga. Dezenas de chamadas perdidas para ele. Liguei novamente. "Beatriz? O que foi agora? Estou ocupado." Ouvi a voz dengosa da Sofia ao fundo. Eu tinha acabado de perder o nosso bebé num acidente. A minha mão estava gravemente ferida. E ele? A cuidar do braço da Sofia? "Pedro," disse, a minha voz a tremer, "vamos divorciar-nos." Ele explodiu em raiva, acusando-me de egoísmo. "Eu salvei a Sofia! Não tens compaixão?" Salvar? O acidente dela foi a quilómetros do meu. Ele foi ter com ela. Dias depois, o médico confirmou: a minha carreira de pianista, a minha vida, tinha acabado. Pedro encolheu os ombros: "É só um piano! Eu compro-te outro! Podes tocar em casa, para mim." Foi a gota de água. Aquele homem para quem eu tinha dado tudo, a minha alma, o meu corpo, os meus sonhos... Ele zombou: "Tu não tens nada, Beatriz. Vais acabar na rua." Mas a Beatriz que ele conhecia tinha morrido naquele acidente. Liguei à advogada. Era a hora de lutar. Eu não tinha nada? Não tinha? Ele ainda não sabia a força de uma mulher disposta a recuperar tudo o que lhe foi tirado. Isto não era um fim, era o início.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10